Dia1, Autor em Dia 1 https://dia1brasil.com.br/author/dia1/ Seu portal de notícias de Goiás Thu, 23 Apr 2026 14:16:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://dia1brasil.com.br/wp-content/uploads/2024/03/cropped-D1-32x32.webp Dia1, Autor em Dia 1 https://dia1brasil.com.br/author/dia1/ 32 32 Campeã do bbb26 faz pausa e equipe explica ausências https://dia1brasil.com.br/campea-do-bbb26-faz-pausa-e-equipe-explica-ausencias/ https://dia1brasil.com.br/campea-do-bbb26-faz-pausa-e-equipe-explica-ausencias/#respond Thu, 23 Apr 2026 14:16:29 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5612 Ana Paula Renault ficou fora de parte dos compromissos pós-final do BBB26 nesta quarta-feira (22), um dia depois da vitória no reality. A equipe informou que a campeã entrou em período de descanso após uma sequência intensa de agenda desde a saída da casa. A ex-BBB participou pela manhã do tradicional café da manhã com […]

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Ana Paula Renault ficou fora de parte dos compromissos pós-final do BBB26 nesta quarta-feira (22), um dia depois da vitória no reality. A equipe informou que a campeã entrou em período de descanso após uma sequência intensa de agenda desde a saída da casa.

A ex-BBB participou pela manhã do tradicional café da manhã com Ana Maria Braga, mas não apareceu em outros eventos previstos ao longo do dia. Em nota, a equipe disse que Ana Paula está exausta e que a pausa foi necessária para preservar o bem-estar e garantir o cumprimento dos próximos compromissos com mais qualidade.

A vitória veio com 75,94% da média dos votos, muito acima de Milena, que terminou em segundo, e Juliano, que ficou em terceiro. O descanso também acontece num momento delicado: dois dias antes da final, Ana Paula foi informada sobre a perda do pai, Gerardo Henrique Renault, aos 96 anos, e decidiu seguir na disputa.

A sinalização da equipe é de retorno nos próximos dias, depois dessa pausa para recuperação.

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Cochilos longos e frequentes acendem alerta em estudo sobre mortalidades https://dia1brasil.com.br/cochilos-longos-e-frequentes-acendem-alerta-em-estudo-sobre-mortalidades/ https://dia1brasil.com.br/cochilos-longos-e-frequentes-acendem-alerta-em-estudo-sobre-mortalidades/#respond Thu, 23 Apr 2026 14:10:47 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5609 Um estudo publicado em 20 de abril no JAMA Network Open encontrou associação entre cochilos mais longos, mais frequentes e concentrados pela manhã e maior risco de m0rt4lid4de por qualquer causa em adultos com 56 anos ou mais. O ponto central é este: a pesquisa não diz que a soneca “mata”, mas sugere que esse […]

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Um estudo publicado em 20 de abril no JAMA Network Open encontrou associação entre cochilos mais longos, mais frequentes e concentrados pela manhã e maior risco de m0rt4lid4de por qualquer causa em adultos com 56 anos ou mais.

O ponto central é este: a pesquisa não diz que a soneca “mata”, mas sugere que esse padrão pode funcionar como sinal de saúde em piora.

Os pesquisadores acompanharam 1.338 participantes por até 19 anos e mediram os cochilos com actigrafia, um monitor de atividade usado no pulso.

No modelo mais ajustado, cada hora extra de cochilo por dia foi associada a alta de 13% no risco, e cada cochilo adicional, a 7%. Quem concentrava os cochilos pela manhã teve risco 30% maior do que quem cochilava no início da tarde.

A explicação mais provável não é que dormir de dia seja o problema em si, mas que cochilar demais possa refletir doenças já em curso ou ainda não diagnosticadas, como distúrbios do sono, alterações cardiovasculares, diabetes, dor crônica e neurodegeneração.

Os próprios autores tratam o hábito como possível “marcador” de risco, não como causa isolada.

O estudo também tem limites: foi feito majoritariamente com idosos, em sua maioria brancos, e os resultados não podem ser simplesmente estendidos a jovens, outras populações ou trabalhadores em turnos.

O alerta prático é outro: quando os cochilos começam a ficar mais longos, repetidos e cada vez mais cedo, isso pode merecer avaliação médica.

