Sobreviventes e congressistas criticaram a divulgação de arquivos de Epstein com páginas quase inteiras ocultadas e a retirada de 16 itens da página do Departamento de Justiça (DOJ).
O DOJ começou a publicar o acervo em 19.dez.2025, no prazo de uma lei aprovada pelo Congresso e sancionada em 19.nov.2025, que determinou a liberação de registros do caso, com proteção de identidade de vítimas e outras restrições legais.
A primeira leva trouxe milhares de páginas, mas com forte edição: fotos sem contexto, trechos cobertos por tarjas e um documento de “grand jury” com o conteúdo totalmente apagado. Veículos americanos dizem que entrevistas do FBI e memorandos internos sobre decisões de acusação não apareceram.
A polêmica cresceu quando a AP relatou que 16 arquivos desapareceram do site, incluindo uma imagem em que Donald Trump aparece com Epstein. O DOJ disse que segue revisando e fazendo cortes para preservar privacidade e negou tentativa de “proteger” o presidente. Parlamentares de diferentes partidos pedem explicações e um calendário.
Epstein m0rr3u em 2019, quando aguardava julgamento federal. Foto, por si, não prova irregularidade; citação de nomes não equivale a acusação.
Fontes: Associated Press, Financial Times, Al Jazeera.
