Arquivo de Entretenimento - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/categoria/entretenimento/ Seu portal de notícias de Goiás Thu, 23 Apr 2026 14:16:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://dia1brasil.com.br/wp-content/uploads/2024/03/cropped-D1-32x32.webp Arquivo de Entretenimento - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/categoria/entretenimento/ 32 32 Campeã do bbb26 faz pausa e equipe explica ausências https://dia1brasil.com.br/campea-do-bbb26-faz-pausa-e-equipe-explica-ausencias/ https://dia1brasil.com.br/campea-do-bbb26-faz-pausa-e-equipe-explica-ausencias/#respond Thu, 23 Apr 2026 14:16:29 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5612 Ana Paula Renault ficou fora de parte dos compromissos pós-final do BBB26 nesta quarta-feira (22), um dia depois da vitória no reality. A equipe informou que a campeã entrou em período de descanso após uma sequência intensa de agenda desde a saída da casa. A ex-BBB participou pela manhã do tradicional café da manhã com […]

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Ana Paula Renault ficou fora de parte dos compromissos pós-final do BBB26 nesta quarta-feira (22), um dia depois da vitória no reality. A equipe informou que a campeã entrou em período de descanso após uma sequência intensa de agenda desde a saída da casa.

A ex-BBB participou pela manhã do tradicional café da manhã com Ana Maria Braga, mas não apareceu em outros eventos previstos ao longo do dia. Em nota, a equipe disse que Ana Paula está exausta e que a pausa foi necessária para preservar o bem-estar e garantir o cumprimento dos próximos compromissos com mais qualidade.

A vitória veio com 75,94% da média dos votos, muito acima de Milena, que terminou em segundo, e Juliano, que ficou em terceiro. O descanso também acontece num momento delicado: dois dias antes da final, Ana Paula foi informada sobre a perda do pai, Gerardo Henrique Renault, aos 96 anos, e decidiu seguir na disputa.

A sinalização da equipe é de retorno nos próximos dias, depois dessa pausa para recuperação.

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Após crescimento da audiência, Thiago Mendes renova contrato por dois anos e assume oficialmente o Band Cidade https://dia1brasil.com.br/apos-crescimento-da-audiencia-thiago-mendes-renova-contrato-por-dois-anos-e-assume-oficialmente-o-band-cidade/ https://dia1brasil.com.br/apos-crescimento-da-audiencia-thiago-mendes-renova-contrato-por-dois-anos-e-assume-oficialmente-o-band-cidade/#respond Thu, 09 Apr 2026 19:19:27 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5452 O crescimento expressivo da audiência da TV Sucesso ganhou um capítulo marcante durante a cobertura da TecnoShow, consolidando uma nova fase para o jornalismo da emissora. Em um momento simbólico e espontâneo, o diretor-presidente Gilson Almeida e a vice-presidente Ester Rocha “invadiram” o estúdio montado no evento para celebrar, ao vivo, os resultados positivos e […]

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O crescimento expressivo da audiência da TV Sucesso ganhou um capítulo marcante durante a cobertura da TecnoShow, consolidando uma nova fase para o jornalismo da emissora.

Em um momento simbólico e espontâneo, o diretor-presidente Gilson Almeida e a vice-presidente Ester Rocha “invadiram” o estúdio montado no evento para celebrar, ao vivo, os resultados positivos e reforçar a confiança no trabalho que vem sendo desenvolvido. A cena traduziu o clima interno: reconhecimento, entusiasmo e projeção de novos avanços.

Durante a participação, Gilson Almeida destacou o desempenho da emissora e foi direto: “os números mostram” a força do projeto e o crescimento consistente da audiência. Em seguida, reforçou o momento vivido pela casa: “isso é resultado de trabalho sério, de uma equipe comprometida e de um jornalismo que fala a língua das pessoas”.

