Arquivo de Cidades - Dia 1 http://dia1brasil.com.br/categoria/cidades/ Seu portal de notícias de Goiás Thu, 23 Apr 2026 14:05:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://dia1brasil.com.br/wp-content/uploads/2024/03/cropped-D1-32x32.webp Arquivo de Cidades - Dia 1 http://dia1brasil.com.br/categoria/cidades/ 32 32 MCMV amplia renda, prazo e teto do imóvel para financiamento https://dia1brasil.com.br/mcmv-amplia-renda-prazo-e-teto-do-imovel-para-financiamento/ https://dia1brasil.com.br/mcmv-amplia-renda-prazo-e-teto-do-imovel-para-financiamento/#respond Thu, 23 Apr 2026 14:04:33 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5606 As novas regras do Minha Casa, Minha Vida começaram a valer nesta quarta-feira (22) e ampliaram o alcance do programa: agora, famílias com renda mensal de até R$ 13 mil podem financiar imóveis de até R$ 600 mil, dentro da faixa mais alta. Na prática, o reajuste mexe nas quatro faixas urbanas. A faixa 1 […]

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As novas regras do Minha Casa, Minha Vida começaram a valer nesta quarta-feira (22) e ampliaram o alcance do programa: agora, famílias com renda mensal de até R$ 13 mil podem financiar imóveis de até R$ 600 mil, dentro da faixa mais alta.

Na prática, o reajuste mexe nas quatro faixas urbanas. A faixa 1 foi para até R$ 3,2 mil; a faixa 2, até R$ 5 mil; a faixa 3, até R$ 9,6 mil; e a faixa 4, até R$ 13 mil. Também subiu o teto do imóvel nas faixas superiores: de R$ 350 mil para R$ 400 mil na faixa 3 e de R$ 500 mil para R$ 600 mil na faixa 4.

Outro ponto que pesa no bolso é o prazo: o financiamento pode chegar a 420 meses, o equivalente a 35 anos. Isso tende a aliviar a prestação mensal e pode permitir a entrada de famílias que antes ficavam fora da conta, embora a dívida fique mais longa. A linha da faixa 4 já existia desde 2025; o que houve agora foi a ampliação dos limites de renda e do valor do imóvel.

No meio rural, a portaria também elevou o teto de renda anual para até R$ 162,5 mil. As novas condições foram aprovadas no Conselho Curador do FGTS e formalizadas pelo Ministério das Cidades, que agora passa a operar o programa com parâmetros mais largos para 2026.

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Tatiana Jucá defende revisão da anuidade e diz que custo “pesa e onera” engenheiros https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-defende-revisao-da-anuidade-e-diz-que-custo-pesa-e-onera-engenheiros/ https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-defende-revisao-da-anuidade-e-diz-que-custo-pesa-e-onera-engenheiros/#respond Wed, 22 Apr 2026 14:05:49 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5594 Candidata ao CREA descarta isenção total, propõe descontos e quer levar debate ao Confea A engenheira civil e candidata à presidência do CREA-GO, Tatiana Jucá, defendeu a revisão do modelo de cobrança da anuidade e afirmou que o custo atual “pesa e onera” os profissionais. Em entrevista ao Domingos Conversa, publicada nesta segunda-feira (20), ela […]

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Candidata ao CREA descarta isenção total, propõe descontos e quer levar debate ao Confea

A engenheira civil e candidata à presidência do CREA-GO, Tatiana Jucá, defendeu a revisão do modelo de cobrança da anuidade e afirmou que o custo atual “pesa e onera” os profissionais. Em entrevista ao Domingos Conversa, publicada nesta segunda-feira (20), ela descartou a possibilidade de isenção total, mas propôs ajustes com descontos e formas de compensação.

Ao tratar do tema, Tatiana foi direta ao afastar propostas mais radicais. “Anuidade zero não existe”, disse ao jornalista Domingos Ketelbey. De acordo com ela, o funcionamento do sistema depende de recursos para manter fiscalização, estrutura e presença institucional. “O conselho precisa de recurso para funcionar, para ter fiscal, para ir até uma obra, uma lavoura”, afirmou.

