Arquivo de Destaque - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/categoria/destaque/ Seu portal de notícias de Goiás Thu, 23 Apr 2026 13:38:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://dia1brasil.com.br/wp-content/uploads/2024/03/cropped-D1-32x32.webp Arquivo de Destaque - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/categoria/destaque/ 32 32 Caiado usa entrevista à CNN para marcar terreno na direita https://dia1brasil.com.br/caiado-usa-entrevista-a-cnn-para-marcar-terreno-na-direita/ https://dia1brasil.com.br/caiado-usa-entrevista-a-cnn-para-marcar-terreno-na-direita/#respond Thu, 23 Apr 2026 13:38:02 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5597 Na conversa com a CNN Brasil na quarta-feira (22), Ronaldo Caiado concentrou a mensagem em cinco frentes: economia, segurança pública, disputa por espaço na direita, crítica ao governo Lula e debate trabalhista. A entrevista teve tom de apresentação nacional de candidatura, mais do que de detalhamento de um programa fechado. Na economia, Caiado disse que […]

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Na conversa com a CNN Brasil na quarta-feira (22), Ronaldo Caiado concentrou a mensagem em cinco frentes: economia, segurança pública, disputa por espaço na direita, crítica ao governo Lula e debate trabalhista. A entrevista teve tom de apresentação nacional de candidatura, mais do que de detalhamento de um programa fechado.

Na economia, Caiado disse que o principal problema do país hoje é o endividamento das famílias e do Estado, citando a alta da dívida em relação ao PIB. No campo eleitoral, afirmou que seu maior desafio é ampliar conhecimento nacional, apostando na própria experiência política e na vitrine de seu governo em Goiás, onde está no segundo mandato.

Na segurança, endureceu o discurso. Disse que pretende usar as Forças Armadas no combate ao crime organizado e defendeu classificar facções como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, ponto que tende a gerar debate jurídico e político na campanha.

No ataque ao Planalto, afirmou que Lula passou “três anos” discutindo o 8 de Janeiro. Já no tema trabalhista, não aderiu de forma simples ao fim da escala 6×1 e propôs um modelo mais flexível, baseado em “hora trabalhada”, com maior liberdade de arranjo entre empregado e empregador.

No conjunto, Caiado tentou se vender como gestor experiente, linha dura na segurança e nome competitivo fora do eixo tradicional da polarização. O próximo teste será transformar esse discurso em presença nacional e intenção de voto.

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Daniel cresce em Goiás enquanto Caiado testa tamanho nacional https://dia1brasil.com.br/daniel-cresce-em-goias-enquanto-caiado-testa-tamanho-nacional/ https://dia1brasil.com.br/daniel-cresce-em-goias-enquanto-caiado-testa-tamanho-nacional/#respond Wed, 22 Apr 2026 14:00:23 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5591 A sucessão em Goiás começou com um desenho mais favorável para Daniel Vilela do que para a aventura nacional de Ronaldo Caiado. Empossado governador em 31 de março, após a renúncia de Caiado para disputar o Planalto, Daniel herdou não só a máquina estadual, mas também a bandeira da continuidade de uma gestão bem avaliada […]

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A sucessão em Goiás começou com um desenho mais favorável para Daniel Vilela do que para a aventura nacional de Ronaldo Caiado. Empossado governador em 31 de março, após a renúncia de Caiado para disputar o Planalto, Daniel herdou não só a máquina estadual, mas também a bandeira da continuidade de uma gestão bem avaliada no estado.

A primeira fotografia depois da troca no comando reforça isso. Pesquisa Gerp divulgada em 14 de abril mostra Daniel com 45% num cenário contra Marconi Perillo, Wilder Morais e Adriana Accorsi; com 43% sem Adriana; e novamente com 45% em outra composição. No mesmo levantamento, ele aparece como o menos rejeitado, com 5%, e abre larga vantagem nos cenários de segundo turno. É esse conjunto que alimenta a leitura, hoje vocalizada por Adriano da Rocha Lima, de que a base governista entrou na disputa em posição de favoritismo real, com chance até de liquidar a eleição no primeiro turno.

