Estudantes realizam manifestações em apoio a Lula em todo o Brasil

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Estudantes de várias partes do Brasil se mobilizam em apoio a Lula, defendendo educação pública e democracia nas manifestações.

Estudantes de diferentes regiões do Brasil promoveram uma série de atos ao longo da semana em apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República. As mobilizações foram organizadas pela União Nacional dos Estudantes (UNE), que declarou seu apoio a Lula no segundo turno das eleições.

Atos em várias cidades

No dia 7 de setembro, milhares de estudantes e trabalhadores se concentraram na Candelária, no centro do Rio de Janeiro, e realizaram uma caminhada pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia. Durante a manifestação, os participantes levantaram questões como a defesa da educação pública gratuita e de qualidade, a revogação da jornada de trabalho 6×1 e a manutenção da democracia.

No dia seguinte, 8 de setembro, atos ocorreram em pelo menos 13 estados, além do Distrito Federal. Em São Paulo, estudantes se reuniram nas faculdades particulares Cásper Líbero e Mackenzie, com uma concentração de apoiadores também na Praça Roosevelt, localizada no centro da cidade.

Participação em Tocantins e outras regiões

No Tocantins, a manifestação teve lugar na Universidade Federal do Tocantins (UFT), em Palmas. O jornalista Kaio Costa, ex-aluno da UFT, participou do ato e enfatizou que a mobilização não se tratou apenas de apoiar Lula, mas também de defender a democracia e os direitos básicos da população. “Estamos vivendo uma onda de conservadorismo e retrocessos em direitos fundamentais, tanto para mulheres quanto para comunidades minoritárias. Não posso ficar apenas assistindo a isso”, afirmou.

Além do Rio de Janeiro e de São Paulo, manifestações ocorreram em Minas Gerais, Paraíba, Maranhão, Piauí, Bahia, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Rio Grande do Sul, Ceará, Amapá e Paraná. No Distrito Federal, o ato foi realizado na Universidade de Brasília (UnB). Ada Victória Moura Leite, estudante de direito e integrante do Centro Acadêmico, destacou que a manifestação contou com a participação de universitários e também de estudantes do ensino médio. “Não podemos regredir para um Estado que não respeite os direitos humanos e que não valorize a universidade pública”, concluiu.

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