Arquivo de Câmara dos Deputados - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/tag/camara-dos-deputados/ Seu portal de notícias de Goiás Tue, 06 Oct 2026 14:52:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://dia1brasil.com.br/wp-content/uploads/2024/03/cropped-D1-32x32.webp Arquivo de Câmara dos Deputados - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/tag/camara-dos-deputados/ 32 32 Câmara dos Deputados registra 35% de renovação com novos eleitos https://dia1brasil.com.br/camara-dos-deputados-registra-35-de-renovacao-com-novos-eleitos/ https://dia1brasil.com.br/camara-dos-deputados-registra-35-de-renovacao-com-novos-eleitos/#respond Tue, 06 Oct 2026 14:52:44 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=9053 A Câmara dos Deputados confirmou, com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que 183 dos 513 deputados federais eleitos no último domingo (4) iniciarão seu primeiro mandato. Esse número equivale a uma taxa de renovação de 35,67% entre os parlamentares da Casa, que atuarão na 58ª legislatura, com início em 1º de fevereiro […]

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A Câmara dos Deputados confirmou, com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que 183 dos 513 deputados federais eleitos no último domingo (4) iniciarão seu primeiro mandato.

Esse número equivale a uma taxa de renovação de 35,67% entre os parlamentares da Casa, que atuarão na 58ª legislatura, com início em 1º de fevereiro de 2027 e término em 31 de janeiro de 2031.

Dos eleitos, 301 parlamentares foram reeleitos, representando 58,6% do total. Isso inclui tanto os deputados titulares que conquistaram novos mandatos quanto os suplentes que foram efetivados ao longo da atual 57ª legislatura. Além disso, 29 ex-deputados de legislaturas anteriores retornarão à Câmara.

Composição étnica e de gênero

Os deputados autodeclarados pretos e pardos conquistaram 135 cadeiras, o que corresponde a 26,3% do total da próxima legislatura. Essa quantidade indica um decréscimo de 2,9% em relação aos 139 parlamentares eleitos no pleito de 2022.

No total, o TSE registrou 10.206 candidaturas de pessoas negras para diversos cargos eletivos, representando 49,64% do total de candidaturas. Em relação aos deputados autodeclarados indígenas, apenas três conseguiram garantir um mandato: Paulo Guedes (PT-MG), Juliana Cardoso (PT-SP) e Sônia Guajajara (PSol-SP). Com isso, a bancada indígena cairá para aproximadamente 0,58%, uma redução em relação aos cinco parlamentares indígenas eleitos em 2022.

No que diz respeito ao gênero, um marco histórico foi alcançado: 108 mulheres foram eleitas, o que representa a maior bancada feminina da Câmara até hoje, com um aumento de 18,68% em comparação com 2022, quando 91 mulheres foram eleitas. Damares Medina, advogada e professora, ressaltou a importância desse aumento, afirmando que “o lugar da mulher é onde ela quiser”.

Distribuição partidária

O Partido Liberal (PL) se destacou ao eleger 121 deputados, ampliando sua bancada em 24 parlamentares em relação à eleição anterior. A Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PCdoB e PV, ficou em segundo lugar, com 88 deputados, seis a mais do que na eleição anterior.

A distribuição das bancadas na nova legislatura é a seguinte:

  • PL: 121 deputados;
  • Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV): 88;
  • Federação União Progressista (União/PP): 87;
  • PSD: 43;
  • Republicanos: 41;
  • MDB: 36;
  • Pode (Podemos): 27;
  • PSB: 15;
  • Federação PSol/Rede Sustentabilidade: 15;
  • PSDB/Cidadania: 11;
  • Novo: 10;
  • PRD/Solidariedade: 7;
  • PDT: 6;
  • Avante: 5;
  • Missão: 1.

Damares Medina também destacou o impacto da formação de blocos partidários, que garantem influência significativa na distribuição do orçamento e emendas parlamentares. Além disso, ela observou um deslocamento no espectro político, com a ascensão de mais parlamentares conservadores.

Recordes de votação

As eleições deste ano também resultaram em novos recordes de votação. O deputado reeleito Nikolas Ferreira (PL-MG) se tornou o mais votado da história do Brasil, alcançando 3,11 milhões de votos, superando sua própria marca de 2022, quando recebeu 1,47 milhão de votos. Lucas Pavanato (PL), com 3.038.438 votos, também se destacou, enquanto a deputada Erika Hilton (PSol-SP) foi a recordista de votos da bancada feminina, com 1.596.472 votos.

*Colaborou Priscilla Mazenotti, repórter da Rádio Nacional/EBC

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Aumento da Representatividade Feminina no Congresso Nacional https://dia1brasil.com.br/aumento-da-representatividade-feminina-no-congresso-nacional/ https://dia1brasil.com.br/aumento-da-representatividade-feminina-no-congresso-nacional/#respond Tue, 06 Oct 2026 14:45:43 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=9041 A bancada feminina no Congresso Nacional alcançou números históricos nas eleições de 2026, marcando um avanço significativo na representação das mulheres. Na Câmara dos Deputados, o total de mulheres eleitas subiu de 90 para 109, resultando em um crescimento de 21%. Este aumento ocorre mesmo com uma redução no número de candidatas: em 2022, 3.317 […]

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A bancada feminina no Congresso Nacional alcançou números históricos nas eleições de 2026, marcando um avanço significativo na representação das mulheres.

