O deputado federal André Janones, representante da Rede em Minas Gerais, manifestou sua indignação após a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou a suspensão do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado por ele.
A medida, tomada pelo ministro Kassio Nunes Marques, ocorreu na manhã deste domingo (11/10).
“Eles conseguiram. O canal Exército do Lula sairá do ar em uma hora. Temos que denunciar, que não é que se o Flávio Bolsonaro for eleito que a censura será instalada. Ela já começou. A censura já começou. Eles me proibiram inclusive de criar outro canal, sem nenhuma argumentação”, afirmou Janones em uma publicação feita por volta de 12h10.
A decisão do TSE
A suspensão do “Exército do Lula”, que contava com 3,3 milhões de seguidores, foi solicitada pela campanha de Flávio Bolsonaro, candidato à presidência pelo PL. O pedido alegava que o canal promovia desinformação coordenada entre seus membros.
Em sua decisão, o ministro Nunes Marques considerou que a remoção de publicações individuais já não era suficiente para conter as ações de desinformação. A decisão gerou uma onda de reações, com Janones destacando o caráter censório da medida.
Repercussão entre os apoiadores
Após o anúncio da suspensão, Janones mobilizou seus apoiadores, buscando alternativas para manter a comunicação com a base, destacando a importância da luta contra a censura. O tema já estava em debate nas redes sociais, com muitos internautas criticando a decisão do TSE.
A situação levanta questões sobre a liberdade de expressão e o controle das plataformas digitais durante o período eleitoral, um tema que deve continuar a ser debatido nos próximos dias.