Na ocasião, o apresentador Thiago Mendes assinou a renovação de contrato por mais dois anos e oficializou sua permanência à frente do Band Cidade. A decisão reforça a aposta da emissora em um formato que vem se destacando pela proximidade com o público, dinamismo e credibilidade.

A renovação representa não apenas a continuidade de um trabalho bem-sucedido, mas também um investimento claro em um jornalismo cada vez mais conectado com a realidade da população.

Com a nova fase, a expectativa é de que o Band Cidade siga ampliando sua audiência e relevância, consolidando sua posição e fortalecendo ainda mais a relação com os telespectadores.

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Exposição virtual “cI.dA.delas” com 18 imagens de I.A. sobre empoderamento feminino quer incentivar os homens na defesa dos direitos das mulheres https://dia1brasil.com.br/exposicao-virtual-ci-da-delas-com-18-imagens-de-i-a-sobre-empoderamento-feminino-quer-incentivar-os-homens-na-defesa-dos-direitos-das-mulheres/ https://dia1brasil.com.br/exposicao-virtual-ci-da-delas-com-18-imagens-de-i-a-sobre-empoderamento-feminino-quer-incentivar-os-homens-na-defesa-dos-direitos-das-mulheres/#respond Tue, 07 Apr 2026 13:05:48 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5425 Doravante intitulado Cidadelas (Grupo de Poder Ecofeminino Pró-feminista), a nova proposta de empoderamento feminino do Grupo Poder Ecofeminino, está sendo lançada nas redes por uma campanha de mídia-advocacy composta por uma exposição “cI.dA.delas” com 18 imagens de Inteligência Artificial criadas pelo artista multimídia Fred Le Blue neste mês das mulheres. O material disponível no Instagram […]

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Doravante intitulado Cidadelas (Grupo de Poder Ecofeminino Pró-feminista), a nova proposta de empoderamento feminino do Grupo Poder Ecofeminino, está sendo lançada nas redes por uma campanha de mídia-advocacy composta por uma exposição “cI.dA.delas” com 18 imagens de Inteligência Artificial criadas pelo artista multimídia Fred Le Blue neste mês das mulheres. O material disponível no Instagram do Movimento Artetetura e Humanismo é uma forma de resposta à “epidemia” orquestrada de casos de feminicídio e estupros coletivos no Brasil, estimulados pela filosofia da soberania do macho alfa, disseminada pelo movimento Red Pill, que tem angariado seguidores em todo o mundo.

Visando marcar essa nova fase no ano dos vinte anos da Lei Maria da Penha, cujo nome é homenagem a mulher que virou cadeirante após violência doméstica, a proposta pretende ainda mostrar as mulheres em posição de protagonismo, a partir de situações de risco ou ousadia (“virilidade feminina”), que permitem desnaturalizar a invisibilização e exclusão de gênero dos espaços públicos citadinos. A ideia de utilizar imagens “fortes” de mulheres protagonistas em situações sugestivas e provocativas de aventura e superação na vida cotidiana, sempre demonstrando força e cuidado, permite chamar a atenção dos homens, que costumam curtir filmes de ação, para as mudanças culturais de papéis sociais ocorridas, em que os homens podem acessar sua sensibilidade masclunia e as mulheres, sua virilidade feminina. Nisso, contribui para reforçar o empoderamento feminino, mostrando o potencial das mulheres enquanto sujeitos da “ação”. Com isso, espera-se que os homens possam se libertar do mito de super-homem para poder olhar com mais delicadeza para os excessos de poder da virulência masculina e os seus impactos no psiquismo e corporalidade feminina, além de ver com mais naturalidade as mulheres ocuparem locais antes vistos como refratários à sua figura.

Esse convite à desconstrução de valores machistas, patriarcais e paternalistas é um primeiro passo para uma mudança pedagógica de comportamento e atitude de dentro para fora. Sem depender do punitivismo judicial, que, em função das deficiências e perversidades do judiciário brasileiro, tende a reforçar comportamentos igualmente autoritários, a proposta aqui é atuação preventiva e pedagógica, estimulando a adesão espontânea de homens dispostos a uma postura reflexiva em seus relacionamentos e pensamentos sobre mulheres, convidando-os a repensarem seus modelos de masculinidade tóxica e as “pegadas ambientais” causados por eles.

