Arquivo de Saúde - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/categoria/saude/ Seu portal de notícias de Goiás Thu, 23 Apr 2026 14:11:08 +0000 pt-BR hourly 1 https://dia1brasil.com.br/wp-content/uploads/2024/03/cropped-D1-32x32.webp Arquivo de Saúde - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/categoria/saude/ 32 32 Cochilos longos e frequentes acendem alerta em estudo sobre mortalidades https://dia1brasil.com.br/cochilos-longos-e-frequentes-acendem-alerta-em-estudo-sobre-mortalidades/ https://dia1brasil.com.br/cochilos-longos-e-frequentes-acendem-alerta-em-estudo-sobre-mortalidades/#respond Thu, 23 Apr 2026 14:10:47 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5609 Um estudo publicado em 20 de abril no JAMA Network Open encontrou associação entre cochilos mais longos, mais frequentes e concentrados pela manhã e maior risco de m0rt4lid4de por qualquer causa em adultos com 56 anos ou mais. O ponto central é este: a pesquisa não diz que a soneca “mata”, mas sugere que esse […]

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Um estudo publicado em 20 de abril no JAMA Network Open encontrou associação entre cochilos mais longos, mais frequentes e concentrados pela manhã e maior risco de m0rt4lid4de por qualquer causa em adultos com 56 anos ou mais.

O ponto central é este: a pesquisa não diz que a soneca “mata”, mas sugere que esse padrão pode funcionar como sinal de saúde em piora.

Os pesquisadores acompanharam 1.338 participantes por até 19 anos e mediram os cochilos com actigrafia, um monitor de atividade usado no pulso.

No modelo mais ajustado, cada hora extra de cochilo por dia foi associada a alta de 13% no risco, e cada cochilo adicional, a 7%. Quem concentrava os cochilos pela manhã teve risco 30% maior do que quem cochilava no início da tarde.

A explicação mais provável não é que dormir de dia seja o problema em si, mas que cochilar demais possa refletir doenças já em curso ou ainda não diagnosticadas, como distúrbios do sono, alterações cardiovasculares, diabetes, dor crônica e neurodegeneração.

Os próprios autores tratam o hábito como possível “marcador” de risco, não como causa isolada.

O estudo também tem limites: foi feito majoritariamente com idosos, em sua maioria brancos, e os resultados não podem ser simplesmente estendidos a jovens, outras populações ou trabalhadores em turnos.

O alerta prático é outro: quando os cochilos começam a ficar mais longos, repetidos e cada vez mais cedo, isso pode merecer avaliação médica.

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Aspirina ganha novo papel contra o câncer, mas não para todo mundo https://dia1brasil.com.br/aspirina-ganha-novo-papel-contra-o-cancer-mas-nao-para-todo-mundo/ https://dia1brasil.com.br/aspirina-ganha-novo-papel-contra-o-cancer-mas-nao-para-todo-mundo/#respond Thu, 23 Apr 2026 13:51:47 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5603 Usada há milênios contra dor e febre, a aspirina voltou ao centro das pesquisas por um motivo maior: estudos recentes indicam que ela pode ajudar a frear a disseminação de alguns tumores e, em grupos específicos, reduzir o risco de câncer colorretal. O detalhe decisivo é que isso ainda não autoriza uso por conta própria […]

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Usada há milênios contra dor e febre, a aspirina voltou ao centro das pesquisas por um motivo maior: estudos recentes indicam que ela pode ajudar a frear a disseminação de alguns tumores e, em grupos específicos, reduzir o risco de câncer colorretal.

O detalhe decisivo é que isso ainda não autoriza uso por conta própria nem transformou o remédio em prevenção geral.

O avanço mais citado saiu em março de 2025, em estudo publicado na Nature.

Os pesquisadores descreveram um mecanismo pelo qual a aspirina bloqueia o tromboxano A2, uma substância das plaquetas, e com isso libera as células T — peças do sistema imune — para agir melhor contra metástases, quando o câncer se espalha pelo corpo.

O achado ajuda a explicar por que o remédio já aparecia associado, em alguns estudos, a menor disseminação de certos tumores.

Na prática, a evidência mais forte hoje está em grupos de alto risco.

No Reino Unido, o NICE recomenda considerar aspirina diária por mais de dois anos para pessoas com síndrome de Lynch, condição genética ligada a maior risco de câncer colorretal.