Na Câmara dos Deputados, o total de mulheres eleitas subiu de 90 para 109, resultando em um crescimento de 21%. Este aumento ocorre mesmo com uma redução no número de candidatas: em 2022, 3.317 mulheres se candidataram a deputadas federais, enquanto em 2026, esse número caiu para 2.820, representando uma diminuição de 24%.

Novas Conquistas no Senado

No Senado Federal, doze mulheres foram eleitas entre as 54 vagas disponíveis, o maior número desde a redemocratização do Brasil. Em 2018, ano em que também houve a renovação de dois terços da Casa, apenas oito mulheres foram eleitas. Com essa nova composição, o total de senadoras aumentará de quinze para dezoito a partir do próximo ano.

O Brasil possui 81 senadores, cada um com um mandato de oito anos, e a cada quatro anos um terço ou dois terços da Casa é renovado. A partir de 2026, a representação feminina no Senado corresponderá a 22,2% das cadeiras, com o Distrito Federal sendo a única unidade da Federação a eleger três senadoras, enquanto o Piauí permanece como o único estado que nunca elegeu uma mulher para o Senado.

Desafios para a Equidade de Gênero

Apesar dos avanços, as mulheres ainda são minoria nas duas Casas Legislativas. Na Câmara, a bancada feminina representará 21% dos 513 deputados na próxima legislatura. A federação composta por PT, PCdoB e PV foi a que elegeu o maior número de mulheres, com 34 das 109 eleitas. No Senado, a proporção de senadoras subirá para 22,2% das 81 cadeiras.

As novas senadoras tomarão posse em fevereiro, com mandatos que se estenderão até 2035. A professora de Ciência Política da Universidade de Brasília, Flávia Biroli, alerta que o aumento no número de parlamentares mulheres não garante, necessariamente, a promoção de políticas voltadas para a equidade de gênero. Ela ressalta que a diversidade de pensamento entre as mulheres eleitas pode resultar em visões que não são favoráveis à maioria feminina. “Você pode ter mulheres eleitas representando visões econômicas que são prejudiciais para grande maioria das mulheres”, afirmou Biroli, citando a senadora Bia Kicis como um exemplo.

Avanços e Retrocessos para Mulheres Negras

O número de mulheres negras eleitas também cresceu na Câmara, com pelo menos 15 deputadas negras eleitas para 2026, um aumento de 66,6% em relação a 2022, quando foram eleitas 9. Tainah Pereira, coordenadora política da organização Mulheres Negras Decidem, expressou otimismo com o aumento de mulheres jovens entre as eleitas, indicando uma renovação na liderança feminina e negra.

No entanto, a situação no Senado é preocupante. Das 12 senadoras eleitas, nenhuma se declarou negra. Eliziane Gama, que atualmente ocupa o cargo pelo Maranhão, não foi reeleita, e outras candidatas negras, como Mariana Silva e Benedita da Silva, também não conseguiram vencer suas disputas. Benedita da Silva foi a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira no Senado em 1998, mas até hoje apenas quatro mulheres negras foram senadoras.

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Mãe de Isabella Nardoni e pai de Henry Borel são eleitos deputados federais https://dia1brasil.com.br/mae-de-isabella-nardoni-e-pai-de-henry-borel-sao-eleitos-deputados-federais/ https://dia1brasil.com.br/mae-de-isabella-nardoni-e-pai-de-henry-borel-sao-eleitos-deputados-federais/#respond Tue, 06 Oct 2026 14:44:48 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=9039 Ana Carolina Oliveira e Leniel Borel, figuras marcadas por tragédias familiares, foram eleitos deputados federais nas últimas eleições. A eleição traz à Câmara dos Deputados figuras marcadas por tragédias familiares. Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, e Leniel Borel, pai de Henry Borel, foram eleitos deputados federais e assumirão seus mandatos em Brasília pelos […]

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Ana Carolina Oliveira e Leniel Borel, figuras marcadas por tragédias familiares, foram eleitos deputados federais nas últimas eleições.

A eleição traz à Câmara dos Deputados figuras marcadas por tragédias familiares. Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, e Leniel Borel, pai de Henry Borel, foram eleitos deputados federais e assumirão seus mandatos em Brasília pelos próximos quatro anos. Ana Carolina já ocupava um cargo na Câmara Municipal de São Paulo, enquanto Leniel exercia a função na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Trajetórias políticas e propostas

Filiada ao Podemos em São Paulo, Ana Carolina Oliveira conquistou 246.741 votos, tornando-se a segunda candidata mais votada do partido no estado. Sua entrada na política foi impulsionada pela tragédia envolvendo sua filha, morta em 2008, e ela se dedicou a pautas relacionadas à segurança pública e apoio a vítimas de violência.

