Arquivo de Goiás - Dia 1 http://dia1brasil.com.br/categoria/goias/ Seu portal de notícias de Goiás Wed, 22 Apr 2026 14:06:17 +0000 pt-BR hourly 1 https://dia1brasil.com.br/wp-content/uploads/2024/03/cropped-D1-32x32.webp Arquivo de Goiás - Dia 1 http://dia1brasil.com.br/categoria/goias/ 32 32 Tatiana Jucá defende revisão da anuidade e diz que custo “pesa e onera” engenheiros https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-defende-revisao-da-anuidade-e-diz-que-custo-pesa-e-onera-engenheiros/ https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-defende-revisao-da-anuidade-e-diz-que-custo-pesa-e-onera-engenheiros/#respond Wed, 22 Apr 2026 14:05:49 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5594 Candidata ao CREA descarta isenção total, propõe descontos e quer levar debate ao Confea A engenheira civil e candidata à presidência do CREA-GO, Tatiana Jucá, defendeu a revisão do modelo de cobrança da anuidade e afirmou que o custo atual “pesa e onera” os profissionais. Em entrevista ao Domingos Conversa, publicada nesta segunda-feira (20), ela […]

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Candidata ao CREA descarta isenção total, propõe descontos e quer levar debate ao Confea

A engenheira civil e candidata à presidência do CREA-GO, Tatiana Jucá, defendeu a revisão do modelo de cobrança da anuidade e afirmou que o custo atual “pesa e onera” os profissionais. Em entrevista ao Domingos Conversa, publicada nesta segunda-feira (20), ela descartou a possibilidade de isenção total, mas propôs ajustes com descontos e formas de compensação.

Ao tratar do tema, Tatiana foi direta ao afastar propostas mais radicais. “Anuidade zero não existe”, disse ao jornalista Domingos Ketelbey. De acordo com ela, o funcionamento do sistema depende de recursos para manter fiscalização, estrutura e presença institucional. “O conselho precisa de recurso para funcionar, para ter fiscal, para ir até uma obra, uma lavoura”, afirmou.

Apesar disso, a candidata reconhece que o modelo atual gera desgaste na base. “Hoje o profissional paga anuidade, paga ART a cada serviço, paga imposto. Isso pesa e onera”, declarou. Para ela, o acúmulo de custos compromete a percepção de valor do sistema e alimenta a crítica recorrente de que o CREA cobra muito e entrega pouco.

Tatiana afirma que a margem de atuação do conselho regional é limitada, já que a definição da anuidade e das taxas é atribuição do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). Ainda assim, defende que há espaço para ajustes. “A gente pode, sim, adotar medidas de descontos ou de retribuição daquilo para o profissional”, disse.

A proposta, segundo ela, passa por abrir diálogo com o Confea para revisar regras e calibrar a cobrança. “A gente precisa levar essa discussão para o conselho federal”, afirmou. “Precisa mostrar que o profissional está sendo onerado e que isso precisa ser reavaliado.”

Cobrança x retorno

A discussão sobre a anuidade, na avaliação da candidata, está diretamente ligada à percepção de retorno. “O profissional paga e não vê retorno”, disse, ao comentar críticas recorrentes dentro da categoria. Para ela, a cobrança só se sustenta se vier acompanhada de entrega.
Nesse ponto, Tatiana defende uma mudança na lógica de atuação do CREA. “O conselho tem que ser um prestador de serviço do profissional”, afirmou. “Não dá para ser só um órgão que cobra.”

Entre as medidas defendidas, ela cita maior oferta de capacitação, presença mais efetiva no interior e atuação mais direta na orientação dos profissionais. A ideia é equilibrar a relação entre arrecadação e benefício percebido.

Fiscalização e arrecadação

Outro ponto levantado pela candidata é o impacto do modelo de fiscalização sobre a arrecadação. Segundo ela, a lógica atual contribui para o desgaste da relação com os profissionais. “Não existe chegar já multando”, afirmou. Para Tatiana, o correto seria orientar primeiro e dar prazo para regularização.