A exposição virtual “cI.dA.delas” de Fred Le Blue é, na verdade, um subproduto de difusão acadêmica e educação extensiva (não-linear) de 2 pesquisas sociais prégressas. Em 2020, ele iniciou um pós-doutorado na Escola de Belas Artes da UFMG sobre direito à cidade com enfoque de gênero, no tocante às áreas de verde urbanizado de BH. Desde então, tem atuado como pesquisador e militante dos direitos das mulheres no espaço político e urbano do Brasil.

Em 2025 liderou também uma pesquisa de especialização sobre os “20 Anos da Lei Maria da Penha” da Escola Legislativa de Goiás, que propõe um balanço de sociologia do direito sobre as razões culturais e jurídicas da ineficácia e não efetividade da aplicação garantista das leis de defesa das mulheres, em meio ao aumento dos casos de feminicídios de mulheres no Brasil nos últimos 5 anos. Em 2022 e 2024, no hiato entre uma pesquisa e outra, Fred Le Blue atuou como militante profeminista na campanha eleitoral, tendo colaborado no meio político goiano para aumentar o número de mulheres agressoras eleitas em Goiás. Nesse período, é que foi criado o grupo Poder Ecofeminino de divulgação científica, cultural e informacional sobre o empoderamento ecofeminino, em prol de uma humanidade mais igualitarista, acessível, sustentável e multicultural.

Em 2024, produziu outra campanha de mídia-advocacy, intitulada “(Re)Eduque os Homens, Puna os Agressores e Empodere as Mulheres”, que objetivou, inclusive, incluir mais 5 tipos de violência de gênero no bojo do escopo jurídico-pedagógico Lei Maria da Penha: Institucional, Vicária, Política, Médica/Química e Urbana -, para além da violência Física, Sexual, Patrimonial, Psicológica e Moral. A proposta foi apresentada como ideia legislativa no Senado, tendo sido justificada por ele da seguinte maneira: “A Lei Maria da Penha, apesar dos esforços em enquadrar, de forma geral, todos os casos de violações de direitos das mulheres, tem sido complementada por novas leis, ainda pouco conhecidas, para atender dimensões e demandas femininas específicas mais atuais e mais complexas. Esta ideia legislativa contribui para que haja maior reeducação dos homens, punição dos agressores e empoderamento feminino”.

Atualmente, o aumento dos casos de feminicídio, apesar de o Brasil ter uma das legislações mais rigorosas do mundo, tem sido contraposto aos movimentos neopatriarcalistas de autoafirmação machista misógina no território digital (machosfera), rivalizam com as políticas públicas de proteção feminina, que, por outro lado, tendem, de fato, a um processo de estigmatização generalizadora da figura do homem, o que torna a pauta desconvidativa mesmo para homens não considerados machistas. No contexto global, a ascensão do movimento Red Pill, que foi um dos pilares da eleição de Trump em 2024, tornou-se um refúgio do machista melindrado pelo empoderamento feminino, como demonstra o documentário “Louis Theroux: Por Dentro da Machosfera”, em que os líderes defendem a submissão feminina incondicional (aceitando, inclusive, a “monogamia unilateral” de seus homens).

Em face desse cenário de polarização radical, o grupo Cidadelas faz uso de uma metodologia pedagógica de arte-artevismo-arteterapêutica em sintonia com propostas inovadoras em políticas públicas de educação em direitos humanos (inclusive dos homens, quando vítimas de abuso de poder, litigância de má-fé, denunciação caluniosa e até violência doméstica). Ao concluir que é preciso ganhar os homens, ao invés de ganhar dos homens, o Grupo tem trabalhado na perspectiva de que o público masculino tem sido ignorado na maioria das campanhas educativas, porque elas só tinham como propósito incentivar a denúncia e o direito das vítimas. Como o resultado dessa estratégia não levou a uma diminuição do número de feminicídios, porque, se quase 100% do problema de violência de gênero diz respeito às atitudes dos homens, eles deveriam ser alvo de 50% do foco das campanhas.

