A entrada de Ana Paula Rezende no PL e a indicação para vice de Wilder Morais mudaram o tabuleiro em Goiás e geraram críticas públicas de Ronaldo Caiado e Daniel Vilela nesta sexta-feira (20).
Caiado disse ter sido “pego de surpresa” e afirmou que a decisão teria “motivação empresarial”, chamando o movimento de “ato mercantilista” e citando “acordo empresarial” no entorno da filiação.
Daniel Vilela lamentou “profundamente” a saída do MDB e classificou a escolha como “impensada”. Ele também afirmou que insistiu até o fim para que Ana Paula seguisse no partido: “até o último prazo eu estava no escritório dela”, repetindo que ela poderia ter sido candidata na capital.
No PL, Ana Paula foi apresentada como reforço para a chapa de Wilder em 2026, ampliando o clima de pré-campanha e a disputa por alianças no estado.
Nos próximos dias, a atenção se volta para a agenda pública do PL e para como MDB e governo vão reagir no xadrez de 2026.
Fontes: O Popular; Mais Goiás; Jornal Opção.