No plano nacional, o quadro é mais duro para Caiado. A Genial/Quaest de 15 de abril mostra Lula com 43% contra 35% do ex-governador goiano num eventual segundo turno. A distância caiu, o que ajuda Caiado a vender a tese de viabilidade, mas o ponto incômodo continua de pé: no primeiro turno, ele aparece com 6%, atrás de Lula, com 37%, e de Flávio Bolsonaro, com 32%. Em outras palavras, Caiado melhora como nome de comparação, mas ainda não rompeu a barreira que separa um presidenciável competitivo de um candidato regional tentando ganhar escala.

Politicamente, uma coisa começa a ficar clara: a candidatura presidencial de Caiado hoje parece produzir efeito mais concreto em Goiás do que no Brasil. Ao deixar o governo cedo, ele deu nitidez à sucessão estadual, transferiu centralidade a Daniel e empurrou a oposição goiana para uma corrida fragmentada entre Marconi, Wilder e nomes do campo petista. O teste de verdade virá quando Daniel deixar de ser apenas herdeiro de uma gestão forte e precisar provar densidade própria na rua, enquanto Caiado tenta converter prestígio local em voto nacional fora do seu quintal.

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Judiciário reage ao corte de penduricalhos, mas fala sobre “escravidão” decola dos números https://dia1brasil.com.br/judiciario-reage-ao-corte-de-penduricalhos-mas-fala-sobre-escravidao-decola-dos-numeros/ https://dia1brasil.com.br/judiciario-reage-ao-corte-de-penduricalhos-mas-fala-sobre-escravidao-decola-dos-numeros/#respond Wed, 22 Apr 2026 13:47:40 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5588 A fala da desembargadora Eva do Amaral Coelho, do TJPA, viralizou porque transformou uma disputa remuneratória em drama social. Ao dizer, em sessão de 9 de abril, que juízes poderiam deixar de pagar consultas, remédios e contas e caminhar para um “regime de escravidão”, a magistrada elevou o tom num debate que já vinha sensível […]

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A fala da desembargadora Eva do Amaral Coelho, do TJPA, viralizou porque transformou uma disputa remuneratória em drama social. Ao dizer, em sessão de 9 de abril, que juízes poderiam deixar de pagar consultas, remédios e contas e caminhar para um “regime de escravidão”, a magistrada elevou o tom num debate que já vinha sensível após o STF apertar o cerco sobre auxílios e verbas extras.

O pano de fundo é real: o Supremo reafirmou o teto constitucional de R$ 46.366,19 para a magistratura e vedou a criação de novas parcelas e auxílios sem base em lei federal. A decisão também mirou licenças compensatórias e outras rubricas usadas para empurrar a remuneração acima do teto, embora tenha mantido exceções como 13º, terço de férias, abono de permanência e indenizações previstas em lei. Ou seja: houve contenção, mas não uma ruptura com toda a engenharia de vantagens que marcou esse debate nos últimos anos.

O exagero aparece quando a retórica encontra os próprios dados públicos. Segundo a Itatiaia, com base no Portal da Transparência, Eva do Amaral Coelho recebeu em março remuneração bruta de R$ 117.863,72 e líquida de R$ 91.211,82. No mesmo tribunal, o edital do concurso para juiz substituto fixa subsídio inicial de R$ 35.877,26. Não se trata, portanto, de carreira com vencimento baixo ou incompatível com despesas básicas. A discussão concreta é outra: quanto da renda da magistratura continuará vindo de parcelas adicionais fora do subsídio principal.