Partido da premissa de que a prevenção consciente, mutação cultural e crescimento psíquico dos homens, como ocorreu com a maioria das mulheres, que passaram a exigir os seus direitos, é o único caminho para que eles cumpram seus deveres cidadãos de respeitar e cuidar das mulheres. A partir da lógica de que o principal causador de problemas de violência doméstica, talvez, deva fazer parte também da solução, o grupo Cidadelas tem mostrado que, mais importante do que preservar lugar de fala, é preservar vidas, que só podem ser salvas por meio de esforços coletivos de 100% dos homens e mulheres. Partindo de uma perspectiva ecofeminista e profeminina, o grupo pretende seguir os seguintes objetivos estratégicos complementares:

1) Combate ao machismo e racismo estrutural e ambiental; gravidez precoce; pobreza menstrual, feminicídio; transhomofobia e violência física, sexual, moral, psicológica, patrimonial, vicária, institucional, política e urbana contra as mulheres;

2) Promoção da igualdade de gênero na política e no mercado de trabalho, e maior inclusão física (trans)feminina segura nos espaços públicos e em áreas abertas de verde urbanizado, e em horários noturnos;

3) Suporte à saúde financeira, mental e espiritual para as populações minorizadas de Direitos, compostas por mulheres, mães solos (atípicas) e LGBTQIA+ através de redes de capacitação laboral e empreendedorística, de apoio psicológico e de economia solidária e cooperativa;

4) Garantia da saúde, bem-estar e direitos sexuais e reprodutivos, por meio de atendimento médico, de educação sexual, de (mídia) advocacy e de liberdade sexual, reprodutiva, social, afetiva e matrimonial;

5) Defesa dos 17 Objetivos de Desenvolvimento da Agenda 2030 (ONU), pois as mulheres são as mais impactadas pelas desigualdades sociais e mudanças climáticas globais, mas também as protagonistas enquanto salvaguardadoras da sociobiodiversidade numa perspectiva antiantropocêntrica;

6) Disseminação de formações preventivas e reeducativas sobre cultura de paz, comunicação não violenta, masculinidade tóxica, paternidade cuidadora, economia do cuidado, remuneração/previdência por serviços domésticos, direitos humanos masculinos, combate denunciação caluniosa no âmbito da LMP e violência feminina contra homens, e promoção de campanhas socioculturais e educomunicativas com linguagem hipertextual para difundir conteúdos sobre o combate ao racismo/machismo ambiental/estrutural e a defesa da justiça climática e de gênero.

Exposição virtual “cI.dA.delas”

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Anitta reage após ataques por performance com referências ao candomblé https://dia1brasil.com.br/anitta-reage-apos-ataques-por-performance-com-referencias-ao-candomble/ https://dia1brasil.com.br/anitta-reage-apos-ataques-por-performance-com-referencias-ao-candomble/#respond Mon, 06 Apr 2026 14:24:08 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5410 A apresentação de Anitta no Domingão com Huck, neste domingo (5), saiu do campo musical e virou debate sobre intolerância religiosa. A cantora cantou pela primeira vez na TV aberta a faixa “Meia-Noite”, número que fez parte de sua participação no programa e trouxe referências visuais ligadas às religiões de matriz africana. Depois da exibição, […]

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A apresentação de Anitta no Domingão com Huck, neste domingo (5), saiu do campo musical e virou debate sobre intolerância religiosa. A cantora cantou pela primeira vez na TV aberta a faixa “Meia-Noite”, número que fez parte de sua participação no programa e trouxe referências visuais ligadas às religiões de matriz africana.

