sexta-feira, março 6, 2026

Vice “de centro” vira peça-chave na chapa de Flávio – e o centrão quer sentar na mesa

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A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto abriu a próxima disputa interna do campo conservador: quem será o vice. Nos bastidores, a avaliação é que ele precisará de um nome com trânsito no centro, capaz de reduzir rejeição, ampliar alianças e dar previsibilidade a uma campanha que, hoje, ainda depende muito do sobrenome.

O Centrão já sinaliza que o apoio não será automático e tende a ser condicionado ao desempenho nas pesquisas e à capacidade de “moderar a marca” do bolsonarismo. Há, inclusive, a leitura de que o grupo pode tentar indicar um vice para garantir espaço no projeto e maximizar força parlamentar em 2026.

Dentro do PL, outra pressão aparece: aliados defendem um perfil feminino e moderado para compor a chapa. E, no campo conservador, cresce o argumento de que uma mulher com conexão ao eleitorado evangélico agregaria capilaridade e militância — um tipo de ativo que o próprio Jair Bolsonaro já descreveu como relevante quando falou do apelo de Michelle junto a esse público.

A matemática é simples e incômoda: pesquisa Genial/Quaest divulgada em 16.dez.2025 indica Lula à frente de Flávio em simulações de 2º turno, o que reforça a tese de que o vice não será “enfeite”, mas alavanca de viabilidade (centro, mercado, tempo de TV e palanques regionais).

Fontes: Reuters; CNN Brasil; Genial/Quaest.

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