A reação nas redes veio justamente desse contraste. Quando uma integrante do alto escalão do Judiciário compara perda de penduricalhos a “escravidão”, a frase deixa de funcionar como defesa corporativa e passa a reforçar a percepção pública de privilégio. Num momento em que STF e CNJ tentam reorganizar a folha e conter supersalários, esse tipo de declaração pesa mais contra a imagem da magistratura do que a favor dela.

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Wilder testa a mística de 2022, mas a disputa de 2026 cobra mais do que fé no voto bolsonarista https://dia1brasil.com.br/wilder-testa-a-mistica-de-2022-mas-a-disputa-de-2026-cobra-mais-do-que-fe-no-voto-bolsonarista/ https://dia1brasil.com.br/wilder-testa-a-mistica-de-2022-mas-a-disputa-de-2026-cobra-mais-do-que-fe-no-voto-bolsonarista/#respond Mon, 20 Apr 2026 14:10:40 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5582 A aposta de Wilder Morais é clara: repetir no governo o que funcionou na corrida ao Senado, quando venceu em 2022 com 799.022 votos e 25,25% dos válidos, surfando a reta final do eleitorado bolsonarista. O problema é que eleição para governador não costuma perdoar campanha morna, pouca presença no interior e articulação frouxa com […]

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A aposta de Wilder Morais é clara: repetir no governo o que funcionou na corrida ao Senado, quando venceu em 2022 com 799.022 votos e 25,25% dos válidos, surfando a reta final do eleitorado bolsonarista. O problema é que eleição para governador não costuma perdoar campanha morna, pouca presença no interior e articulação frouxa com a base proporcional.

Wilder não está parado por completo. O PL colocou o Rota 22 na rua, com agendas em regiões do estado, evento em Formosa e previsão de passagem por 51 municípios, além de ter recebido agora o apoio do Novo. Ainda assim, o retrato dominante na política goiana é de um pré-candidato que se move menos do que os aliados gostariam e que ainda convive com ruídos dentro do próprio campo, como mostrou sua ausência no ato da direita com Gustavo Gayer e Nikolas Ferreira, em Goiânia.

O contexto local também mudou de tamanho. Desde 31.mar.2026, Daniel Vilela virou governador com a saída de Ronaldo Caiado para a disputa presidencial e passou a carregar a máquina estadual com discurso de continuidade. Nas pesquisas de abril, Daniel segue na dianteira: o Paraná Pesquisas e o Gerp o mostram com vantagem ampla, enquanto o Veritá indica Wilder em segundo lugar e mais competitivo. Os números divergem sobre o tamanho do avanço de Wilder, mas convergem num ponto mais importante: hoje ele ainda corre atrás de quem ocupa o Palácio.

É aí que nasce a irritação de parte dos aliados. Senado admite arrancada tardia; governo exige rede, candidato visível, palanque regional, pré-candidatos a deputado mobilizados e sensação de projeto vivo antes da campanha esquentar. Wilder pode, sim, crescer com o voto em bloco bolsonarista no fim. Mas, se deixar a estrutura esfriar agora, corre o risco de chegar à reta decisiva com barulho digital e musculatura territorial insuficiente para transformar entusiasmo em maioria.

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Gayer começa a sentir o custo de ficar fora do guarda-chuva caiadista https://dia1brasil.com.br/gayer-comeca-a-sentir-o-custo-de-ficar-fora-do-guarda-chuva-caiadista/ https://dia1brasil.com.br/gayer-comeca-a-sentir-o-custo-de-ficar-fora-do-guarda-chuva-caiadista/#respond Fri, 17 Apr 2026 14:07:11 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5572 As primeiras pesquisas da pré-campanha em Goiás acenderam um alerta para Gustavo Gayer: o deputado do PL segue competitivo, mas já não chega sozinho com a mesma força à disputa pelo segundo voto ao Senado. Em uma corrida de duas vagas, isso pesa mais do que a militância barulhenta das redes. A leitura mais incômoda […]

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As primeiras pesquisas da pré-campanha em Goiás acenderam um alerta para Gustavo Gayer: o deputado do PL segue competitivo, mas já não chega sozinho com a mesma força à disputa pelo segundo voto ao Senado. Em uma corrida de duas vagas, isso pesa mais do que a militância barulhenta das redes.