Em 2025, o estudo CaPP3 informou que doses baixas, de 75 a 100 mg por dia, funcionaram tão bem quanto doses maiores para cortar o risco de câncer de intestino nesse grupo.

Ao mesmo tempo, a cautela continua. Nos Estados Unidos, a USPSTF afirma que a evidência ainda é incerta para dizer que a aspirina reduz câncer colorretal na população geral, e recomenda não iniciar o uso preventivo em adultos com 60 anos ou mais.

O NCI também destaca que, no estudo ASPREE, idosos saudáveis que começaram a tomar baixa dose tiveram piora no balanço entre benefício e risco, inclusive com sinal de mais câncer avançado e mais mortes por câncer.

O próximo passo agora é definir exatamente quem pode se beneficiar sem pagar a conta em sangramentos e outras complicações.

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Goiás decreta emergência por SRAG e abre resposta extra na saúde https://dia1brasil.com.br/goias-decreta-emergencia-por-srag-e-abre-resposta-extra-na-saude/ https://dia1brasil.com.br/goias-decreta-emergencia-por-srag-e-abre-resposta-extra-na-saude/#respond Thu, 16 Apr 2026 19:02:12 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5569 Goiás entrou em situação de emergência em saúde pública por causa do avanço da Síndrome Respiratória Aguda Grave. O decreto, assinado por Daniel Vilela e publicado no Diário Oficial, vale por 180 dias e libera medidas imediatas para reforçar a rede de atendimento. Na prática, a medida autoriza a instalação do COE-SRAG, centro que passa […]

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Goiás entrou em situação de emergência em saúde pública por causa do avanço da Síndrome Respiratória Aguda Grave.

O decreto, assinado por Daniel Vilela e publicado no Diário Oficial, vale por 180 dias e libera medidas imediatas para reforçar a rede de atendimento.

Na prática, a medida autoriza a instalação do COE-SRAG, centro que passa a coordenar o monitoramento da crise, além de acelerar compra de insumos, cessão de equipamentos, contratação de serviços e outras ações emergenciais.

O texto do decreto cita a pressão sobre leitos de UTI e de suporte ventilatório para adultos e crianças.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, Goiás soma 2.560 casos de SRAG em 2026 até esta quinta-feira (16). Desse total, 126 foram associados à influenza, 49 à covid-19, 987 a outros vírus respiratórios e 922 seguem sem especificação.

Em paralelo, o cenário nacional segue em alerta: o boletim InfoGripe aponta Goiás entre os estados com sinal de crescimento de SRAG e com avanço de casos ligados à influenza A.

A campanha de vacinação contra a gripe começou em 28 de março. Goiás recebeu 436 mil doses enviadas pelo Ministério da Saúde, e a mobilização segue até 30 de maio, com foco nos grupos prioritários e meta de ao menos 90% de cobertura.

Veículos locais informam que a cobertura atual está em 16,19%, número ainda baixo para o momento de maior circulação dos vírus respiratórios.

O próximo teste do decreto será rápido: ampliar atendimento e vacinação antes que a pressão sobre os leitos piore com a chegada das semanas mais frias.

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Fake news sobre vacinas contra covid-19 continuam a ganhar força nas redes https://dia1brasil.com.br/fake-news-sobre-vacinas-contra-covid-19-continuam-a-ganhar-forca-nas-redes/ https://dia1brasil.com.br/fake-news-sobre-vacinas-contra-covid-19-continuam-a-ganhar-forca-nas-redes/#respond Wed, 15 Apr 2026 12:11:16 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5551 Alegações falsas sobre efeitos colaterais graves das vacinas contra a covid-19 voltam a circular intensamente nas redes sociais, mobilizando debates e questionamentos sobre segurança e eficácia dos imunizantes. O tema, que persiste cinco anos após o pico da pandemia, ganha tração especialmente entre perfis que questionam a narrativa oficial e pode afetar a adesão a […]

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Alegações falsas sobre efeitos colaterais graves das vacinas contra a covid-19 voltam a circular intensamente nas redes sociais, mobilizando debates e questionamentos sobre segurança e eficácia dos imunizantes.

O tema, que persiste cinco anos após o pico da pandemia, ganha tração especialmente entre perfis que questionam a narrativa oficial e pode afetar a adesão a campanhas de vacinação no Brasil.

