Vai à praia? O drink na areia parece inofensivo, mas pode ser porta de entrada para contaminação. Gelo de procedência duvidosa, água não tratada e manuseio sem higiene aumentam o risco — e podem transformar o passeio em diarreia, vômitos e desidratação.
O ponto mais comum é o gelo: se foi feito com água não potável ou ficou armazenado de forma inadequada, vira um “atalho” para microrganismos. A mesma lógica vale para frutas cortadas expostas ao calor, canudos e copos reutilizados sem limpeza e até a água usada para “completar” a bebida.
Para reduzir o risco, prefira lugares com preparo visível e boa rotatividade, peça bebidas lacradas quando possível e desconfie de gelo com aparência “leitosa” ou com cheiro estranho. Evite frutas já cortadas há muito tempo e, se der, escolha drinks sem gelo e sem mistura de água.
Se você vai levar o próprio kit, a regra é simples: gelo de casa (feito com água filtrada), caixa térmica bem vedada, frutas higienizadas e utensílios limpos. E, na dúvida, água mineral lacrada para beber e para qualquer preparo rápido.
No fim, a proteção é prática: menos improviso, mais higiene e atenção ao gelo. Assim, o drink na praia continua sendo lazer — não um problema de saúde.
Fontes: Ministério da Saúde, Anvisa, SES-SC.