A leitura mais incômoda para o entorno de Gayer está nos detalhes. Na Paraná Pesquisas, Gracinha Caiado aparece com 39,1%, Vanderlan Cardoso com 28,5% e Gayer com 27,5%. Na Gerp, Gayer ainda fica à frente de Vanderlan no recorte do primeiro voto, por 20% a 15%, mas perde para o senador no cenário de segundo voto, por 8% a 12%. Traduzindo o movimento: ele mantém nicho, mas começa a ter dificuldade para capturar o voto complementar que decide a segunda cadeira.

O problema é político, não só numérico. A articulação que colocaria Gayer na composição com o grupo de Ronaldo Caiado fracassou quando o PL manteve Wilder Morais no projeto próprio, e Flávio Bolsonaro admitiu a Caiado que não conseguiu sustentar o acordo. Isso tirou Gayer de uma engrenagem que lhe daria palanque municipal, capilaridade e proximidade com um campo que saiu do governo com 84,7% de aprovação. Para piorar, a ausência de Wilder no evento de pré-campanha de Gayer em Goiânia deixou à vista que o PL goiano continua dividido.

Vanderlan não cresce porque virou fenômeno; cresce porque ocupa melhor o espaço do voto útil, moderado e territorializado. Como senador em exercício, ele disputa a segunda vaga com menos ruído ideológico e mais aderência a uma lógica que o interior de Goiás conhece bem: quem já está integrado ao tabuleiro leva vantagem quando a eleição deixa de ser grito e vira composição. Se Gayer não reconstruir pontes fora da bolha e seguir preso ao impasse do PL, pode entrar em 2026 falando forte para os seus e vendo o segundo voto escorrer para o centro do jogo.

O teste real agora não é de discurso, mas de arranjo: ou Gayer amplia base antes da chapa ganhar forma definitiva, ou vai disputar o Senado com muita plateia, pouca estrutura e um adversário ocupando exatamente o espaço que mais decide essa eleição.

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Sandro Mabel ainda não conseguiu fazer o feed virar Rua https://dia1brasil.com.br/sandro-mabel-ainda-nao-conseguiu-fazer-o-feed-virar-rua/ https://dia1brasil.com.br/sandro-mabel-ainda-nao-conseguiu-fazer-o-feed-virar-rua/#respond Thu, 16 Apr 2026 14:52:24 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5560 Pouco mais de 15 meses depois da posse, em 1º de janeiro de 2025, Sandro Mabel ainda governa sob um problema central: a imagem de gestor rápido circula melhor nas redes do que na percepção cotidiana do goianiense. E isso pesa porque o próprio prefeito já admite incômodo com a lentidão de parte da máquina. […]

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Pouco mais de 15 meses depois da posse, em 1º de janeiro de 2025, Sandro Mabel ainda governa sob um problema central: a imagem de gestor rápido circula melhor nas redes do que na percepção cotidiana do goianiense. E isso pesa porque o próprio prefeito já admite incômodo com a lentidão de parte da máquina.

Mabel não chegou ao Paço como um novato absoluto: é empresário, foi deputado federal por quatro mandatos e venceu a eleição de 2024 com apoio decisivo de Ronaldo Caiado.

Justamente por isso, entrou cercado por uma expectativa alta de entrega, com promessa de gestão empresarial, zeladoria e reorganização de Goiânia. Quando a sensação de melhora não acompanha o discurso, a cobrança vem em dobro.

Os números ajudam a explicar o descompasso. No ranking da AtlasIntel, Mabel apareceu com 38% de aprovação e 47% de desaprovação no fim de 2025; no Veritá, ficou com 34,5% e entre os piores colocados entre prefeitos de capitais.

Ao mesmo tempo, uma pesquisa do Instituto Opção mostrou 56% avaliando sua gestão como “boa”. O contraste não anula o desgaste: ele mostra que Mabel ainda não consolidou uma leitura estável sobre o próprio governo.

Em Goiânia, a discussão segue aberta porque a percepção sobre coleta, saúde, mobilidade e ritmo de resposta continua fragmentada.

A troca na comunicação confirma que o Paço percebeu o ruído. Mas comunicação corrige tom; não substitui entrega.

Quando Igor Franco e Clécio Alves ocupam o debate com vídeos, vistorias e ataques sobre Comurg, caminhões e patrimônio parado, o desgaste cresce porque a oposição consegue colar na gestão a ideia de desorganização urbana.

Mabel rebate, diz que herdou parte dos problemas e endurece o discurso, mas isso ainda não virou vantagem líquida.

Há risco político bastante evidente: se a prefeitura não conseguir mostrar melhora visível, e não apenas narrada, Goiânia deixa de funcionar como vitrine administrativa do grupo de Caiado e passa a operar como ponto de cobrança contra ele já na largada mais quente de 2026.

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Caiado leva o Goiás que deu certo para o Planalto https://dia1brasil.com.br/caiado-leva-o-goias-que-deu-certo-para-o-planalto/ https://dia1brasil.com.br/caiado-leva-o-goias-que-deu-certo-para-o-planalto/#respond Wed, 15 Apr 2026 12:16:25 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5554 Ronaldo Caiado saiu do governo de Goiás com aprovação acima de 80% e transformou essa herança no eixo central do seu plano presidencial. O ex-governador (PSD) decidiu nacionalizar o que funcionou no estado —gestão fiscal austera, segurança pública reforçada e apoio ao agronegócio— para compensar o desconhecimento ainda alto fora do Centro-Oeste. Eleito em 2018 […]

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Ronaldo Caiado saiu do governo de Goiás com aprovação acima de 80% e transformou essa herança no eixo central do seu plano presidencial.

O ex-governador (PSD) decidiu nacionalizar o que funcionou no estado —gestão fiscal austera, segurança pública reforçada e apoio ao agronegócio— para compensar o desconhecimento ainda alto fora do Centro-Oeste.

Eleito em 2018 e reeleito em 2022, Caiado construiu uma trajetória de ruralista combativo que virou gestor com viés liberal-conservador.

Depois de cinco mandatos como deputado federal, uma passagem pelo Senado e duas vitórias consecutivas no Palácio das Esmeraldas, deixou o cargo no fim de março para tentar o Planalto pela segunda vez —a primeira foi em 1989.

O PSD apostou nele para ocupar espaço no centro-direita e direita, mas a tarefa imediata é exatamente essa: fazer o eleitor de São Paulo, Minas ou Rio enxergar em Goiás o laboratório de um Brasil possível.

No plano local, a saída de Caiado abriu a sucessão estadual. Daniel Vilela (MDB), seu vice, lidera as pesquisas como favorito natural; Marconi Perillo (PSDB) aparece como principal adversário.

O modelo goiano segue como ativo político, mas quem herdar o governo terá de decidir se o usa apenas como propaganda ou se o transforma em política de Estado. Nacionalmente, o desafio é maior: pesquisas recentes ainda colocam Caiado entre 4% e 7% das intenções de voto, mas potencial de crescimento é relativamente alto, principalmente em levantamentos de segundo turno.

O “modelo Goiás” é o argumento para crescer, mas depende de caixa de campanha e de capacidade de furar a bolha regional.

A aposta é racional: quem governa bem em casa tem direito de sonhar com o país.