Apesar disso, a candidata reconhece que o modelo atual gera desgaste na base. “Hoje o profissional paga anuidade, paga ART a cada serviço, paga imposto. Isso pesa e onera”, declarou. Para ela, o acúmulo de custos compromete a percepção de valor do sistema e alimenta a crítica recorrente de que o CREA cobra muito e entrega pouco.

Tatiana afirma que a margem de atuação do conselho regional é limitada, já que a definição da anuidade e das taxas é atribuição do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). Ainda assim, defende que há espaço para ajustes. “A gente pode, sim, adotar medidas de descontos ou de retribuição daquilo para o profissional”, disse.

A proposta, segundo ela, passa por abrir diálogo com o Confea para revisar regras e calibrar a cobrança. “A gente precisa levar essa discussão para o conselho federal”, afirmou. “Precisa mostrar que o profissional está sendo onerado e que isso precisa ser reavaliado.”

Cobrança x retorno

A discussão sobre a anuidade, na avaliação da candidata, está diretamente ligada à percepção de retorno. “O profissional paga e não vê retorno”, disse, ao comentar críticas recorrentes dentro da categoria. Para ela, a cobrança só se sustenta se vier acompanhada de entrega.
Nesse ponto, Tatiana defende uma mudança na lógica de atuação do CREA. “O conselho tem que ser um prestador de serviço do profissional”, afirmou. “Não dá para ser só um órgão que cobra.”

Entre as medidas defendidas, ela cita maior oferta de capacitação, presença mais efetiva no interior e atuação mais direta na orientação dos profissionais. A ideia é equilibrar a relação entre arrecadação e benefício percebido.

Fiscalização e arrecadação

Outro ponto levantado pela candidata é o impacto do modelo de fiscalização sobre a arrecadação. Segundo ela, a lógica atual contribui para o desgaste da relação com os profissionais. “Não existe chegar já multando”, afirmou. Para Tatiana, o correto seria orientar primeiro e dar prazo para regularização.

A engenheira admite que a pressão por recursos influencia o funcionamento do sistema. “Às vezes o conselho estava precisando de recurso financeiro e aí ele arrochou”, disse, ao comentar mudanças na prática de fiscalização ao longo do tempo.

Para ela, revisar esse modelo também é parte da discussão sobre anuidade. “Quando você dá oportunidade para o profissional regularizar, ele regulariza”, afirmou. “Você melhora a relação e mantém o funcionamento do sistema.”

Proposta de reequilíbrio

Ao defender a revisão da anuidade, Tatiana afirma que o objetivo não é reduzir a capacidade operacional do conselho, mas reequilibrar a relação com a base. “Não é acabar com a cobrança, é ajustar”, disse.

A candidata aposta em uma combinação de diálogo institucional, revisão de regras e ampliação de serviços. “Se o profissional perceber retorno, ele entende a cobrança”, afirmou. “O problema hoje é que essa conta não fecha.”

Para ela, a discussão sobre a anuidade tende a ser central na disputa pelo comando do CREA. “É um tema sensível, porque mexe diretamente com quem está na ponta”, disse. “E precisa ser tratado com responsabilidade, sem promessa fácil.”

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Sandro Mabel ainda não conseguiu fazer o feed virar Rua https://dia1brasil.com.br/sandro-mabel-ainda-nao-conseguiu-fazer-o-feed-virar-rua/ https://dia1brasil.com.br/sandro-mabel-ainda-nao-conseguiu-fazer-o-feed-virar-rua/#respond Thu, 16 Apr 2026 14:52:24 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5560 Pouco mais de 15 meses depois da posse, em 1º de janeiro de 2025, Sandro Mabel ainda governa sob um problema central: a imagem de gestor rápido circula melhor nas redes do que na percepção cotidiana do goianiense. E isso pesa porque o próprio prefeito já admite incômodo com a lentidão de parte da máquina. […]

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Pouco mais de 15 meses depois da posse, em 1º de janeiro de 2025, Sandro Mabel ainda governa sob um problema central: a imagem de gestor rápido circula melhor nas redes do que na percepção cotidiana do goianiense. E isso pesa porque o próprio prefeito já admite incômodo com a lentidão de parte da máquina.