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MCMV amplia renda, prazo e teto do imóvel para financiamento https://dia1brasil.com.br/mcmv-amplia-renda-prazo-e-teto-do-imovel-para-financiamento/ https://dia1brasil.com.br/mcmv-amplia-renda-prazo-e-teto-do-imovel-para-financiamento/#respond Thu, 23 Apr 2026 14:04:33 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5606 As novas regras do Minha Casa, Minha Vida começaram a valer nesta quarta-feira (22) e ampliaram o alcance do programa: agora, famílias com renda mensal de até R$ 13 mil podem financiar imóveis de até R$ 600 mil, dentro da faixa mais alta. Na prática, o reajuste mexe nas quatro faixas urbanas. A faixa 1 […]

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As novas regras do Minha Casa, Minha Vida começaram a valer nesta quarta-feira (22) e ampliaram o alcance do programa: agora, famílias com renda mensal de até R$ 13 mil podem financiar imóveis de até R$ 600 mil, dentro da faixa mais alta.

Na prática, o reajuste mexe nas quatro faixas urbanas. A faixa 1 foi para até R$ 3,2 mil; a faixa 2, até R$ 5 mil; a faixa 3, até R$ 9,6 mil; e a faixa 4, até R$ 13 mil. Também subiu o teto do imóvel nas faixas superiores: de R$ 350 mil para R$ 400 mil na faixa 3 e de R$ 500 mil para R$ 600 mil na faixa 4.

Outro ponto que pesa no bolso é o prazo: o financiamento pode chegar a 420 meses, o equivalente a 35 anos. Isso tende a aliviar a prestação mensal e pode permitir a entrada de famílias que antes ficavam fora da conta, embora a dívida fique mais longa. A linha da faixa 4 já existia desde 2025; o que houve agora foi a ampliação dos limites de renda e do valor do imóvel.

No meio rural, a portaria também elevou o teto de renda anual para até R$ 162,5 mil. As novas condições foram aprovadas no Conselho Curador do FGTS e formalizadas pelo Ministério das Cidades, que agora passa a operar o programa com parâmetros mais largos para 2026.

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Aspirina ganha novo papel contra o câncer, mas não para todo mundo https://dia1brasil.com.br/aspirina-ganha-novo-papel-contra-o-cancer-mas-nao-para-todo-mundo/ https://dia1brasil.com.br/aspirina-ganha-novo-papel-contra-o-cancer-mas-nao-para-todo-mundo/#respond Thu, 23 Apr 2026 13:51:47 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5603 Usada há milênios contra dor e febre, a aspirina voltou ao centro das pesquisas por um motivo maior: estudos recentes indicam que ela pode ajudar a frear a disseminação de alguns tumores e, em grupos específicos, reduzir o risco de câncer colorretal. O detalhe decisivo é que isso ainda não autoriza uso por conta própria […]

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Usada há milênios contra dor e febre, a aspirina voltou ao centro das pesquisas por um motivo maior: estudos recentes indicam que ela pode ajudar a frear a disseminação de alguns tumores e, em grupos específicos, reduzir o risco de câncer colorretal.

O detalhe decisivo é que isso ainda não autoriza uso por conta própria nem transformou o remédio em prevenção geral.

O avanço mais citado saiu em março de 2025, em estudo publicado na Nature.

Os pesquisadores descreveram um mecanismo pelo qual a aspirina bloqueia o tromboxano A2, uma substância das plaquetas, e com isso libera as células T — peças do sistema imune — para agir melhor contra metástases, quando o câncer se espalha pelo corpo.

O achado ajuda a explicar por que o remédio já aparecia associado, em alguns estudos, a menor disseminação de certos tumores.

Na prática, a evidência mais forte hoje está em grupos de alto risco.

No Reino Unido, o NICE recomenda considerar aspirina diária por mais de dois anos para pessoas com síndrome de Lynch, condição genética ligada a maior risco de câncer colorretal.

Em 2025, o estudo CaPP3 informou que doses baixas, de 75 a 100 mg por dia, funcionaram tão bem quanto doses maiores para cortar o risco de câncer de intestino nesse grupo.

Ao mesmo tempo, a cautela continua. Nos Estados Unidos, a USPSTF afirma que a evidência ainda é incerta para dizer que a aspirina reduz câncer colorretal na população geral, e recomenda não iniciar o uso preventivo em adultos com 60 anos ou mais.

O NCI também destaca que, no estudo ASPREE, idosos saudáveis que começaram a tomar baixa dose tiveram piora no balanço entre benefício e risco, inclusive com sinal de mais câncer avançado e mais mortes por câncer.

O próximo passo agora é definir exatamente quem pode se beneficiar sem pagar a conta em sangramentos e outras complicações.