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Vereador Geverson Abel anuncia apoio à pré-candidatura de Romário Policarpo a deputado estadual https://dia1brasil.com.br/vereador-geverson-abel-anuncia-apoio-a-pre-candidatura-de-romario-policarpo-a-deputado-estadual/ https://dia1brasil.com.br/vereador-geverson-abel-anuncia-apoio-a-pre-candidatura-de-romario-policarpo-a-deputado-estadual/#respond Tue, 14 Apr 2026 13:48:25 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5544 Anúncio foi feito durante reunião realizada na noite desta segunda-feira, 13 O vereador Geverson Abel (Solidariedade) anunciou na noite desta segunda-feira (13/4) seu apoio à pré-candidatura do presidente da Câmara de Goiânia, Romário Policarpo (Cidadania), a deputado estadual. A aliança foi firmada durante reunião de Abel e sua equipe com o pré-candidato. Geverson Abel está […]

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Anúncio foi feito durante reunião realizada na noite desta segunda-feira, 13

O vereador Geverson Abel (Solidariedade) anunciou na noite desta segunda-feira (13/4) seu apoio à pré-candidatura do presidente da Câmara de Goiânia, Romário Policarpo (Cidadania), a deputado estadual. A aliança foi firmada durante reunião de Abel e sua equipe com o pré-candidato.

Geverson Abel está em seu segundo mandato consecutivo como vereador por Goiânia. Nas últimas eleições municipais, em 2024, obteve a sexta maior votação na corrida pelas 37 cadeiras do Poder Legislativo da capital, alcançando a quarta posição entre os parlamentares reeleitos.

Ao anunciar o apoio, Abel disse que Policarpo deixa seu legado como vereador pela capital e como presidente da Câmara de Goiânia, “e está preparado política e administrativamente para assumir uma das 41 cadeiras da Assembleia”. Policarpo agradeceu o reconhecimento e o apoio e afirmou que eles trabalharão juntos propostas para o Estado.

Na Câmara de Goiânia, Geverson Abel é presidente da Comissão de Fiscalização do Transporte Público Coletivo, com atuação destacada na defesa dos direitos dos cidadãos usuários do sistema e na organização e regulamentação do setor. É membro de outras comissões temáticas importantes da Casa, como a de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e de Educação, Ciência e Tecnologia (CECT).

A pré-campanha de Policarpo tem a coordenação geral do também vereador por Goiânia Leo José (Republicanos). A escolha do parlamentar foi confirmada durante reunião interna de pré-campanha na última sexta-feira, 10.

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Café pode ajudar coração, cérebro, fígado, humor e controle do açúcar https://dia1brasil.com.br/cafe-pode-ajudar-coracao-cerebro-figado-humor-e-controle-do-acucar/ https://dia1brasil.com.br/cafe-pode-ajudar-coracao-cerebro-figado-humor-e-controle-do-acucar/#respond Tue, 14 Apr 2026 11:51:52 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5534 Nesta terça-feira (14), a data celebrada como Dia Mundial do Café vira também um bom pretexto para separar mito de evidência. Sem exagero e sem transformar a bebida em milagre, a ciência vem associando o consumo moderado de café a ganhos reais em áreas importantes da saúde. Uma das frentes mais estudadas é a saúde […]

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Nesta terça-feira (14), a data celebrada como Dia Mundial do Café vira também um bom pretexto para separar mito de evidência. Sem exagero e sem transformar a bebida em milagre, a ciência vem associando o consumo moderado de café a ganhos reais em áreas importantes da saúde.

Uma das frentes mais estudadas é a saúde cardiovascular. Revisões e grandes estudos observacionais apontam que o consumo moderado está ligado a menor risco de doenças do coração, AVC e morte cardiovascular, embora excesso e sensibilidade à cafeína possam provocar palpitações, ansiedade e piora do sono em parte das pessoas.

No metabolismo, o café aparece associado a menor risco de diabetes tipo 2. A hipótese mais citada é melhora no uso da glicose e na ação da insulina ao longo do tempo, especialmente com consumo habitual, e não em doses isoladas.

