A final entregou a taça à equipe que tentou vencer.
A Espanha controlou 65% da posse, trocou 647 passes e finalizou 20 vezes. A Argentina passou os 90 minutos sem um único chute e só ameaçou o gol espanhol aos 117 da prorrogação.
A estratégia argentina foi bloquear espaços, interromper jogadas e depender de uma atuação extraordinária de Emiliano Martínez. Messi ficou isolado, Enzo Fernández acabou expulso e a equipe perdeu o controle depois do apito final.
Do outro lado, a Espanha manteve o padrão que apresentou durante toda a Copa. Pressionou, circulou a bola e confiou no elenco. Nico Williams e Ferran Torres saíram do banco para construir o gol do título, marcado aos 106 minutos.
A campanha confirma a superioridade: apenas um gol sofrido em todo o torneio e uma sequência de 38 partidas sem derrota. A equipe de Luis de la Fuente conquistou a Copa dois anos depois de vencer a Eurocopa.
A Argentina tentou impedir o jogo até onde conseguiu. A Espanha jogou até encontrar o gol. O placar foi apertado, mas o título ficou com a melhor seleção da