A engenheira admite que a pressão por recursos influencia o funcionamento do sistema. “Às vezes o conselho estava precisando de recurso financeiro e aí ele arrochou”, disse, ao comentar mudanças na prática de fiscalização ao longo do tempo.

Para ela, revisar esse modelo também é parte da discussão sobre anuidade. “Quando você dá oportunidade para o profissional regularizar, ele regulariza”, afirmou. “Você melhora a relação e mantém o funcionamento do sistema.”

Proposta de reequilíbrio

Ao defender a revisão da anuidade, Tatiana afirma que o objetivo não é reduzir a capacidade operacional do conselho, mas reequilibrar a relação com a base. “Não é acabar com a cobrança, é ajustar”, disse.

A candidata aposta em uma combinação de diálogo institucional, revisão de regras e ampliação de serviços. “Se o profissional perceber retorno, ele entende a cobrança”, afirmou. “O problema hoje é que essa conta não fecha.”

Para ela, a discussão sobre a anuidade tende a ser central na disputa pelo comando do CREA. “É um tema sensível, porque mexe diretamente com quem está na ponta”, disse. “E precisa ser tratado com responsabilidade, sem promessa fácil.”

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Daniel cresce em Goiás enquanto Caiado testa tamanho nacional https://dia1brasil.com.br/daniel-cresce-em-goias-enquanto-caiado-testa-tamanho-nacional/ https://dia1brasil.com.br/daniel-cresce-em-goias-enquanto-caiado-testa-tamanho-nacional/#respond Wed, 22 Apr 2026 14:00:23 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5591 A sucessão em Goiás começou com um desenho mais favorável para Daniel Vilela do que para a aventura nacional de Ronaldo Caiado. Empossado governador em 31 de março, após a renúncia de Caiado para disputar o Planalto, Daniel herdou não só a máquina estadual, mas também a bandeira da continuidade de uma gestão bem avaliada […]

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A sucessão em Goiás começou com um desenho mais favorável para Daniel Vilela do que para a aventura nacional de Ronaldo Caiado. Empossado governador em 31 de março, após a renúncia de Caiado para disputar o Planalto, Daniel herdou não só a máquina estadual, mas também a bandeira da continuidade de uma gestão bem avaliada no estado.

A primeira fotografia depois da troca no comando reforça isso. Pesquisa Gerp divulgada em 14 de abril mostra Daniel com 45% num cenário contra Marconi Perillo, Wilder Morais e Adriana Accorsi; com 43% sem Adriana; e novamente com 45% em outra composição. No mesmo levantamento, ele aparece como o menos rejeitado, com 5%, e abre larga vantagem nos cenários de segundo turno. É esse conjunto que alimenta a leitura, hoje vocalizada por Adriano da Rocha Lima, de que a base governista entrou na disputa em posição de favoritismo real, com chance até de liquidar a eleição no primeiro turno.

No plano nacional, o quadro é mais duro para Caiado. A Genial/Quaest de 15 de abril mostra Lula com 43% contra 35% do ex-governador goiano num eventual segundo turno. A distância caiu, o que ajuda Caiado a vender a tese de viabilidade, mas o ponto incômodo continua de pé: no primeiro turno, ele aparece com 6%, atrás de Lula, com 37%, e de Flávio Bolsonaro, com 32%. Em outras palavras, Caiado melhora como nome de comparação, mas ainda não rompeu a barreira que separa um presidenciável competitivo de um candidato regional tentando ganhar escala.

Politicamente, uma coisa começa a ficar clara: a candidatura presidencial de Caiado hoje parece produzir efeito mais concreto em Goiás do que no Brasil. Ao deixar o governo cedo, ele deu nitidez à sucessão estadual, transferiu centralidade a Daniel e empurrou a oposição goiana para uma corrida fragmentada entre Marconi, Wilder e nomes do campo petista. O teste de verdade virá quando Daniel deixar de ser apenas herdeiro de uma gestão forte e precisar provar densidade própria na rua, enquanto Caiado tenta converter prestígio local em voto nacional fora do seu quintal.

