sexta-feira, março 6, 2026

Bolsonaro começa a cumprir pena, pode perder cargo no PL e aliados discutem Pix para multas

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Com o trânsito em julgado da condenação por trama golpista, Jair Bolsonaro inicia pena em regime fechado, perde espaço formal no PL e vê aliados discutirem novas vaquinhas via Pix para ajudar a cobrir multas e despesas.

A decisão do ministro Alexandre de Moraes determina o início do cumprimento da pena de 27 anos e 3 meses na Superintendência da PF em Brasília, em sala de Estado-Maior.

A prisão preventiva é convertida em definitiva e, com a execução da pena, há suspensão dos direitos políticos, o que impede filiação partidária e participação em cargos de direção partidária enquanto durar a pena.

Pelo cálculo fixado pelo STF, Bolsonaro e outros condenados deverão pagar, de forma solidária, R$ 30 milhões em indenização pelos danos do 8 de janeiro, além de multa individual estimada em cerca de R$ 379 mil para o ex-presidente.

A comunicação ao TSE projeta inelegibilidade até aproximadamente 2060 e pode levar à perda do cargo remunerado que ele ocupa hoje no PL, bem como à análise, em instâncias próprias, sobre eventual perda de patente militar.

Nos bastidores, aliados estudam reforçar campanhas de doações via Pix para custear multas e despesas caso Bolsonaro seja formalmente afastado do partido, retomando estratégia já usada em anos anteriores e que foi alvo de apurações da Justiça e de órgãos de controle financeiro.

A movimentação, por enquanto, é informação em apuração e não há campanha oficial anunciada, mas especialistas lembram que qualquer vaquinha atrelada a condenado por tentativa de golpe tende a ser acompanhada de perto por autoridades financeiras, eleitorais e de combate à lavagem de dinheiro.

Fontes: Agência Brasil, Reuters, STF.

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