Publicações recentes distorcem dados de ensaios clínicos da Pfizer, sugerindo que a empresa ocultou riscos ou eliminou grupos de controle para esconder problemas. Outras falam em uma suposta “Doença CoVax”, termo inexistente na literatura científica.

O Ministério da Saúde classificou essas informações como falsas e reforçou que as vacinas passaram por avaliações rigorosas antes da aprovação.

Em paralelo, há menções a casos raros de efeitos adversos confirmados, como a trombose com síndrome trombocitopênica associada à AstraZeneca, admitida pela farmacêutica em contextos jurídicos.

Especialistas da OPAS e da OMS destacam, no entanto, que os benefícios na prevenção de mortes e hospitalizações superam em muito esses riscos isolados.

As investigações sobre eventos adversos seguem em andamento em vários países.
No Brasil, onde a vacinação em massa ajudou a reduzir drasticamente óbitos por covid-19, a desinformação continua a ser monitorada por órgãos de saúde.

Autoridades lembram que hesitação vacinal pode abrir espaço para o retorno de doenças já controladas.

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Câncer colorretal: teste com fezes e IA acerta 90% dos casos, mas não substitui a colonoscopia https://dia1brasil.com.br/cancer-colorretal-teste-com-fezes-e-ia-acerta-90-dos-casos-mas-nao-substitui-a-colonoscopia/ https://dia1brasil.com.br/cancer-colorretal-teste-com-fezes-e-ia-acerta-90-dos-casos-mas-nao-substitui-a-colonoscopia/#respond Mon, 13 Apr 2026 12:26:48 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5515 Um exame não invasivo criado por pesquisadores da Universidade de Genebra identificou 90% dos casos de câncer colorretal em análises com amostras de fezes. O resultado chama atenção porque se aproxima da taxa de detecção citada para a colonoscopia, de 94%, mas o próprio estudo trata a ferramenta como triagem, não como substituta imediata do […]

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Um exame não invasivo criado por pesquisadores da Universidade de Genebra identificou 90% dos casos de câncer colorretal em análises com amostras de fezes.

O resultado chama atenção porque se aproxima da taxa de detecção citada para a colonoscopia, de 94%, mas o próprio estudo trata a ferramenta como triagem, não como substituta imediata do exame tradicional.

A equipe usou machine learning para mapear o microbioma intestinal em nível de subespécies bacterianas, um recorte mais preciso do que a análise comum por espécie.

Com esse catálogo, os cientistas montaram um modelo capaz de apontar sinais de câncer colorretal a partir de uma coleta simples de fezes. Segundo a universidade, o método superou os testes não invasivos atuais e ainda pode ganhar precisão com mais dados clínicos.

O ponto central é prático: se esse desempenho se confirmar em ensaios clínicos, o teste poderá ampliar o rastreamento e deixar a colonoscopia concentrada na confirmação dos casos suspeitos.

Hoje, o câncer colorretal é o terceiro mais comum do mundo e a segunda principal causa de m0rte por câncer, com 1,9 milhão de novos casos e mais de 900 mil m0rtes estimadas em 2022.

A colonoscopia segue essencial porque, além de detectar, também pode localizar lesões e permitir retirada de pólipos. Autoridades de saúde já usam testes de fezes no rastreamento, mas resultados alterados ainda exigem colonoscopia na sequência.

Em Genebra, um ensaio clínico com os hospitais universitários locais está em preparação para medir com mais precisão em quais estágios e lesões o novo método funciona melhor.

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Covid longa pode afetar o cérebro e já é ligada a mais de 200 sintomas https://dia1brasil.com.br/covid-longa-pode-afetar-o-cerebro-e-ja-e-ligada-a-mais-de-200-sintomas/ https://dia1brasil.com.br/covid-longa-pode-afetar-o-cerebro-e-ja-e-ligada-a-mais-de-200-sintomas/#respond Sun, 12 Apr 2026 15:19:34 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5512 A covid longa voltou ao centro do debate científico após uma revisão internacional apontar que a condição pode afetar o cérebro, o comportamento e a saúde mental, além de estar associada a mais de 200 sintomas. Entre eles estão fadiga, falta de ar, perda de memória, dificuldade de concentração, distúrbios do sono, ansiedade e depressão. […]

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A covid longa voltou ao centro do debate científico após uma revisão internacional apontar que a condição pode afetar o cérebro, o comportamento e a saúde mental, além de estar associada a mais de 200 sintomas.