Depois da exibição, a artista repostou uma mensagem contra os ataques recebidos nas redes. O texto compartilhado por ela dizia: “Jesus ressuscitou. Ele está presente em todos os lugares, menos no seu discurso violento, criminoso e cheio de intolerância religiosa”, em resposta às críticas que associaram a performance a ofensas contra a fé cristã.

A reação expôs mais uma vez um ponto que já acompanha a cantora há anos: a presença pública de elementos religiosos afro-brasileiros em seus trabalhos costuma gerar forte apoio de fãs, mas também ataques de teor preconceituoso. Desta vez, o estopim foi justamente a estreia televisiva de uma música apresentada pela própria divulgação do programa como parte da nova fase de Anitta.

O episódio recoloca em evidência um tema que vai além do entretenimento: a fronteira entre crítica artística e intolerância religiosa, que no Brasil é crime previsto em lei.

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Marcos Oliveira volta ao centro do noticiário após relato sobre o retiro dos artistas https://dia1brasil.com.br/marcos-oliveira-volta-ao-centro-do-noticiario-apos-relato-sobre-o-retiro-dos-artistas/ https://dia1brasil.com.br/marcos-oliveira-volta-ao-centro-do-noticiario-apos-relato-sobre-o-retiro-dos-artistas/#respond Thu, 26 Mar 2026 15:09:56 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5360 A nova polêmica envolvendo Marcos Oliveira recolocou em evidência um capítulo delicado da vida do ator: a mudança para o Retiro dos Artistas, em abril de 2025, depois de uma fase marcada por dificuldades financeiras, problemas de saúde e risco de perder a moradia. Conhecido nacionalmente pelo papel de Beiçola em A Grande Família, Marcos […]

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A nova polêmica envolvendo Marcos Oliveira recolocou em evidência um capítulo delicado da vida do ator: a mudança para o Retiro dos Artistas, em abril de 2025, depois de uma fase marcada por dificuldades financeiras, problemas de saúde e risco de perder a moradia.

Conhecido nacionalmente pelo papel de Beiçola em A Grande Família, Marcos passou a viver em uma casa no local com apoio de colegas da classe artística. A residência foi viabilizada com ajuda de Marieta Severo, sua parceira de elenco na série, e a mudança foi tratada na época como um recomeço após meses de apelos públicos por trabalho e ajuda financeira.

O assunto voltou à tona nesta semana depois de declarações do ator sobre a convivência no espaço.

Ele não está conseguindo se adaptar na convivência com os colegas de retiro, se queixando de situações que envolvem ao comportamento de moradores no lar.

Em resposta, o Retiro dos Artistas divulgou nota afirmando que as falas foram “infelizes” e não representam a realidade da maioria dos residentes, reforçando que a instituição tem como missão oferecer acolhimento, dignidade e qualidade de vida a artistas em situação de vulnerabilidade.

Mais do que uma discussão pontual, o episódio expôs de novo a fragilidade de muitos nomes conhecidos da televisão brasileira longe dos holofotes.

O Retiro, que funciona há mais de um século no Rio de Janeiro, voltou ao debate público justamente por reunir essas duas imagens ao mesmo tempo: abrigo e símbolo das dificuldades enfrentadas por artistas envelhecidos ou sem renda estável.

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Virginia e Zé Felipe mantém relação cordial após fim do casamento https://dia1brasil.com.br/virginia-e-ze-felipe-mantem-relacao-cordial-apos-fim-do-casamento/ https://dia1brasil.com.br/virginia-e-ze-felipe-mantem-relacao-cordial-apos-fim-do-casamento/#respond Thu, 26 Mar 2026 14:38:16 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5342 Quase 10 meses depois de anunciarem a separação, Virginia Fonseca e Zé Felipe seguem exibindo uma convivência pública sem sinais de guerra aberta. O foco dos dois continua nos três filhos — Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo — e, nas falas mais recentes, o tom tem sido de respeito, cuidado e tentativa de […]

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Quase 10 meses depois de anunciarem a separação, Virginia Fonseca e Zé Felipe seguem exibindo uma convivência pública sem sinais de guerra aberta.