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Tarcísio segura apoio em SP, e Marçal avança no espaço de Flávio https://dia1brasil.com.br/tarcisio-segura-apoio-em-sp-e-marcal-avanca-no-espaco-de-flavio/ https://dia1brasil.com.br/tarcisio-segura-apoio-em-sp-e-marcal-avanca-no-espaco-de-flavio/#respond Thu, 23 Apr 2026 13:45:29 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5600 A vitrine paulista da pré-campanha de Flávio Bolsonaro ainda não engrenou como o PL imaginava. Quase dois meses depois de Tarcísio de Freitas assumir publicamente a coordenação da campanha de Flávio em São Paulo, os dois têm aparecido pouco juntos no estado. Um evento planejado para marcar a largada mais visível da ofensiva paulista foi […]

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A vitrine paulista da pré-campanha de Flávio Bolsonaro ainda não engrenou como o PL imaginava.

Quase dois meses depois de Tarcísio de Freitas assumir publicamente a coordenação da campanha de Flávio em São Paulo, os dois têm aparecido pouco juntos no estado.

Um evento planejado para marcar a largada mais visível da ofensiva paulista foi adiado e segue sem nova data confirmada. Nos bastidores, aliados do governador repetem a mesma linha: o empenho virá “no momento certo”, mais perto da disputa de fato.

Nesse intervalo, Pablo Marçal passou a ocupar parte desse espaço político e digital.

O empresário já havia declarado apoio a Flávio no fim de 2025, em articulação conduzida por Filipe Sabará, e voltou a ser tratado como ativo de campanha em São Paulo, justamente onde Tarcísio tem evitado protagonismo mais explícito ao lado do senador.

Marçal hoje está no União Brasil e segue inelegível por oito anos, com decisões da Justiça Eleitoral que mantiveram punições relativas à campanha municipal de 2024.

O problema para Flávio é que São Paulo virou terreno de pressão simbólica e prática. Enquanto o palanque local segue travado, sobretudo pela disputa em torno da segunda vaga ao Senado, outros nomes da direita circulam pelo estado com mais frequência.

O PL trabalha com André do Prado para o Senado, e a indefinição amplia o atraso da montagem paulista. Ao mesmo tempo, a Agrishow, em Ribeirão Preto, entre 27 de abril e 1º de maio, tende a ser o próximo teste público dessa convivência, mas ainda sem confirmação de agenda conjunta entre Flávio e Tarcísio.

O efeito político é direto: Tarcísio preserva margem própria, evita se fundir cedo demais ao projeto presidencial de Flávio e deixa aberta uma vitrine que Marçal tenta ocupar. Em São Paulo, onde campanha também é demonstração de força, ausência prolongada costuma falar tão alto quanto presença.

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Caiado usa entrevista à CNN para marcar terreno na direita https://dia1brasil.com.br/caiado-usa-entrevista-a-cnn-para-marcar-terreno-na-direita/ https://dia1brasil.com.br/caiado-usa-entrevista-a-cnn-para-marcar-terreno-na-direita/#respond Thu, 23 Apr 2026 13:38:02 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5597 Na conversa com a CNN Brasil na quarta-feira (22), Ronaldo Caiado concentrou a mensagem em cinco frentes: economia, segurança pública, disputa por espaço na direita, crítica ao governo Lula e debate trabalhista. A entrevista teve tom de apresentação nacional de candidatura, mais do que de detalhamento de um programa fechado. Na economia, Caiado disse que […]

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Na conversa com a CNN Brasil na quarta-feira (22), Ronaldo Caiado concentrou a mensagem em cinco frentes: economia, segurança pública, disputa por espaço na direita, crítica ao governo Lula e debate trabalhista. A entrevista teve tom de apresentação nacional de candidatura, mais do que de detalhamento de um programa fechado.

Na economia, Caiado disse que o principal problema do país hoje é o endividamento das famílias e do Estado, citando a alta da dívida em relação ao PIB. No campo eleitoral, afirmou que seu maior desafio é ampliar conhecimento nacional, apostando na própria experiência política e na vitrine de seu governo em Goiás, onde está no segundo mandato.

Na segurança, endureceu o discurso. Disse que pretende usar as Forças Armadas no combate ao crime organizado e defendeu classificar facções como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, ponto que tende a gerar debate jurídico e político na campanha.

No ataque ao Planalto, afirmou que Lula passou “três anos” discutindo o 8 de Janeiro. Já no tema trabalhista, não aderiu de forma simples ao fim da escala 6×1 e propôs um modelo mais flexível, baseado em “hora trabalhada”, com maior liberdade de arranjo entre empregado e empregador.