Mabel não chegou ao Paço como um novato absoluto: é empresário, foi deputado federal por quatro mandatos e venceu a eleição de 2024 com apoio decisivo de Ronaldo Caiado.

Justamente por isso, entrou cercado por uma expectativa alta de entrega, com promessa de gestão empresarial, zeladoria e reorganização de Goiânia. Quando a sensação de melhora não acompanha o discurso, a cobrança vem em dobro.

Os números ajudam a explicar o descompasso. No ranking da AtlasIntel, Mabel apareceu com 38% de aprovação e 47% de desaprovação no fim de 2025; no Veritá, ficou com 34,5% e entre os piores colocados entre prefeitos de capitais.

Ao mesmo tempo, uma pesquisa do Instituto Opção mostrou 56% avaliando sua gestão como “boa”. O contraste não anula o desgaste: ele mostra que Mabel ainda não consolidou uma leitura estável sobre o próprio governo.

Em Goiânia, a discussão segue aberta porque a percepção sobre coleta, saúde, mobilidade e ritmo de resposta continua fragmentada.

A troca na comunicação confirma que o Paço percebeu o ruído. Mas comunicação corrige tom; não substitui entrega.

Quando Igor Franco e Clécio Alves ocupam o debate com vídeos, vistorias e ataques sobre Comurg, caminhões e patrimônio parado, o desgaste cresce porque a oposição consegue colar na gestão a ideia de desorganização urbana.

Mabel rebate, diz que herdou parte dos problemas e endurece o discurso, mas isso ainda não virou vantagem líquida.

Há risco político bastante evidente: se a prefeitura não conseguir mostrar melhora visível, e não apenas narrada, Goiânia deixa de funcionar como vitrine administrativa do grupo de Caiado e passa a operar como ponto de cobrança contra ele já na largada mais quente de 2026.

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Proposta quer trocar vereadores por “conselheiros” sem salários em cidades pequenas https://dia1brasil.com.br/proposta-quer-trocar-vereadores-por-conselheiros-sem-salarios-em-cidades-pequenas/ https://dia1brasil.com.br/proposta-quer-trocar-vereadores-por-conselheiros-sem-salarios-em-cidades-pequenas/#respond Tue, 14 Apr 2026 11:57:42 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5537 Uma proposta anunciada pelo deputado federal Amom Mandel abriu novo debate sobre o custo e o papel das câmaras municipais no Brasil. A ideia é transformar vereadores de cidades com até 30 mil habitantes em “conselheiros” sem salário fixo, com ajuda de custo por sessão. O ponto central, porém, é outro: até agora, o que […]

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Uma proposta anunciada pelo deputado federal Amom Mandel abriu novo debate sobre o custo e o papel das câmaras municipais no Brasil. A ideia é transformar vereadores de cidades com até 30 mil habitantes em “conselheiros” sem salário fixo, com ajuda de custo por sessão.

O ponto central, porém, é outro: até agora, o que existe publicamente é o anúncio de uma PEC em preparação, não uma mudança já em vigor.

Reportagens publicadas nos últimos dias dizem que o texto ainda estava em fase de elaboração e articulação política antes do protocolo formal na Câmara.

Se a proposta avançar, o impacto pode ser amplo.

A Constituição hoje define faixas populacionais para o número de vereadores, e municípios entre 15 mil e 30 mil habitantes podem ter até 11 cadeiras.

Para mexer nessa estrutura, seria mesmo necessária uma emenda constitucional, com apoio mínimo para tramitação e votação em dois turnos na Câmara e no Senado.

O debate mistura corte de gastos, representação local e autonomia dos municípios. Na prática, a proposta ainda está no campo da intenção política e terá de passar por um caminho legislativo difícil antes de virar algo concreto.

Porém, já existem reações de vereadores nas redes sociais que repudiam a ideia de forma veemente: alguns alegam que isso seria uma espécie de “trabalho escravo” e ou “um desrespeito para quem se dedica ao município”.

Mas, boa parte da população prova a deia, pelo menos, nas redes sociais.