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Tatiana Jucá lança candidatura ao CREA-GO com crítica ao modelo atual e defesa de atuação técnica https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-lanca-candidatura-ao-crea-go-com-critica-ao-modelo-atual-e-defesa-de-atuacao-tecnica/ https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-lanca-candidatura-ao-crea-go-com-critica-ao-modelo-atual-e-defesa-de-atuacao-tecnica/#respond Mon, 20 Apr 2026 14:03:11 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5579 Engenheira propõe gestão por desempenho, cobra protagonismo do Conselho em obras públicas e aponta falhas em debates urbanos como drenagem e mobilidade A engenheira civil Tatiana Jucá oficializou neste sábado (18) sua candidatura à presidência do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO) com um diagnóstico direto sobre o sistema: o órgão se […]

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Engenheira propõe gestão por desempenho, cobra protagonismo do Conselho em obras públicas e aponta falhas em debates urbanos como drenagem e mobilidade

A engenheira civil Tatiana Jucá oficializou neste sábado (18) sua candidatura à presidência do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO) com um diagnóstico direto sobre o sistema: o órgão se afastou dos profissionais e perdeu relevância no debate público. A proposta da candidata combina mudança de modelo de gestão, revisão da fiscalização e atuação mais ativa do Conselho em temas estruturais da cidade, como drenagem urbana e planejamento.

Pela primeira vez, uma mulher entra na disputa pelo comando do Crea-GO com um plano estruturado em metas, indicadores de desempenho e entregas mensuráveis. A candidatura parte de uma crítica recorrente entre profissionais da área: a percepção de que o Conselho atua mais como órgão arrecadador do que como entidade de apoio ao exercício técnico.

A proposta central é reposicionar o CREA como agente ativo, tanto na relação com os profissionais quanto na interlocução com o poder público. Para Tatiana, o Conselho deixou de exercer um papel estratégico na cidade. “A gente não vê o nosso conselho representando realmente a engenharia frente aos órgãos públicos”, afirmou.

O diagnóstico se estende a problemas urbanos recorrentes. Ao comentar as falhas na Marginal Botafogo, em Goiânia, a engenheira defendeu que a ausência de planejamento de longo prazo agrava situações que se repetem há anos. Segundo ela, intervenções pontuais não resolvem a questão. “A cancela está sendo uma ação paliativa, uma solução até midiática”, disse, ao criticar medidas emergenciais adotadas na via.

A candidata sustenta que há solução técnica para problemas como alagamentos, mas que isso exige diagnóstico estruturado e decisões de maior impacto, como obras de retenção e readequação do sistema de drenagem. A avaliação é de que a cidade cresceu sem atualização proporcional da infraestrutura, o que pressiona o sistema existente.

Nesse contexto, Tatiana defende que o CREA assuma papel mais propositivo, atuando de forma preventiva e participando da formulação de soluções junto a prefeituras e governo estadual. “Ele precisa ser um conselho mais proativo, que dialogue com os entes públicos para garantir a melhor técnica”, afirmou.

A reformulação da fiscalização é outro eixo da candidatura. O modelo proposto prevê diferenciação entre profissionais regulares e exercício ilegal da profissão, com orientação inicial e prazo para adequação antes da aplicação de penalidades. A ideia é reduzir o caráter punitivo e ampliar o papel educativo do Conselho. A disputa pelo comando do Conselho reúne outros nomes além de Tatiana. Também registraram chapas Petersonn Caparrosa, engenheiro eletricista; Paulo Martins, engenheiro agrônomo; Ulysses Sena, engenheiro civil; Idalino Hortêncio, engenheiro civil; e Roberto Viana, engenheiro civil.