No conjunto, Caiado tentou se vender como gestor experiente, linha dura na segurança e nome competitivo fora do eixo tradicional da polarização. O próximo teste será transformar esse discurso em presença nacional e intenção de voto.

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Tatiana Jucá defende revisão da anuidade e diz que custo “pesa e onera” engenheiros https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-defende-revisao-da-anuidade-e-diz-que-custo-pesa-e-onera-engenheiros/ https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-defende-revisao-da-anuidade-e-diz-que-custo-pesa-e-onera-engenheiros/#respond Wed, 22 Apr 2026 14:05:49 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5594 Candidata ao CREA descarta isenção total, propõe descontos e quer levar debate ao Confea A engenheira civil e candidata à presidência do CREA-GO, Tatiana Jucá, defendeu a revisão do modelo de cobrança da anuidade e afirmou que o custo atual “pesa e onera” os profissionais. Em entrevista ao Domingos Conversa, publicada nesta segunda-feira (20), ela […]

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Candidata ao CREA descarta isenção total, propõe descontos e quer levar debate ao Confea

A engenheira civil e candidata à presidência do CREA-GO, Tatiana Jucá, defendeu a revisão do modelo de cobrança da anuidade e afirmou que o custo atual “pesa e onera” os profissionais. Em entrevista ao Domingos Conversa, publicada nesta segunda-feira (20), ela descartou a possibilidade de isenção total, mas propôs ajustes com descontos e formas de compensação.

Ao tratar do tema, Tatiana foi direta ao afastar propostas mais radicais. “Anuidade zero não existe”, disse ao jornalista Domingos Ketelbey. De acordo com ela, o funcionamento do sistema depende de recursos para manter fiscalização, estrutura e presença institucional. “O conselho precisa de recurso para funcionar, para ter fiscal, para ir até uma obra, uma lavoura”, afirmou.

Apesar disso, a candidata reconhece que o modelo atual gera desgaste na base. “Hoje o profissional paga anuidade, paga ART a cada serviço, paga imposto. Isso pesa e onera”, declarou. Para ela, o acúmulo de custos compromete a percepção de valor do sistema e alimenta a crítica recorrente de que o CREA cobra muito e entrega pouco.

Tatiana afirma que a margem de atuação do conselho regional é limitada, já que a definição da anuidade e das taxas é atribuição do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). Ainda assim, defende que há espaço para ajustes. “A gente pode, sim, adotar medidas de descontos ou de retribuição daquilo para o profissional”, disse.

A proposta, segundo ela, passa por abrir diálogo com o Confea para revisar regras e calibrar a cobrança. “A gente precisa levar essa discussão para o conselho federal”, afirmou. “Precisa mostrar que o profissional está sendo onerado e que isso precisa ser reavaliado.”

Cobrança x retorno

A discussão sobre a anuidade, na avaliação da candidata, está diretamente ligada à percepção de retorno. “O profissional paga e não vê retorno”, disse, ao comentar críticas recorrentes dentro da categoria. Para ela, a cobrança só se sustenta se vier acompanhada de entrega.
Nesse ponto, Tatiana defende uma mudança na lógica de atuação do CREA. “O conselho tem que ser um prestador de serviço do profissional”, afirmou. “Não dá para ser só um órgão que cobra.”

Entre as medidas defendidas, ela cita maior oferta de capacitação, presença mais efetiva no interior e atuação mais direta na orientação dos profissionais. A ideia é equilibrar a relação entre arrecadação e benefício percebido.

Fiscalização e arrecadação

Outro ponto levantado pela candidata é o impacto do modelo de fiscalização sobre a arrecadação. Segundo ela, a lógica atual contribui para o desgaste da relação com os profissionais. “Não existe chegar já multando”, afirmou. Para Tatiana, o correto seria orientar primeiro e dar prazo para regularização.

A engenheira admite que a pressão por recursos influencia o funcionamento do sistema. “Às vezes o conselho estava precisando de recurso financeiro e aí ele arrochou”, disse, ao comentar mudanças na prática de fiscalização ao longo do tempo.

Para ela, revisar esse modelo também é parte da discussão sobre anuidade. “Quando você dá oportunidade para o profissional regularizar, ele regulariza”, afirmou. “Você melhora a relação e mantém o funcionamento do sistema.”

Proposta de reequilíbrio

Ao defender a revisão da anuidade, Tatiana afirma que o objetivo não é reduzir a capacidade operacional do conselho, mas reequilibrar a relação com a base. “Não é acabar com a cobrança, é ajustar”, disse.

A candidata aposta em uma combinação de diálogo institucional, revisão de regras e ampliação de serviços. “Se o profissional perceber retorno, ele entende a cobrança”, afirmou. “O problema hoje é que essa conta não fecha.”

Para ela, a discussão sobre a anuidade tende a ser central na disputa pelo comando do CREA. “É um tema sensível, porque mexe diretamente com quem está na ponta”, disse. “E precisa ser tratado com responsabilidade, sem promessa fácil.”

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Daniel cresce em Goiás enquanto Caiado testa tamanho nacional https://dia1brasil.com.br/daniel-cresce-em-goias-enquanto-caiado-testa-tamanho-nacional/ https://dia1brasil.com.br/daniel-cresce-em-goias-enquanto-caiado-testa-tamanho-nacional/#respond Wed, 22 Apr 2026 14:00:23 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5591 A sucessão em Goiás começou com um desenho mais favorável para Daniel Vilela do que para a aventura nacional de Ronaldo Caiado. Empossado governador em 31 de março, após a renúncia de Caiado para disputar o Planalto, Daniel herdou não só a máquina estadual, mas também a bandeira da continuidade de uma gestão bem avaliada […]

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A sucessão em Goiás começou com um desenho mais favorável para Daniel Vilela do que para a aventura nacional de Ronaldo Caiado. Empossado governador em 31 de março, após a renúncia de Caiado para disputar o Planalto, Daniel herdou não só a máquina estadual, mas também a bandeira da continuidade de uma gestão bem avaliada no estado.

A primeira fotografia depois da troca no comando reforça isso. Pesquisa Gerp divulgada em 14 de abril mostra Daniel com 45% num cenário contra Marconi Perillo, Wilder Morais e Adriana Accorsi; com 43% sem Adriana; e novamente com 45% em outra composição. No mesmo levantamento, ele aparece como o menos rejeitado, com 5%, e abre larga vantagem nos cenários de segundo turno. É esse conjunto que alimenta a leitura, hoje vocalizada por Adriano da Rocha Lima, de que a base governista entrou na disputa em posição de favoritismo real, com chance até de liquidar a eleição no primeiro turno.

No plano nacional, o quadro é mais duro para Caiado. A Genial/Quaest de 15 de abril mostra Lula com 43% contra 35% do ex-governador goiano num eventual segundo turno. A distância caiu, o que ajuda Caiado a vender a tese de viabilidade, mas o ponto incômodo continua de pé: no primeiro turno, ele aparece com 6%, atrás de Lula, com 37%, e de Flávio Bolsonaro, com 32%. Em outras palavras, Caiado melhora como nome de comparação, mas ainda não rompeu a barreira que separa um presidenciável competitivo de um candidato regional tentando ganhar escala.

Politicamente, uma coisa começa a ficar clara: a candidatura presidencial de Caiado hoje parece produzir efeito mais concreto em Goiás do que no Brasil. Ao deixar o governo cedo, ele deu nitidez à sucessão estadual, transferiu centralidade a Daniel e empurrou a oposição goiana para uma corrida fragmentada entre Marconi, Wilder e nomes do campo petista. O teste de verdade virá quando Daniel deixar de ser apenas herdeiro de uma gestão forte e precisar provar densidade própria na rua, enquanto Caiado tenta converter prestígio local em voto nacional fora do seu quintal.

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Judiciário reage ao corte de penduricalhos, mas fala sobre “escravidão” decola dos números https://dia1brasil.com.br/judiciario-reage-ao-corte-de-penduricalhos-mas-fala-sobre-escravidao-decola-dos-numeros/ https://dia1brasil.com.br/judiciario-reage-ao-corte-de-penduricalhos-mas-fala-sobre-escravidao-decola-dos-numeros/#respond Wed, 22 Apr 2026 13:47:40 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5588 A fala da desembargadora Eva do Amaral Coelho, do TJPA, viralizou porque transformou uma disputa remuneratória em drama social. Ao dizer, em sessão de 9 de abril, que juízes poderiam deixar de pagar consultas, remédios e contas e caminhar para um “regime de escravidão”, a magistrada elevou o tom num debate que já vinha sensível […]

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A fala da desembargadora Eva do Amaral Coelho, do TJPA, viralizou porque transformou uma disputa remuneratória em drama social. Ao dizer, em sessão de 9 de abril, que juízes poderiam deixar de pagar consultas, remédios e contas e caminhar para um “regime de escravidão”, a magistrada elevou o tom num debate que já vinha sensível após o STF apertar o cerco sobre auxílios e verbas extras.