O foco dos dois continua nos três filhos — Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo — e, nas falas mais recentes, o tom tem sido de respeito, cuidado e tentativa de evitar disputa em público.

A separação foi anunciada em maio de 2025, não “há cerca de um ano”, como algumas chamadas passaram a resumir.

Desde então, o ex-casal tem mantido contato por causa da rotina das crianças e, em episódios recentes, Zé Felipe reagiu para esfriar rumores de atrito depois da viagem de Virginia com os filhos para Orlando. Em resposta a críticas de seguidores, o cantor indicou que não pretende alimentar briga nem transformar os filhos em motivo de disputa.

Esse comportamento ajuda a sustentar a imagem de uma nova fase mais estável: separados na vida amorosa, mas ainda conectados pela criação dos filhos e pela necessidade de convivência.

No noticiário de celebridades, isso aparece como proximidade; na prática, o que se vê até aqui é uma relação pública mais controlada, com menos exposição de conflito e mais esforço para preservar a coparentalidade. Essa leitura também aparece em veículos que vêm acompanhando a rotina dos dois desde o divórcio formalizado em 2025.

O ponto central, neste momento, não é reconciliação, e sim administração da vida pós-separação sem ruptura pública mais dura — algo que segue sendo testado a cada nova exposição nas redes e a cada capítulo da rotina com as crianças.

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Netflix explica por que não gravou minissérie do Césio 137 em Goiânia https://dia1brasil.com.br/netflix-explica-por-que-nao-gravou-minisserie-do-cesio-137-em-goiania/ https://dia1brasil.com.br/netflix-explica-por-que-nao-gravou-minisserie-do-cesio-137-em-goiania/#respond Tue, 24 Mar 2026 13:46:32 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5320 A decisão da Netflix de filmar fora de Goiânia a minissérie Emergência Radioativa, inspirada no acidente com o Césio-137 de 1987, provocou desconforto em parte do público goiano desde a fase de produção. Agora, com a série já lançada, a explicação da equipe ficou mais clara: reconstruir a Goiânia daquele período exigiria um esforço cenográfico […]

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A decisão da Netflix de filmar fora de Goiânia a minissérie Emergência Radioativa, inspirada no acidente com o Césio-137 de 1987, provocou desconforto em parte do público goiano desde a fase de produção. Agora, com a série já lançada, a explicação da equipe ficou mais clara: reconstruir a Goiânia daquele período exigiria um esforço cenográfico muito maior do que gravar em cidades da Grande São Paulo, onde ainda haveria espaços urbanos mais fáceis de adaptar visualmente à paisagem de quase 40 anos atrás. A própria Netflix informou, em material oficial, que a obra revisita o clima de tensão vivido pela população no fim dos anos 1980, e reportagens sobre a produção apontam que as gravações ocorreram fora de Goiás.

O argumento central da produção é simples: Goiânia mudou demais. E, neste caso, não se trata apenas de fachada modernizada, trânsito mais intenso ou crescimento urbano. Alguns dos pontos mais simbólicos do desastre simplesmente não existem mais como eram em 1987. A antiga clínica onde a cápsula foi encontrada foi demolida e deu lugar ao Centro de Convenções; áreas diretamente ligadas à contaminação foram cavadas, isoladas e concretadas; e os espaços marcados pelo episódio passaram por intervenções urbanas e sanitárias que alteraram por completo sua aparência original. Em outras palavras, filmar na cidade real não significaria, necessariamente, obter a cidade de 1987 diante da câmera.

Esse ponto ajuda a esfriar uma crítica que, no início, foi muito emocional e compreensível: a de que a plataforma teria contado a dor de Goiânia sem sequer pisar em Goiânia. O incômodo continua legítimo no plano simbólico, porque a cidade carrega até hoje o peso histórico, humano e político da tragédia. Mas, no plano técnico, a justificativa da produção não parece absurda. Ao contrário: ela encontra respaldo na própria transformação urbana de Goiânia e na dificuldade real de reproduzir, com fidelidade visual, a geografia do acidente quase quatro décadas depois.

