Na madrugada deste sábado (3), Trump afirmou que os EUA fizeram um ataque “em larga escala” na Venezuela e que Nicolás Maduro e a esposa foram capturados. O impacto é regional e global.
Até a publicação, não havia confirmação independente sobre o paradeiro de Maduro. O governo venezuelano denunciou “agressão militar”, relatou explosões em Caracas e em outros estados, decretou emergência nacional e pediu mobilização.
Em termos de relações internacionais, a operação abre três frentes de risco: disputa sobre soberania e legalidade (Carta da ONU), possibilidade de escalada militar com aliados de Caracas e instabilidade interna — com risco de disputa de comando, fissuras nas forças armadas e aumento de migração.
A reação externa já começou. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, pediu reuniões urgentes na ONU e na OEA (Organização dos Estados Americanos). Cuba, Irã e Rússia condenaram o ataque e falaram em violação da soberania. No Brasil, Lula já havia alertado em dezembro que uma intervenção armada seria “catastrófica”.
Se a captura se confirmar, o precedente muda o tabuleiro: pressiona governos da região a escolher lados, eleva o risco de sanções e retaliações e tende a mexer com petróleo, fronteiras e segurança no Caribe.
Fontes: Reuters, Associated Press, Al Jazeera.