O pano de fundo é real: o Supremo reafirmou o teto constitucional de R$ 46.366,19 para a magistratura e vedou a criação de novas parcelas e auxílios sem base em lei federal. A decisão também mirou licenças compensatórias e outras rubricas usadas para empurrar a remuneração acima do teto, embora tenha mantido exceções como 13º, terço de férias, abono de permanência e indenizações previstas em lei. Ou seja: houve contenção, mas não uma ruptura com toda a engenharia de vantagens que marcou esse debate nos últimos anos.

O exagero aparece quando a retórica encontra os próprios dados públicos. Segundo a Itatiaia, com base no Portal da Transparência, Eva do Amaral Coelho recebeu em março remuneração bruta de R$ 117.863,72 e líquida de R$ 91.211,82. No mesmo tribunal, o edital do concurso para juiz substituto fixa subsídio inicial de R$ 35.877,26. Não se trata, portanto, de carreira com vencimento baixo ou incompatível com despesas básicas. A discussão concreta é outra: quanto da renda da magistratura continuará vindo de parcelas adicionais fora do subsídio principal.

A reação nas redes veio justamente desse contraste. Quando uma integrante do alto escalão do Judiciário compara perda de penduricalhos a “escravidão”, a frase deixa de funcionar como defesa corporativa e passa a reforçar a percepção pública de privilégio. Num momento em que STF e CNJ tentam reorganizar a folha e conter supersalários, esse tipo de declaração pesa mais contra a imagem da magistratura do que a favor dela.

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O “efeito Zambelli” que assusta a campanha de Flávio https://dia1brasil.com.br/o-efeito-zambelli-que-assusta-a-campanha-de-flavio/ https://dia1brasil.com.br/o-efeito-zambelli-que-assusta-a-campanha-de-flavio/#respond Mon, 20 Apr 2026 14:15:11 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5585 Entre aliados de Flávio Bolsonaro, o receio não é só a força de Lula ou a dificuldade de ampliar alianças. O medo é outro: que Eduardo Bolsonaro, falando dos Estados Unidos como se ainda comandasse parte do jogo no Brasil, produza um fato político tóxico na reta eleitoral e entregue ao adversário um argumento pronto […]

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Entre aliados de Flávio Bolsonaro, o receio não é só a força de Lula ou a dificuldade de ampliar alianças.

O medo é outro: que Eduardo Bolsonaro, falando dos Estados Unidos como se ainda comandasse parte do jogo no Brasil, produza um fato político tóxico na reta eleitoral e entregue ao adversário um argumento pronto sobre radicalismo, tutela externa e desprezo pela soberania nacional.

No bolsonarismo, Carla Zambelli virou um nome-síntese desse risco. Foi o próprio Jair Bolsonaro quem disse, em 2025, que a cena da deputada armada na véspera do segundo turno de 2022 “tirou o mandato” da chapa.

É esse trauma que reaparece agora quando Eduardo fala em acionar autoridades dos EUA contra integrantes do TSE durante a eleição de 2026.

Ainda que seus defensores tentem vender isso como denúncia internacional, a leitura política é mais simples: parece pressão estrangeira sobre a disputa brasileira.

O próprio senador admitiu publicamente que tenta segurar os ataques do irmão contra aliados, como no embate com Nikolas Ferreira, e Valdemar Costa Neto foi aos EUA para tentar esfriar a crise.

Ao mesmo tempo, Eduardo declarou que pretende voltar ao Brasil em 2027 se Flávio vencer, reforçando a imagem de uma campanha presidencial cercada por um núcleo familiar que mistura sucessão política, ressentimento institucional e articulação externa.

Isso pesa ainda mais porque Flávio não disputa hoje apenas com a militância bolsonarista.

As pesquisas mais recentes o colocam em terreno competitivo contra Lula, inclusive com empate técnico ou vantagem numérica apertada no segundo turno.

Nessa faixa do eleitorado, qualquer fala que sugira sanção estrangeira, crise institucional permanente ou desprezo pelos limites nacionais pode funcionar como espantalho para a centro-direita e para o antipetista moderado.

Se Eduardo insistir nesse papel, Flávio pode descobrir tarde demais que herdou o sobrenome, mas também herdou o risco de perder votos decisivos por excesso de ruído nas narrativas eleitorais.

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