A escolha por gravar em cidades como Osasco e Santo André, segundo reportagens publicadas após a estreia, teve justamente esse objetivo: encontrar trechos urbanos mais moldáveis para a cenografia e para a direção de arte. Em produções históricas, esse tipo de decisão é comum. Nem sempre o local real preserva as condições materiais para representar o próprio passado. O que pesa, nesse caso, é que a história encenada não é qualquer uma: trata-se de uma tragédia que deixou mortos, contaminados, estigma social e uma cicatriz duradoura em Goiás. Por isso, a discussão nunca foi apenas sobre locação; foi também sobre pertencimento e memória.

Nas redes, esse debate ganhou um componente novo. Depois que a Netflix e integrantes da produção passaram a sustentar que Goiânia havia mudado demais, criadores de conteúdo locais começaram a comparar áreas atuais da cidade com registros históricos e trechos ligados ao acidente. O movimento ajudou a reforçar, ao menos para parte do público, que a explicação não era simples desculpa de estúdio. Ainda assim, a reação local mostra que a discussão vai além da cenografia: muitos goianos queriam ver a cidade não só como tema, mas como território efetivo da reconstrução audiovisual.

No fim, a Netflix acertou ao recolocar o caso do Césio-137 no centro do debate nacional, mas esbarrou num ponto sensível: quando a história ainda dói, a fidelidade não é cobrada só no roteiro ou na atuação. Ela também é cobrada no chão, na paisagem e na sensação de que o lugar onde tudo aconteceu não foi reduzido a mera referência de legenda. A explicação técnica faz sentido. O ressentimento local também.

Fontes: About Netflix, Terra, Metrópoles, Jornal de Brasília

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Ratinho reage, mantém fala sobre biologia e amplia crise com Erika Hilton https://dia1brasil.com.br/ratinho-reage-mantem-fala-sobre-biologia-e-amplia-crise-com-erika-hilton/ https://dia1brasil.com.br/ratinho-reage-mantem-fala-sobre-biologia-e-amplia-crise-com-erika-hilton/#respond Fri, 13 Mar 2026 15:05:27 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5256 Ratinho voltou a se manifestar sobre Erika Hilton e decidiu manter publicamente a linha de argumento que já havia provocado forte reação política e jurídica. Depois da primeira fala no SBT sobre a presidência da deputada na Comissão da Mulher da Câmara, o apresentador reafirmou que, na visão dele, existem diferenças biológicas entre homens e […]

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Ratinho voltou a se manifestar sobre Erika Hilton e decidiu manter publicamente a linha de argumento que já havia provocado forte reação política e jurídica.

Depois da primeira fala no SBT sobre a presidência da deputada na Comissão da Mulher da Câmara, o apresentador reafirmou que, na visão dele, existem diferenças biológicas entre homens e mulheres e negou ter intenção de ofender a parlamentar.

A nova manifestação veio em meio ao processo anunciado por Erika e ao desgaste aberto dentro e fora da emissora.

A crise começou quando Ratinho comentou no ar a eleição de Erika para comandar a comissão e afirmou que ela “não é uma mulher”, além de associar a definição de mulher à existência de útero.

A fala foi classificada como transfóbica por Erika Hilton, que anunciou ação judicial, pedido de investigação e indenização de R$ 10 milhões, com destinação às mulheres vítimas de violência.

O Ministério das Comunicações informou que vai analisar a representação apresentada pela deputada.

Na tentativa de conter o dano, o SBT divulgou nota dizendo que a declaração de Ratinho não condiz com a posição institucional da emissora e que o caso seria tratado internamente.

A polêmica, porém, continuou crescendo depois da conversa entre Erika Hilton e Daniela Beyruti, presidente do SBT. Houve ruído inicial sobre quem tomou a iniciativa do contato, mas a existência da conversa foi confirmada, com versões diferentes sobre a origem da ligação.