Entre eles estão fadiga, falta de ar, perda de memória, dificuldade de concentração, distúrbios do sono, ansiedade e depressão.

O trabalho reuniu 14 especialistas de vários países e teve participação da neurologista Clarissa Yasuda, da Unicamp, única brasileira entre os autores.

A revisão foi publicada na revista Nature Reviews Disease Primers e sustenta que a covid longa não se resume a um cansaço persistente: ela pode comprometer funções cognitivas e atrapalhar tarefas simples do dia a dia e o desempenho no trabalho.

Segundo a revisão, há vários mecanismos biológicos possíveis por trás desse quadro, como persistência viral, reativação de outros vírus, inflamação crônica, alterações imunológicas, problemas de coagulação e danos em vasos sanguíneos.

Isso ajuda a explicar por que os sintomas variam tanto de uma pessoa para outra e por que o diagnóstico ainda costuma ser difícil.

A estimativa citada pelos pesquisadores é que entre 80 milhões e 400 milhões de pessoas no mundo convivam com covid longa.

O tamanho da faixa mostra que ainda há incerteza sobre a dimensão exata do problema, mas não sobre sua existência. O desafio agora é transformar esse acúmulo de evidências em diagnóstico mais rápido, acompanhamento adequado e tratamento mais consistente.

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Abril marrom reforça alerta: perda de visão ainda avança por diagnóstico tardio https://dia1brasil.com.br/abril-marrom-reforca-alerta-perda-de-visao-ainda-avanca-por-diagnostico-tardio/ https://dia1brasil.com.br/abril-marrom-reforca-alerta-perda-de-visao-ainda-avanca-por-diagnostico-tardio/#respond Fri, 10 Apr 2026 15:05:32 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5482 Grande parte dos casos de cegueira e deficiência visual pode ser evitada ou tratada, mas o problema continua crescendo quando o paciente só procura ajuda depois que a visão já começou a falhar. O ponto mais crítico é que várias doenças oculares avançam em silêncio, sem dor e sem sinais claros nas fases iniciais. Entre […]

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Grande parte dos casos de cegueira e deficiência visual pode ser evitada ou tratada, mas o problema continua crescendo quando o paciente só procura ajuda depois que a visão já começou a falhar.

O ponto mais crítico é que várias doenças oculares avançam em silêncio, sem dor e sem sinais claros nas fases iniciais.

Entre as principais causas de cegueira em adultos estão catarata, glaucoma, retinopatia diabética e degeneração macular relacionada à idade. A catarata costuma ter solução cirúrgica com boa resposta.

Já o glaucoma exige atenção especial porque é progressivo, muitas vezes assintomático e segue como a principal causa de cegueira irreversível.

O grupo de maior risco inclui pessoas acima de 40 anos, pacientes com histórico familiar de glaucoma, pressão intraocular elevada, miopia alta, diabetes e hipertensão.

Nesses casos, o acompanhamento regular deixa de ser recomendação genérica e vira medida prática de proteção da visão.

O problema é que ainda persiste a cultura de marcar consulta só quando os sintomas aparecem — e, para algumas doenças, isso já pode ser tarde demais.

A tecnologia melhorou esse cenário, especialmente com exames de imagem de alta resolução, como a tomografia de coerência óptica, que ajuda a identificar alterações precoces antes da perda visual irreversível.

Mas exame bom não resolve sozinho: sem acesso, rotina e orientação, o diagnóstico continua chegando atrasado para muita gente.

O Abril Marrom existe justamente para cutucar esse ponto. Em saúde ocular, esperar sentir não é prudência — muitas vezes é atraso.

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Anvisa manda recolher lote de dipirona após identificar material estranho https://dia1brasil.com.br/anvisa-manda-recolher-lote-de-dipirona-apos-identificar-material-estranho/ https://dia1brasil.com.br/anvisa-manda-recolher-lote-de-dipirona-apos-identificar-material-estranho/#respond Thu, 09 Apr 2026 19:32:33 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5467 A Anvisa determinou o recolhimento e a suspensão imediata de um lote de dipirona injetável da Hypofarma após confirmar desvio de qualidade no produto. A medida atinge o lote 24112378 da dipirona monoidratada 500 mg/mL, vendida em caixas com 100 ampolas de 2 mL. Segundo a agência, foi encontrada a presença de material particulado, ou […]

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A Anvisa determinou o recolhimento e a suspensão imediata de um lote de dipirona injetável da Hypofarma após confirmar desvio de qualidade no produto. A medida atinge o lote 24112378 da dipirona monoidratada 500 mg/mL, vendida em caixas com 100 ampolas de 2 mL.

