quinta-feira, março 5, 2026

Viroses de carnaval: como reduzir o risco na folia

Mais Notícias

No Carnaval, multidão e calor elevam o risco de gripe e virose intestinal. Com higiene e escolhas simples, dá para reduzir o contágio e atravessar a folia sem perrengue.

As mais comuns costumam ser as respiratórias (influenza, covid-19 e outros vírus) e as intestinais, como o norovírus, que provoca vômitos e diarreia e se espalha fácil por mãos, superfícies e alimentos.

O básico que funciona: lave as mãos com água e sabão sempre que possível (álcool em gel não é tão eficaz contra norovírus), não compartilhe copos/garrafas/canudos, prefira água lacrada e gelo de procedência conhecida, e evite comida mal acondicionada em bloco de rua.

Em local fechado e lotado, máscara bem ajustada pode ajudar, sobretudo se você convive com idosos, crianças pequenas ou alguém com imunidade baixa. Se já estiver com sintomas de gripe, a recomendação é não ir para aglomeração.

Depois da folia, atenção aos sinais de alerta: febre alta que não cede, falta de ar, sangue nas fezes, vômitos persistentes ou sinais de desidratação (boca seca, pouca urina, tontura). Nesses casos, procure atendimento.

Fontes: Fiocruz (InfoGripe); Ministério da Saúde; CDC.

Outras Notícias

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

Artigos Relacionados