Relatos de fontes ligadas à inteligência ocidental apontam para uma probabilidade de 90% de um ataque militar dos EUA contra o Irã nas próximas semanas, com possível participação de Israel.
A ação seria uma campanha intensa, com duração de várias semanas, visando instalações nucleares e militares. Isso eleva as tensões no Oriente Médio e pode impactar a economia global, especialmente com riscos de interrupção no suprimento de petróleo.
As negociações nucleares em Genebra, entre Washington e Teerã, não avançaram, com os EUA acusando o Irã de protelações.
Autoridades americanas informaram ao presidente Donald Trump que as forças estão posicionadas para um ataque a partir deste sábado (21), embora a decisão final ainda não tenha sido tomada.
Israel aumentou o alerta de segurança e acelera preparativos defensivos, prevendo retaliações iranianas.
Jornalistas e analistas destacam o acúmulo de tropas americanas na região, incluindo porta-aviões e caças F-22, além de extensões de missões militares.
Um ex-chefe de inteligência israelense alertou que o conflito está “muito mais próximo” do que se imagina. Reações incluem advertências russas sobre consequências desastrosas e apelos diplomáticos para evitar escalada.
Especialistas observam que uma operação conjunta superaria em escala a guerra de 12 dias do ano passado, focando em mísseis balísticos e refinarias de petróleo iranianas.
No X e em outras plataformas, profissionais de veículos como CNN e Washington Post avaliam sinais de iminência, como evacuações e alertas de viagem para cidadãos ocidentais.
A situação reflete um impasse diplomático, com foco em enfraquecer o regime iraniano sem afirmar intenções de mudança de governo.
Fontes: Reuters, BBC News, Axios.
