Neste domingo (10), o Brasil celebra quem aprendeu a cuidar antes mesmo de descansar.
Mãe é presença que muda a temperatura da casa. É colo, bronca, espera, renúncia, conselho repetido e cuidado silencioso. Muitas vezes, é também trabalho dobrado, noite maldormida, preocupação escondida e força mantida no rosto para que ninguém perceba o cansaço.
Há mães de sangue, mães de criação, avós que viraram mães, tias que assumiram lugar, pais que maternam e mulheres que carregam no peito a saudade de quem partiu. O Dia das Mães também pertence a quem sente falta, a quem cuida à distância e a quem aprendeu que amor nem sempre cabe em uma foto bonita.
Neste dia, a homenagem mais justa talvez esteja nos gestos simples: uma ligação sem pressa, um abraço demorado, uma visita possível, uma palavra que ficou guardada tempo demais.
Feliz Dia das Mães a todas que sustentam, ensinam, protegem e deixam marcas que acompanham a vida inteira.

