O bolsonarismo voltou a rachar ontem (quarta-feira, 14) após um embate público entre a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e o pastor Silas Malafaia, com troca de acusações nas redes e repercussão no Congresso.
O estopim foi a discussão, na CPMI que apura fraudes e descontos indevidos em benefícios do INSS, sobre suspeitas envolvendo instituições religiosas. Malafaia reagiu cobrando que Damares apresente nomes e provas, dizendo que declarações genéricas colocam igrejas sob suspeita.
Damares respondeu em nota que o tema “machuca” e pediu apuração responsável e imparcial. Ela afirma que não pretende criminalizar a fé, mas sustenta que denúncias e indícios precisam ser investigados com base no material reunido pela comissão.
O episódio amplia sinais de tensão no campo conservador: quando o bolsonarismo entra em disputa interna, o custo político costuma ser perda de coordenação e de foco, num momento em que a direita tenta organizar discurso, alianças e palanques para 2026.
Fontes: InfoMoney, Poder360, Congresso em Foco.