Segundo a agência, foi encontrada a presença de material particulado, ou seja, conteúdo não dissolvido e estranho à formulação do medicamento. Com isso, ficaram suspensos a comercialização, a distribuição e o uso desse lote específico em todo o país.

O ponto mais importante para hospitais, clínicas, farmácias e serviços de saúde é a identificação correta do número do lote. A decisão não envolve toda a linha do produto nem todos os medicamentos da fabricante. Em nota, a Hypofarma afirmou que o problema está restrito a um único lote e disse manter os padrões técnicos e regulatórios exigidos pelas autoridades sanitárias.

Na mesma leva de medidas publicadas no Diário Oficial, a Anvisa também alcançou outros produtos manipulados de empresas diferentes, incluindo lotes de testosterona, nandrolona, tirzepatida e semaglutida. No caso da dipirona, o efeito prático é direto: quem tiver unidades do lote citado deve interromper o uso e seguir a orientação de recolhimento.

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Analgésico em excesso pode piorar a enxaqueca https://dia1brasil.com.br/analgesico-em-excesso-pode-piorar-a-enxaqueca/ https://dia1brasil.com.br/analgesico-em-excesso-pode-piorar-a-enxaqueca/#respond Thu, 09 Apr 2026 19:26:40 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5455 Remédio demais para tentar segurar a dor de cabeça pode virar parte do problema. Médicos chamam isso de cefaleia por uso excessivo de medicação, um quadro em que o organismo entra num ciclo de dor mais frequente e menos resposta ao tratamento. O risco costuma crescer quando analgésicos comuns, anti-inflamatórios ou remédios específicos para enxaqueca […]

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Remédio demais para tentar segurar a dor de cabeça pode virar parte do problema. Médicos chamam isso de cefaleia por uso excessivo de medicação, um quadro em que o organismo entra num ciclo de dor mais frequente e menos resposta ao tratamento.

O risco costuma crescer quando analgésicos comuns, anti-inflamatórios ou remédios específicos para enxaqueca passam a ser usados de forma repetida por semanas ou meses. Segundo referências médicas, o alerta costuma acender quando analgésicos simples são usados em muitos dias do mês e, no caso de triptanos, opioides ou combinações, o limite de segurança tende a ser ainda menor.

Esse uso frequente não só pode manter a dor “voltando”, como também dificultar o controle da enxaqueca no longo prazo. A orientação geral é não aumentar a dose por conta própria nem transformar o remédio de crise em rotina. Em muitos casos, o ajuste do tratamento precisa incluir acompanhamento médico e, às vezes, mudança da estratégia para prevenção.

Quem está com dor de cabeça recorrente e percebe que está tomando remédio várias vezes por semana deve procurar avaliação clínica para quebrar esse ciclo antes que a enxaqueca fique mais difícil de controlar.

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Saúde emocional do síndico é tema de palestra no 28º ECON com Jirdel Araújo https://dia1brasil.com.br/saude-emocional-do-sindico-e-tema-de-palestra-no-28o-econ-com-jirdel-araujo/ https://dia1brasil.com.br/saude-emocional-do-sindico-e-tema-de-palestra-no-28o-econ-com-jirdel-araujo/#respond Wed, 08 Apr 2026 13:02:33 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5438 Especialista alerta para os impactos da sobrecarga e defende preparo emocional como pilar da gestão condominial A crescente pressão enfrentada por síndicos e os impactos diretos na saúde emocional desses profissionais estarão no centro de uma das palestras do 28º ECON, um dos principais encontros do setor imobiliário e condominial em Goiás, organizado e promovido […]

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Especialista alerta para os impactos da sobrecarga e defende preparo emocional como pilar da gestão condominial

A crescente pressão enfrentada por síndicos e os impactos diretos na saúde emocional desses profissionais estarão no centro de uma das palestras do 28º ECON, um dos principais encontros do setor imobiliário e condominial em Goiás, organizado e promovido pelo Sindicato das Imobiliárias, Shoppings e Flats do Estado de Goiás (Secovi Goiás). O síndico coach Jirdel Araújo conduz a discussão com foco nos desafios psicológicos da função e na necessidade de desenvolver inteligência emocional para uma gestão mais estratégica e sustentável.