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Menina de 11 anos morre após acidente doméstico em Itumbiara https://dia1brasil.com.br/menina-de-11-anos-morre-apos-acidente-domestico-em-itumbiara/ https://dia1brasil.com.br/menina-de-11-anos-morre-apos-acidente-domestico-em-itumbiara/#respond Sun, 12 Apr 2026 15:10:56 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5509 Uma menina de 11 anos morreu neste sábado (11) após um acidente dentro de casa, em Itumbiara, no sul de Goiás. Segundo o Corpo de Bombeiros, a criança tentava alcançar a janela do banheiro com a ajuda de um tamborete, quando o objeto escorregou. O atendimento foi acionado, mas o óbito foi confirmado no local. […]

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Uma menina de 11 anos morreu neste sábado (11) após um acidente dentro de casa, em Itumbiara, no sul de Goiás. Segundo o Corpo de Bombeiros, a criança tentava alcançar a janela do banheiro com a ajuda de um tamborete, quando o objeto escorregou. O atendimento foi acionado, mas o óbito foi confirmado no local.

O caso aconteceu na Rua Atenas, no bairro Nossa Senhora da Saúde. De acordo com as informações repassadas pelos bombeiros e confirmadas por veículos locais, a menina tinha o costume de usar o apoio para conversar com outras crianças pela janela. O Instituto Médico Legal apontou asfixia como causa da m0rte.

A área foi isolada para o trabalho da Polícia Técnico-Científica, e o corpo foi encaminhado ao IML. A escola onde a criança estudava publicou nota de pesar e afirmou que a comunidade escolar está abalada com a perda.

O caso segue tratado como acidente doméstico, com apuração pericial já realizada no local.

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Kassab promete palanque nacional para Caiado, mas teste real está nos estados https://dia1brasil.com.br/kassab-promete-palanque-nacional-para-caiado-mas-teste-real-esta-nos-estados/ https://dia1brasil.com.br/kassab-promete-palanque-nacional-para-caiado-mas-teste-real-esta-nos-estados/#respond Fri, 10 Apr 2026 14:48:06 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5472 Gilberto Kassab elevou o tom da aposta do PSD em Ronaldo Caiado e disse que o pré-candidato terá palanques “robustos” em todos os estados. A declaração ajuda a empurrar Caiado para um patamar mais nacional e tenta responder, de saída, à principal dúvida sobre o goiano fora do Centro-Oeste: capilaridade política. A fala tem um […]

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Gilberto Kassab elevou o tom da aposta do PSD em Ronaldo Caiado e disse que o pré-candidato terá palanques “robustos” em todos os estados.

A declaração ajuda a empurrar Caiado para um patamar mais nacional e tenta responder, de saída, à principal dúvida sobre o goiano fora do Centro-Oeste: capilaridade política.

A fala tem um eixo claro. Kassab sustenta que a campanha de 2026 não dependerá tanto de estrutura física tradicional, porque o peso das redes sociais reduziu a centralidade dos velhos comitês.

Ainda assim, fez questão de garantir presença territorial e citou o Rio de Janeiro como vitrine desse desenho, com Eduardo Paes no palanque estadual e Caiado no presidencial. (cnnbrasil.com.br

O problema é que a frase funciona melhor como sinal político do que como fotografia pronta do país.

No Nordeste, por exemplo, o PSD convive com lideranças fortemente ligadas ao campo lulista, como Otto Alencar e Antonio Brito. Kassab tenta contornar isso falando em “acomodação” estadual e citando alternativas locais, inclusive nomes como ACM Neto.

Só que aí começa a parte difícil: um palanque robusto não é apenas ter alguém ao lado no santinho; é ter militância, discurso alinhado, transferência regional e ausência de sabotagem interna.

Há, portanto, uma diferença entre mapa montado e máquina engatada. Kassab vende o primeiro.

O segundo ainda depende de uma engenharia delicada em estados onde o PSD é plural demais para marchar em fila única.

Se essa costura sair, Caiado ganha musculatura real. Se não sair, a promessa de palanque nacional pode virar apenas uma coleção de arranjos heterogêneos sem força de tração.

No momento, a declaração é mais importante como demonstração de comando partidário do que como prova consumada de enraizamento eleitoral.

O próximo passo verificável será observar onde o PSD entregará palanque integral a Caiado — e onde entregará só convivência educada.