O episódio já ultrapassou o campo do entretenimento e entrou de vez no terreno político, jurídico e institucional. Ratinho segue no ar, mas a fala reacendeu o debate sobre limites da opinião na televisão aberta, responsabilidade de emissoras e o peso de declarações sobre identidade de gênero em programas de grande alcance.

Fontes: NaTelinha; Terra; Metrópoles

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Ratinho questiona eleição de Erika Hilton na TV e gera reação https://dia1brasil.com.br/ratinho-questiona-eleicao-de-erika-hilton-na-tv-e-gera-reacao/ https://dia1brasil.com.br/ratinho-questiona-eleicao-de-erika-hilton-na-tv-e-gera-reacao/#respond Thu, 12 Mar 2026 15:01:39 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5245 Horas depois de ser eleita com 11 votos e 10 em branco para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara, Erika Hilton virou tema do Programa do Ratinho, no SBT. Na edição de quarta (11), o apresentador questionou a escolha da deputada e disse, ao vivo, que ela “não é mulher, […]

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Horas depois de ser eleita com 11 votos e 10 em branco para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara, Erika Hilton virou tema do Programa do Ratinho, no SBT.

Na edição de quarta (11), o apresentador questionou a escolha da deputada e disse, ao vivo, que ela “não é mulher, ela é trans”. Em seguida, afirmou que, para ser mulher, seria preciso ter útero e menstruar.

O trecho passou a circular nas redes e recebeu críticas. Parte do público e de veículos tratou a falas como transfóbicas.

Mais cedo, ao assumir o comando do colegiado, Erika disse que sua gestão vai tratar “de todas as mulheres”. A eleição fez dela a primeira mulher trans a presidir a comissão.

Até a manhã desta quinta (12), o episódio seguia repercutindo fora de Brasília, entre TV aberta e redes sociais.

Câmara dos Deputados, Metrópoles

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Virginia Fonseca surge com look transparente em Paris e Vini JR. reage: ” superestrela” https://dia1brasil.com.br/virginia-fonseca-surge-com-look-transparente-em-paris-e-vini-jr-reage-superestrela/ https://dia1brasil.com.br/virginia-fonseca-surge-com-look-transparente-em-paris-e-vini-jr-reage-superestrela/#respond Mon, 09 Mar 2026 14:58:45 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5214 Convidada para assistir ao desfile da Balenciaga na Semana de Moda de Paris, Virginia Fonseca chamou atenção ao aparecer com um look transparente que rapidamente viralizou nas redes sociais. A influenciadora brasileira, que soma milhões de seguidores e costuma movimentar a internet com cada aparição pública, foi fotografada chegando ao evento e posando para câmeras […]

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Convidada para assistir ao desfile da Balenciaga na Semana de Moda de Paris, Virginia Fonseca chamou atenção ao aparecer com um look transparente que rapidamente viralizou nas redes sociais.

A influenciadora brasileira, que soma milhões de seguidores e costuma movimentar a internet com cada aparição pública, foi fotografada chegando ao evento e posando para câmeras e convidados. O visual escolhido — com transparência marcante — virou assunto entre fãs e perfis de moda que acompanham o evento na capital francesa.

Entre os comentários que ganharam destaque está o do jogador Vinícius Jr., que reagiu à publicação da influenciadora com uma mensagem direta: “Superestrela”. A interação do atacante do Real Madrid reforçou ainda mais a repercussão do look.

A presença de Virginia no desfile faz parte de uma lista de convidados internacionais da Balenciaga durante a temporada de moda em Paris, que reúne celebridades, influenciadores e nomes fortes da indústria fashion.

Nos bastidores da moda, convites para assistir aos desfiles são vistos como sinal de relevância global no universo digital e cultural — algo cada vez mais comum para criadores de conteúdo com grande alcance internacional.

Fontes: G1, Vogue

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