Adriana Accorsi aparece entre 9% e 10% nas pesquisas para o governo de Goiás, mas ainda resiste a assumir a candidatura ao Palácio das Esmeraldas.
A deputada federal é hoje o nome petista com melhor desempenho nos levantamentos testados. Na Quaest, marcou 10%. No Paraná Pesquisas, apareceu com 9,2%, atrás de Daniel Vilela, Marconi Perillo e Wilder Morais. Para parte do PT, esse patamar torna difícil apostar em nomes menos conhecidos.
A pressão cresceu porque o partido ainda não definiu quem vai representar a esquerda na disputa estadual. Internamente, são citados o advogado Valério Luiz, o ex-deputado Luis Cesar Bueno e o produtor rural Flávio Faedo. Nenhum deles, porém, aparece com a mesma força eleitoral de Adriana nos levantamentos divulgados.
A própria deputada, presidente estadual do PT em Goiás, tem indicado preferência por disputar novo mandato na Câmara. A direção nacional cobra um palanque mais forte para Lula no estado, mas a escolha ainda depende de acordo interno.
O PT precisa decidir se preserva Adriana para a Câmara ou se leva a deputada para uma disputa estadual mais difícil, mas com maior visibilidade política.

