Erling Haaland tratou o duelo contra o Brasil com cautela, mas a Seleção já sabe: basta uma bola limpa para o norueguês mudar o jogo.
A Noruega venceu a Costa do Marfim por 2 a 1, nesta terça-feira (30), em Dallas, e avançou para as oitavas da Copa do Mundo de 2026. Antonio Nusa abriu o placar, Amad Diallo empatou para os marfinenses, e Haaland decidiu aos 41 minutos do segundo tempo.
Depois da partida, o atacante do Manchester City comemorou a campanha histórica da Noruega, que voltou a disputar uma Copa após 28 anos e venceu pela primeira vez um mata-mata no Mundial. Ao falar sobre o Brasil, Haaland jogou a pressão para o outro lado.
“Tudo o que vier agora será um bônus”, disse o camisa 9 à Fifa. Questionado sobre as chances da Noruega contra a Seleção, foi ainda mais direto: “Pequenas”.
A fala é humilde, mas o Brasil não pode comprar a embalagem inteira. A Noruega pode ter menos tradição, só que tem Haaland, Odegaard e um time que joga sem o peso de favorito. Para Ancelotti, o problema não será apenas marcar o centroavante. Será impedir que a bola chegue nele nas costas da defesa ou dentro da área.
Brasil e Noruega se enfrentam no domingo (5), às 17h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Quem vencer avança às quartas de final.

