Um “não passou no celular” pode ser a senha para o golpe: a maquininha “falha”, o vendedor pressiona, e a vítima acaba entregando o cartão — abrindo espaço para troca do cartão, captura de senha ou cobrança indevida.
O roteiro costuma aparecer em lugares de correria: praia, balada, porta de evento e até em pontos turísticos. Em vez de insistir na aproximação, o golpista pede “só um minutinho” e tenta conduzir o pagamento fora do seu campo de visão, com visor escuro, brilho baixo ou máquina posicionada para você não ver o valor.
O alerta de órgãos de defesa do consumidor é direto: não entregue o cartão, confira o valor na tela antes de digitar a senha e desconfie de pressão para “resolver rápido”. Se a máquina “não reconhece” seu celular, a saída mais segura é trocar a forma de pagamento (Pix conferindo o destinatário) ou cancelar a compra.
Se você notar algo estranho depois, bloqueie o cartão no app, conteste a transação e registre ocorrência com horário e local — esses dados ajudam o banco e a investigação.
Fontes: Procon-ES; Banco Central do Brasil; Febraban.