Responsáveis por decisões que envolvem finanças, convivência e resolução de conflitos, síndicos lidam diariamente com demandas complexas e, muitas vezes, com elevado nível de exigência emocional. Segundo Jirdel Araújo, a forma como essa gestão é estruturada impacta diretamente o equilíbrio psicológico do profissional.

“O síndico exerce um papel essencialmente estratégico, de decisão e liderança. Quando tenta centralizar funções sem o devido suporte técnico, o peso das responsabilidades recai diretamente sobre seu equilíbrio emocional”, afirma. Ele destaca que a ausência de assessorias especializadas intensifica esse cenário. “A ausência de assessorias jurídicas, administrativas e técnicas leva inevitavelmente à sobrecarga, com impacto direto no aumento da ansiedade.”

De acordo com o especialista, esse processo compromete não apenas o bem-estar, mas também a qualidade da gestão. “Sob níveis elevados de ansiedade, o síndico perde clareza analítica, comprometendo sua capacidade de identificar oportunidades e definir os melhores caminhos”, pontua, ao defender um modelo baseado em decisões técnicas, e não na execução centralizada.

O palestrante também chama atenção para sinais claros de esgotamento. “Um dos principais sinais de alerta é o perfil centralizador. O síndico que tenta assumir todas as frentes tende ao esgotamento”, explica. Esse desgaste, segundo ele, ultrapassa o ambiente profissional. “Os impactos extrapolam o trabalho, afetando relações familiares e levando ao abandono de atividades que promovem bem-estar.”

Outro fator crítico está na dinâmica de relacionamento com moradores. “O imediatismo intensificou a pressão sobre a gestão. Há uma expectativa por respostas rápidas, mesmo diante de prioridades técnicas mais críticas”, observa. Além disso, ambientes conflituosos potencializam o desgaste emocional. “Contextos tóxicos geram sobrecarga quase inevitável, especialmente quando críticas constantes são internalizadas.”

Diante desse cenário, Jirdel Araújo reforça que o cuidado com a saúde emocional deve ser tratado como prioridade.
“O primeiro passo para uma gestão sustentável é o síndico cuidar da própria saúde emocional”, afirma. Entre as estratégias, ele destaca a importância do posicionamento e da comunicação. “Saber dizer ‘não’ e sustentar decisões é fundamental. Liderar implica tomar decisões difíceis e compreender que a unanimidade é inalcançável.”

A adoção de uma comunicação clara e contínua também é apontada como ferramenta essencial para reduzir conflitos. “Uma comunicação transparente minimiza ruídos e evita desgastes desnecessários”, diz. Ao mesmo tempo, o especialista alerta para o uso inadequado de canais digitais. “Ambientes como grupos de WhatsApp, quando mal geridos, tendem a amplificar conflitos e comprometer a saúde emocional.”

Sobre o ECON

A palestra integra a programação do ECON, que em sua 28ª edição reúne especialistas, gestores e profissionais para discutir tendências, desafios e boas práticas na administração de condomínios. Organizado e promovido pelo Sindicato das Imobiliárias, Shoppings e Flats do Estado de Goiás (Secovi Goiás), o evento tem foco em temas ligados à convivência, inovação e responsabilidade social, acompanhando as transformações no modo de viver em ambientes coletivos e reforçando a importância de uma gestão cada vez mais humanizada.

Ao trazer a saúde emocional do síndico para o centro do debate, o ECON amplia a compreensão sobre os desafios da função e evidencia que, sem preparo emocional, não há gestão sustentável. “Condomínios são, acima de tudo, ambientes humanos e exigem inteligência emocional”, conclui o palestrante.

Serviço:
28º Encontro de Condomínios (Econ) – Condomínio 2030: Inteligência, Sustentabilidade e Convivência Digital
Data: 14 e 15 de maio
Horário: 8h às 18h com happy hour no dia 15 (18h às 21h)
Local: Flamboyant Hall, Goiânia – GO – Avenida Deputado Jamel Cecílio, 3300, Shopping Flamboyant , Jardim Goiás – Goiânia, GO
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/28-econ-condominio-2030-inteligencia-sustentabilidade-e-convivencia-digital/3288872

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