Um susto em São Paulo virou alerta sobre meningite e vacinação: uma menina de 3 anos foi internada com meningite viral, e os pais passaram a defender a inclusão da vacina meningocócica B no SUS.
Segundo o relato, os sintomas evoluíram rápido — dor nas costas, rigidez na nuca, febre alta e sonolência — e a criança precisou de exames e observação hospitalar. O diagnóstico foi de meningite viral, forma que costuma ter manejo de suporte e exige vigilância para evitar complicações.
O caso reaqueceu a discussão sobre prevenção da meningite bacteriana, que pode evoluir de forma grave. No calendário do SUS, o Ministério da Saúde oferta vacinas meningocócicas (como C e ACWY, a depender da faixa etária), mas a vacina meningocócica B não integra a rotina nacional.
Os pais lançaram a campanha #MeningoBNoSUS para pressionar o poder público. Importante: a vacina meningocócica B protege contra meningite por meningococo do sorogrupo B (bacteriana) e não previne meningite viral — mas pode reduzir risco de quadros graves causados por essa bactéria.
A meningite segue sendo uma emergência médica: sinais como febre alta, rigidez no pescoço, vômitos, sonolência incomum ou piora rápida exigem avaliação imediata.
Fontes: Crescer, Ministério da Saúde, SBIm.
