Na madrugada deste sábado (3), explosões foram relatadas em Caracas. Trump afirmou que Nicolás Maduro e a esposa foram capturados e levados para fora do país; o governo venezuelano diz apurar danos e possíveis vítimas, e o ministro da Defesa prometeu resistir a tropas estrangeiras.
Países já se pronunciaram: Rússia e Irã condenaram e pediram solução diplomática; a Espanha pediu moderação e se ofereceu para mediar; Indonésia e Trinidad e Tobago pediram respeito ao direito internacional. Cuba também condenou, enquanto o presidente da Argentina declarou apoio.
No curto prazo, analistas veem três frentes de risco: disputa de poder em Caracas e eventual resistência interna; escalada em organismos internacionais e aumento da tensão regional; efeitos econômicos, sobretudo em petróleo e comércio, se a crise se prolongar.
Nos EUA, cresce o debate sobre a base legal da operação. O senador republicano Mike Lee disse que o secretário de Estado, Marco Rubio, o informou de que Maduro foi detido para ser julgado em território americano.
O ponto central agora é confirmação independente do paradeiro de Maduro, sinais de sucessão e um balanço confiável de danos e m0rt3s.
Fontes: Reuters, Associated Press, CNN Brasil.