No Rio de Janeiro, Leniel Borel, candidato pelo Progressistas (PP), recebeu 72.658 votos, assegurando uma vaga no Congresso Nacional. O pai de Henry Borel, que faleceu em 2021, iniciou sua trajetória pública após a morte do filho, focando sua campanha em medidas de proteção à infância.

Estratégia dos partidos

A eleição de Ana Carolina e Leniel exemplifica a tática das legendas de centro e centro-direita de buscar nomes com forte apelo social para ampliar suas bancadas na Câmara. Partidos como o Progressistas e o Podemos têm se apoiado em candidatos que abordam questões morais ou de segurança, visando aumentar seu coeficiente eleitoral e garantir mais cadeiras no legislativo.

Ao integrar em suas fileiras representantes que defendem pautas focadas no combate à violência e proteção das crianças e famílias, essas legendas reforçam seu compromisso com a segurança pública, um tema de grande relevância na atualidade.

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Eleições 2026: A Família Bolsonaro e Seus Resultados nas Urnas https://dia1brasil.com.br/eleicoes-2026-a-familia-bolsonaro-e-seus-resultados-nas-urnas/ https://dia1brasil.com.br/eleicoes-2026-a-familia-bolsonaro-e-seus-resultados-nas-urnas/#respond Mon, 05 Oct 2026 11:56:18 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=8982 A família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) obteve resultados significativos nas eleições de domingo (4/10), com quatro membros eleitos e dois suplentes, além de Flávio Bolsonaro, que disputará o segundo turno na corrida presidencial. O ex-chefe do Planalto, atualmente inelegível e cumprindo pena por tentativa de golpe de Estado, viu seus filhos, esposa, ex-esposa, irmão […]

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A família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) obteve resultados significativos nas eleições de domingo (4/10), com quatro membros eleitos e dois suplentes, além de Flávio Bolsonaro, que disputará o segundo turno na corrida presidencial. O ex-chefe do Planalto, atualmente inelegível e cumprindo pena por tentativa de golpe de Estado, viu seus filhos, esposa, ex-esposa, irmão e cunhados se lançarem em diversas disputas eleitorais.

Flávio Bolsonaro, filho mais velho de Jair, foi escolhido para representar o PL na corrida presidencial e garantiu 47,03% dos votos, enfrentando o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno marcado para 25 de outubro. Essa candidatura representa um dos maiores desafios em sua trajetória política, que teve início em 2002, quando foi eleito deputado estadual no Rio de Janeiro.

Esta foi a primeira eleição desde 1990 sem Jair Bolsonaro como candidato. Em 2022, ele se tornou o primeiro presidente brasileiro a buscar reeleição e ser derrotado, e atualmente enfrenta mais de 27 anos de prisão devido a condenações relacionadas à tentativa de golpe.

Michelle Bolsonaro e sua estreia nas urnas

No Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL) fez sua estreia política e foi eleita senadora, recebendo 29,1% dos votos, o que equivale a aproximadamente 938 mil votos. Sua candidatura foi confirmada após meses de incertezas e conflitos familiares, incluindo desentendimentos com Flávio.

A ex-primeira-dama tem ampliado sua atuação política desde a saída de Jair do Planalto, tendo liderado o PL Mulher entre 2023 e 2026 e participado de eventos em todo o país. Ela também trouxe seu irmão, Diego Torres, como primeiro suplente em sua chapa, enquanto outro irmão, Eduardo Torres, tentou, sem sucesso, uma vaga na Câmara Legislativa.

Resultados em Santa Catarina e São Paulo

Os filhos de Bolsonaro também se destacaram em Santa Catarina. Carlos Bolsonaro (PL), que já havia sido vereador no Rio de Janeiro por sete mandatos, foi eleito senador e recebeu mais de 2 milhões de votos, terminando em segundo lugar na disputa.

Por sua vez, Jair Renan, o filho mais novo do ex-presidente, foi eleito deputado federal, conseguindo cerca de 131 mil votos, após uma carreira política que começou há apenas dois anos, quando foi o vereador mais votado de Balneário Camboriú.

Em São Paulo, Renato Bolsonaro, irmão de Jair, também conquistou uma cadeira na Câmara dos Deputados, obtendo mais de 379 mil votos. Renato já havia tentado se eleger em outras ocasiões, mas sem sucesso até agora.

Rogéria Bolsonaro não se elege

No Rio de Janeiro, a ex-esposa de Jair Bolsonaro, Rogéria Bolsonaro (PL), tentou uma vaga na Câmara dos Deputados, mas não conseguiu ser eleita, ficando como suplente com 65 mil votos. Rogéria possui experiência política, tendo sido vereadora na década de 1990, mas não conseguiu retornar ao cargo nesta eleição.

Com a família Bolsonaro se expandindo nas esferas política e eleitoral, os resultados das eleições de 2026 mostram um clã que continua a influenciar a política nacional, mesmo na ausência do patriarca nas urnas.

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