sexta-feira, março 6, 2026

Denúncias ligam família de Toffoli a Resort no Paraná e unem parlamentares em cobrança por investigações

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Suspeitas de ligações entre o ministro do STF Dias Toffoli e o resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), ganharam força na última semana com reportagens que apontam conexões familiares e possíveis conflitos de interesse.

Com isso, deputados de oposição e governistas se uniram para exigir apurações mais profundas, destacando o impacto no Judiciário brasileiro.

Os irmãos de Toffoli venderam parte do resort a um fundo representado por um investigado por lavagem de dinheiro, ligado ao Banco Master – instituição liquidada pelo Banco Central em 2025 e sob relatoria do próprio ministro no STF.

Documentos revelam que Toffoli passou ao menos 168 dias no local entre 2022 e 2025, com custos de segurança arcados por cofres públicos, totalizando cerca de R$ 548 mil.

Denúncias recentes incluem a suposta operação de um cassino informal no resort, com jogos como blackjack e apostas em dinheiro, o que levou partidos como o Missão e o MBL a protocolarem notícias-crime no Ministério Público do Paraná e na PGR.

Eles pedem investigação sobre violações à lei, incluindo possíveis infrações ao Estatuto da Criança e do Adolescente.

Parlamentares acionaram ainda o CNJ para analisar a relação de Toffoli com o empreendimento, argumentando risco de imparcialidade em processos relacionados.

A defesa do ministro não se manifestou publicamente até agora.
As investigações estão em andamento e ninguém pode ser considerado culpado até decisão final da Justiça.

Fontes: UOL, O Globo, Gazeta do Povo.

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