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Gayer começa a sentir o custo de ficar fora do guarda-chuva caiadista https://dia1brasil.com.br/gayer-comeca-a-sentir-o-custo-de-ficar-fora-do-guarda-chuva-caiadista/ https://dia1brasil.com.br/gayer-comeca-a-sentir-o-custo-de-ficar-fora-do-guarda-chuva-caiadista/#respond Fri, 17 Apr 2026 14:07:11 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5572 As primeiras pesquisas da pré-campanha em Goiás acenderam um alerta para Gustavo Gayer: o deputado do PL segue competitivo, mas já não chega sozinho com a mesma força à disputa pelo segundo voto ao Senado. Em uma corrida de duas vagas, isso pesa mais do que a militância barulhenta das redes. A leitura mais incômoda […]

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As primeiras pesquisas da pré-campanha em Goiás acenderam um alerta para Gustavo Gayer: o deputado do PL segue competitivo, mas já não chega sozinho com a mesma força à disputa pelo segundo voto ao Senado. Em uma corrida de duas vagas, isso pesa mais do que a militância barulhenta das redes.

A leitura mais incômoda para o entorno de Gayer está nos detalhes. Na Paraná Pesquisas, Gracinha Caiado aparece com 39,1%, Vanderlan Cardoso com 28,5% e Gayer com 27,5%. Na Gerp, Gayer ainda fica à frente de Vanderlan no recorte do primeiro voto, por 20% a 15%, mas perde para o senador no cenário de segundo voto, por 8% a 12%. Traduzindo o movimento: ele mantém nicho, mas começa a ter dificuldade para capturar o voto complementar que decide a segunda cadeira.

O problema é político, não só numérico. A articulação que colocaria Gayer na composição com o grupo de Ronaldo Caiado fracassou quando o PL manteve Wilder Morais no projeto próprio, e Flávio Bolsonaro admitiu a Caiado que não conseguiu sustentar o acordo. Isso tirou Gayer de uma engrenagem que lhe daria palanque municipal, capilaridade e proximidade com um campo que saiu do governo com 84,7% de aprovação. Para piorar, a ausência de Wilder no evento de pré-campanha de Gayer em Goiânia deixou à vista que o PL goiano continua dividido.

Vanderlan não cresce porque virou fenômeno; cresce porque ocupa melhor o espaço do voto útil, moderado e territorializado. Como senador em exercício, ele disputa a segunda vaga com menos ruído ideológico e mais aderência a uma lógica que o interior de Goiás conhece bem: quem já está integrado ao tabuleiro leva vantagem quando a eleição deixa de ser grito e vira composição. Se Gayer não reconstruir pontes fora da bolha e seguir preso ao impasse do PL, pode entrar em 2026 falando forte para os seus e vendo o segundo voto escorrer para o centro do jogo.

O teste real agora não é de discurso, mas de arranjo: ou Gayer amplia base antes da chapa ganhar forma definitiva, ou vai disputar o Senado com muita plateia, pouca estrutura e um adversário ocupando exatamente o espaço que mais decide essa eleição.

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Goiás decreta emergência por SRAG e abre resposta extra na saúde https://dia1brasil.com.br/goias-decreta-emergencia-por-srag-e-abre-resposta-extra-na-saude/ https://dia1brasil.com.br/goias-decreta-emergencia-por-srag-e-abre-resposta-extra-na-saude/#respond Thu, 16 Apr 2026 19:02:12 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5569 Goiás entrou em situação de emergência em saúde pública por causa do avanço da Síndrome Respiratória Aguda Grave. O decreto, assinado por Daniel Vilela e publicado no Diário Oficial, vale por 180 dias e libera medidas imediatas para reforçar a rede de atendimento. Na prática, a medida autoriza a instalação do COE-SRAG, centro que passa […]

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Goiás entrou em situação de emergência em saúde pública por causa do avanço da Síndrome Respiratória Aguda Grave.

O decreto, assinado por Daniel Vilela e publicado no Diário Oficial, vale por 180 dias e libera medidas imediatas para reforçar a rede de atendimento.

Na prática, a medida autoriza a instalação do COE-SRAG, centro que passa a coordenar o monitoramento da crise, além de acelerar compra de insumos, cessão de equipamentos, contratação de serviços e outras ações emergenciais.

O texto do decreto cita a pressão sobre leitos de UTI e de suporte ventilatório para adultos e crianças.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, