sexta-feira, março 6, 2026

Vacina Meningocócica B nos SUS volta ao debate após meningite em criança

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Um susto em São Paulo virou alerta sobre meningite e vacinação: uma menina de 3 anos foi internada com meningite viral, e os pais passaram a defender a inclusão da vacina meningocócica B no SUS.

Segundo o relato, os sintomas evoluíram rápido — dor nas costas, rigidez na nuca, febre alta e sonolência — e a criança precisou de exames e observação hospitalar. O diagnóstico foi de meningite viral, forma que costuma ter manejo de suporte e exige vigilância para evitar complicações.

O caso reaqueceu a discussão sobre prevenção da meningite bacteriana, que pode evoluir de forma grave. No calendário do SUS, o Ministério da Saúde oferta vacinas meningocócicas (como C e ACWY, a depender da faixa etária), mas a vacina meningocócica B não integra a rotina nacional.

Os pais lançaram a campanha #MeningoBNoSUS para pressionar o poder público. Importante: a vacina meningocócica B protege contra meningite por meningococo do sorogrupo B (bacteriana) e não previne meningite viral — mas pode reduzir risco de quadros graves causados por essa bactéria.

A meningite segue sendo uma emergência médica: sinais como febre alta, rigidez no pescoço, vômitos, sonolência incomum ou piora rápida exigem avaliação imediata.

Fontes: Crescer, Ministério da Saúde, SBIm.

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