A “gripe K” é uma variação genética do Influenza A(H3N2), identificada como J.2.4.1 (subclado K). “Super gripe” é apelido informal. OMS e Opas apontam aumento de circulação no Hemisfério Norte desde ago.2025, sem evidência, até agora, de maior gravidade.
SINTOMAS MAIS COMUNS (INFLUENZA)
A gripe K costuma começar de forma súbita e pode incluir:
• febre ou sensação de febre e calafrios
• tosse
• dor de garganta
• coriza ou nariz entupido
• dor no corpo e dor de cabeça
• cansaço intenso
• em crianças, às vezes vômito e diarreia
POR QUE O ALERTA EXISTE
O ponto central não é “sintoma novo”, e sim o ritmo de disseminação: quando muita gente adoece ao mesmo tempo, cresce o risco de internações e de sobrecarga em hospitais, sobretudo entre idosos e pessoas com doenças crônicas.
DURAÇÃO: O QUE É ESPERADO
Em geral, febre e dores melhoram em 3 a 5 dias. Tosse e fadiga podem persistir por 1 a 2 semanas. Se a piora for progressiva, vale investigar complicações.
SINAIS DE ALERTA (PROCURE ATENDIMENTO)
• falta de ar, dor no peito, chiado
• confusão, desmaio, prostração importante
• febre alta por mais de 3 dias, ou febre que volta após melhora
• desidratação (tontura, pouca urina)
• piora em gestantes, crianças pequenas, idosos e imunossuprimidos
E A BAHIA?
Até 18.dez.2025, o registro público de detecção no Brasil foi no Pará, em caso tratado como importado. A circulação na Bahia depende de confirmação em amostras locais.
CUIDADOS E PREVENÇÃO
Repouso e hidratação ajudam. Evite automedicação. Vacinação contra influenza segue como principal medida para reduzir risco de complicações, especialmente em grupos prioritários.
Fontes: Opas/OMS, OMS, CDC, Fiocruz.
