A vice-prefeita de Goiânia, Cláudia Lira (Avante), optou por permanecer em Israel, mesmo com a intensificação dos ataques entre Israel e Irã. Ela não deve participar da operação de retirada terrestre via Jordânia, organizada pelo Itamaraty e monitorada pela FAB.
Neste domingo (15), Cláudia publicou um vídeo informando que precisou retornar a um bunker em Kfar Saba após o disparo de sirenes de alerta — o primeiro nesse horário desde o início do conflito.
O local abriga autoridades brasileiras que participam de um curso da MASHAV, agência de cooperação israelense.
As despesas da viagem são custeadas pelo governo de Israel, sem ônus para a Prefeitura de Goiânia.
Segundo o Itamaraty, o governo israelense desaconselha deslocamentos de estrangeiros enquanto persistirem os alertas de segurança.
Por isso, a repatriação foi adiada, mas segue em prontidão para ser realizada assim que houver condições seguras.
A permanência de autoridades brasileiras em zonas de conflito reacende o debate sobre a necessidade de protocolos mais rígidos para viagens institucionais.