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Saúde emocional do síndico é tema de palestra no 28º ECON com Jirdel Araújo https://dia1brasil.com.br/saude-emocional-do-sindico-e-tema-de-palestra-no-28o-econ-com-jirdel-araujo/ https://dia1brasil.com.br/saude-emocional-do-sindico-e-tema-de-palestra-no-28o-econ-com-jirdel-araujo/#respond Wed, 08 Apr 2026 13:02:33 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5438 Especialista alerta para os impactos da sobrecarga e defende preparo emocional como pilar da gestão condominial A crescente pressão enfrentada por síndicos e os impactos diretos na saúde emocional desses profissionais estarão no centro de uma das palestras do 28º ECON, um dos principais encontros do setor imobiliário e condominial em Goiás, organizado e promovido […]

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Especialista alerta para os impactos da sobrecarga e defende preparo emocional como pilar da gestão condominial

A crescente pressão enfrentada por síndicos e os impactos diretos na saúde emocional desses profissionais estarão no centro de uma das palestras do 28º ECON, um dos principais encontros do setor imobiliário e condominial em Goiás, organizado e promovido pelo Sindicato das Imobiliárias, Shoppings e Flats do Estado de Goiás (Secovi Goiás). O síndico coach Jirdel Araújo conduz a discussão com foco nos desafios psicológicos da função e na necessidade de desenvolver inteligência emocional para uma gestão mais estratégica e sustentável.

Responsáveis por decisões que envolvem finanças, convivência e resolução de conflitos, síndicos lidam diariamente com demandas complexas e, muitas vezes, com elevado nível de exigência emocional. Segundo Jirdel Araújo, a forma como essa gestão é estruturada impacta diretamente o equilíbrio psicológico do profissional.

“O síndico exerce um papel essencialmente estratégico, de decisão e liderança. Quando tenta centralizar funções sem o devido suporte técnico, o peso das responsabilidades recai diretamente sobre seu equilíbrio emocional”, afirma. Ele destaca que a ausência de assessorias especializadas intensifica esse cenário. “A ausência de assessorias jurídicas, administrativas e técnicas leva inevitavelmente à sobrecarga, com impacto direto no aumento da ansiedade.”

De acordo com o especialista, esse processo compromete não apenas o bem-estar, mas também a qualidade da gestão. “Sob níveis elevados de ansiedade, o síndico perde clareza analítica, comprometendo sua capacidade de identificar oportunidades e definir os melhores caminhos”, pontua, ao defender um modelo baseado em decisões técnicas, e não na execução centralizada.

O palestrante também chama atenção para sinais claros de esgotamento. “Um dos principais sinais de alerta é o perfil centralizador. O síndico que tenta assumir todas as frentes tende ao esgotamento”, explica. Esse desgaste, segundo ele, ultrapassa o ambiente profissional. “Os impactos extrapolam o trabalho, afetando relações familiares e levando ao abandono de atividades que promovem bem-estar.”

Outro fator crítico está na dinâmica de relacionamento com moradores. “O imediatismo intensificou a pressão sobre a gestão. Há uma expectativa por respostas rápidas, mesmo diante de prioridades técnicas mais críticas”, observa. Além disso, ambientes conflituosos potencializam o desgaste emocional. “Contextos tóxicos geram sobrecarga quase inevitável, especialmente quando críticas constantes são internalizadas.”

Diante desse cenário, Jirdel Araújo reforça que o cuidado com a saúde emocional deve ser tratado como prioridade.
“O primeiro passo para uma gestão sustentável é o síndico cuidar da própria saúde emocional”, afirma. Entre as estratégias, ele destaca a importância do posicionamento e da comunicação. “Saber dizer ‘não’ e sustentar decisões é fundamental. Liderar implica tomar decisões difíceis e compreender que a unanimidade é inalcançável.”

A adoção de uma comunicação clara e contínua também é apontada como ferramenta essencial para reduzir conflitos. “Uma comunicação transparente minimiza ruídos e evita desgastes desnecessários”, diz. Ao mesmo tempo, o especialista alerta para o uso inadequado de canais digitais. “Ambientes como grupos de WhatsApp, quando mal geridos, tendem a amplificar conflitos e comprometer a saúde emocional.”

