Lula levou o crime organizado para o centro da conversa com Donald Trump e cobrou responsabilidade compartilhada dos Estados Unidos.
Após a reunião de cerca de três horas na Casa Branca, o presidente brasileiro disse que defendeu a formação de uma coalizão de países para enfrentar facções e redes internacionais.
Ao falar sobre o tema, Lula afirmou que “parte das armas que chegam ao Brasil sai dos EUA” e disse que o problema não pode ser tratado apenas como uma cobrança sobre países latino-americanos.
O presidente também afirmou que drogas são produzidas nos Estados Unidos e exportadas para outros países, numa tentativa de enquadrar o combate ao crime como uma pauta de mão dupla.
A fala mira um ponto sensível para o Brasil: o fluxo de armas usadas por grupos criminosos e a pressão americana por ações mais duras contra facções.
A reunião também tratou de comércio, tarifas e minerais críticos.
Até o momento, não houve anúncio de acordo formal, e as próximas conversas devem ficar com equipes técnicas dos dois governos.