O fígado é outra área em que o café costuma aparecer bem na literatura. Mayo Clinic e Johns Hopkins destacam associação com menor risco de doença hepática, cirrose e até câncer de fígado em alguns grupos. Também há indícios de benefício para o cérebro, com menor risco de Parkinson e possível proteção contra declínio cognitivo em parte dos estudos.

Há ainda sinais positivos para humor e disposição. Estudos citados por Harvard e Mayo relacionam café com melhora de atenção, vigília e, em alguns grupos, menor risco de depressão. O detalhe importante é o velho bom senso: a mesma xícara que ajuda uma pessoa a render mais pode deixar outra agitada.

Para a maior parte dos adultos, a faixa moderada costuma girar em torno de 3 a 5 xícaras por dia, com até 400 mg de cafeína, mas gestantes, lactantes e pessoas mais sensíveis devem reduzir e seguir orientação médica.

Receitinha fácil para os leitores: café cremoso gelado com canela. Bata 1 xícara de café já frio com 1/2 xícara de leite, gelo, 1 colher de chá de cacau em pó, canela a gosto e um toque de baunilha. Fica gostoso, simples e evita exagerar no açúcar.

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Caiado tenta virar a direita respirável enquanto Flávio disputa o centro sem perder a base https://dia1brasil.com.br/caiado-tenta-virar-a-direita-respiravel-enquanto-flavio-disputa-o-centro-sem-perder-a-base/ https://dia1brasil.com.br/caiado-tenta-virar-a-direita-respiravel-enquanto-flavio-disputa-o-centro-sem-perder-a-base/#respond Mon, 13 Apr 2026 12:38:46 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5521 O novo retrato da direita não mostra só força eleitoral. Mostra uma briga por identidade. Ronaldo Caiado leu o empate técnico com Lula no segundo turno como senha para se vender como a alternativa mais estável do campo conservador, enquanto Flávio Bolsonaro tenta alargar a candidatura para o centro sem soltar a mão do eleitorado […]

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O novo retrato da direita não mostra só força eleitoral. Mostra uma briga por identidade.

Ronaldo Caiado leu o empate técnico com Lula no segundo turno como senha para se vender como a alternativa mais estável do campo conservador, enquanto Flávio Bolsonaro tenta alargar a candidatura para o centro sem soltar a mão do eleitorado mais ideológico.

No Datafolha divulgado em 11 de abril, Lula aparece com 45% contra 42% de Caiado no segundo turno, dentro da margem de erro.

Para o ex-governador de Goiás, o dado vale menos pelo número bruto e mais pelo significado político: ele entrou de vez na mesa nacional sem depender do bolsonarismo raiz.

Desde a filiação ao PSD, em Jaraguá, Caiado insiste que quer uma candidatura própria, sem ser “vice nem acessório”, tentando ocupar um espaço de direita com gestão, firmeza e menor rejeição.

Flávio, por sua vez, segue na dianteira do bloco conservador. No mesmo Datafolha, ele marca 46% contra 45% de Lula no segundo turno e 35% no primeiro turno, acima de Caiado.

Agora, para Flávio o desafio é ganhar musculatura nacional e parecer menos tóxico ao eleitor moderado, mas sem abrir flanco para a direita digital que cobra pureza ideológica. Esse equilíbrio é instável, ainda mais com turbulência interna no PL e com nomes como Renan Santos tentando capturar o eleitor mais estridente, embora ainda patinem nas pesquisas.

Caiado aposta que seu passado conservador, somado à vitrine administrativa de Goiás, pode atrair parte do bolsonarista cansado do conflito permanente.

Flávio aposta no movimento inverso: conservar o núcleo duro e, ao mesmo tempo, ficar aceitável para fora dele. Hoje, o senador ainda larga na frente. Mas, se a campanha virar disputa entre radicalização e previsibilidade, Caiado tenta ser menos o terceiro nome da direita e mais o teste de maturidade desse eleitorado.

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