Sobre o ECON

A palestra integra a programação do ECON, que em sua 28ª edição reúne especialistas, gestores e profissionais para discutir tendências, desafios e boas práticas na administração de condomínios. Organizado e promovido pelo Sindicato das Imobiliárias, Shoppings e Flats do Estado de Goiás (Secovi Goiás), o evento tem foco em temas ligados à convivência, inovação e responsabilidade social, acompanhando as transformações no modo de viver em ambientes coletivos e reforçando a importância de uma gestão cada vez mais humanizada.

Ao trazer a saúde emocional do síndico para o centro do debate, o ECON amplia a compreensão sobre os desafios da função e evidencia que, sem preparo emocional, não há gestão sustentável. “Condomínios são, acima de tudo, ambientes humanos e exigem inteligência emocional”, conclui o palestrante.

Serviço:
28º Encontro de Condomínios (Econ) – Condomínio 2030: Inteligência, Sustentabilidade e Convivência Digital
Data: 14 e 15 de maio
Horário: 8h às 18h com happy hour no dia 15 (18h às 21h)
Local: Flamboyant Hall, Goiânia – GO – Avenida Deputado Jamel Cecílio, 3300, Shopping Flamboyant , Jardim Goiás – Goiânia, GO
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/28-econ-condominio-2030-inteligencia-sustentabilidade-e-convivencia-digital/3288872

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Trabalho escravo: Governo atualiza lista suja e inclui BYD e Amado Batista https://dia1brasil.com.br/trabalho-escravo-governo-atualiza-lista-suja-e-inclui-byd-e-amado-batista/ https://dia1brasil.com.br/trabalho-escravo-governo-atualiza-lista-suja-e-inclui-byd-e-amado-batista/#respond Wed, 08 Apr 2026 12:50:26 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5432 O governo federal atualizou em 7 de abril o cadastro de empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão. A nova versão inclui a BYD Auto do Brasil e o cantor Amado Rodrigues Batista, nome civil de Amado Batista. No documento oficial, a BYD aparece ligada a um caso de 2024 em Camaçari, na […]

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O governo federal atualizou em 7 de abril o cadastro de empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão. A nova versão inclui a BYD Auto do Brasil e o cantor Amado Rodrigues Batista, nome civil de Amado Batista.

No documento oficial, a BYD aparece ligada a um caso de 2024 em Camaçari, na Bahia, com 163 trabalhadores envolvidos. A Reuters informou que a inclusão decorre do escândalo trabalhista revelado na obra da fábrica e que a entrada no cadastro pode restringir o acesso da empresa a certas linhas de crédito, embora não paralise a operação industrial.

Já Amado Batista foi incluído em duas ocorrências registradas em Goianápolis, em Goiás: uma no Sítio Esperança, com 10 trabalhadores, e outra no Sítio Recanto da Mata, com quatro. O nome só entra na lista após decisão administrativa definitiva, sem possibilidade de recurso, conforme as regras do próprio cadastro.

A versão mais recente do cadastro foi atualizada em 07/04/2026 e mantém a lógica de dar publicidade a casos já concluídos na esfera administrativa. No texto-base enviado, também consta que a atualização acrescentou 169 empregadores e retirou 225 que cumpriram o período previsto no cadastro.

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Chikungunya avança no Brasil, e MS vira centro da crise https://dia1brasil.com.br/chikungunya-avanca-no-brasil-e-ms-vira-centro-da-crise/ https://dia1brasil.com.br/chikungunya-avanca-no-brasil-e-ms-vira-centro-da-crise/#respond Tue, 31 Mar 2026 13:02:02 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5386 O avanço da chikungunya em 2026 já acendeu um novo alerta sanitário no país. Até o fim de março, o Brasil soma cerca de 21,7 mil casos prováveis e 15 m0rtes confirmadas, com crescimento visível nas últimas semanas. O dado que mais chama atenção está em Mato Grosso do Sul, que sozinho concentra quase metade […]

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O avanço da chikungunya em 2026 já acendeu um novo alerta sanitário no país. Até o fim de março, o Brasil soma cerca de 21,7 mil casos prováveis e 15 m0rtes confirmadas, com crescimento visível nas últimas semanas.

O dado que mais chama atenção está em Mato Grosso do Sul, que sozinho concentra quase metade dos óbitos registrados até agora.

Mato Grosso do Sul virou o principal foco da doença no país. O estado já passou de 3,5 mil casos prováveis, lidera a incidência nacional e reúne 7 das 15 m0rtes confirmadas.

Dourados entrou no centro da resposta pública após aumento rápido de notificações, confirmações e internações, sobretudo em áreas indígenas.

O município decretou situação de emergência, enquanto o Ministério da Saúde reforçou a assistência, reorganizou o atendimento e ampliou a atuação no território.

A varredura nacional mostra que Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Rondônia e São Paulo também aparecem entre os estados mais pressionados, seja por volume de casos, por incidência ou por registros de óbito.

Em Goiás, o crescimento já entrou na pauta oficial da Secretaria Estadual de Saúde.

O quadro ainda é menor que o da dengue, mas a chikungunya preocupa por outro motivo: além da febre, costuma provocar dores articulares intensas e duradouras, que podem se arrastar por meses ou até anos em parte dos pacientes.

A resposta do poder público agora combina controle do mosquito, vigilância epidemiológica, ampliação da rede assistencial e uso controlado da vacina em projeto piloto.

A Anvisa aprovou a primeira vacina contra chikungunya em 2025, e a estratégia começou a ser expandida em municípios selecionados.

Nesta semana, Mato Grosso do Sul foi incluído nesse movimento, num sinal de que o surto local já ultrapassou o nível de preocupação rotineira e passou a exigir reação mais dura do sistema de saúde.

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Flávio fecha com Moro no Paraná e abre atrito com Ratinho Júnior https://dia1brasil.com.br/flavio-fecha-com-moro-no-parana-e-abre-atrito-com-ratinho-junior/ https://dia1brasil.com.br/flavio-fecha-com-moro-no-parana-e-abre-atrito-com-ratinho-junior/#respond Mon, 23 Mar 2026 13:49:07 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5301 O Paraná virou um ponto sensível na articulação da direita para 2026. Flávio Bolsonaro decidiu manter o apoio do PL a Sérgio Moro na disputa pelo governo estadual, mesmo com Ratinho Júnior trabalhando para lançar um nome próprio à sua sucessão. O movimento cria distância entre os dois neste primeiro turno e mexe num estado […]

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O Paraná virou um ponto sensível na articulação da direita para 2026.

Flávio Bolsonaro decidiu manter o apoio do PL a Sérgio Moro na disputa pelo governo estadual, mesmo com Ratinho Júnior trabalhando para lançar um nome próprio à sua sucessão.

O movimento cria distância entre os dois neste primeiro turno e mexe num estado estratégico para qualquer projeto presidencial.

A escolha tem peso político porque não se trata apenas de um apoio local.

Moro, hoje no União Brasil, deve se filiar ao PL nesta terça-feira (24) para disputar o Palácio Iguaçu, numa costura que também busca garantir palanque a Flávio no estado caso Ratinho siga outro caminho nacional.

A operação foi tratada como acordo já resolvido entre o senador bolsonarista e o ex-juiz.

Do lado de Ratinho, a lógica é outra. O governador ainda prioriza a definição de seu sucessor e avalia nomes do próprio grupo, como Alexandre Curi, Guto Silva e Rafael Greca.

Em outras palavras: o apoio a Moro contraria diretamente o desenho político do PSD no Paraná e enfraquece a chance de uma composição automática entre ratinhistas e bolsonaristas no estado.

Há ainda um componente simbólico. Moro foi alvo de forte resistência do bolsonarismo em outros momentos e já ocupou o posto de ex-aliado que virou problema para Jair Bolsonaro.

O apoio de Flávio, portanto, não é um gesto trivial: ele reorganiza alianças, produz desconforto entre setores mais fiéis ao bolsonarismo raiz e tende a gerar novos ruídos na política paranaense, justamente quando Ratinho tenta manter seu grupo unido para a sucessão.

No fim, o Paraná deixou de ser só uma disputa estadual e virou teste de força entre dois projetos que, por enquanto, seguem no mesmo campo, mas já não caminham exatamente na mesma direção.

Fontes: CNN Brasil, Gazeta do Povo

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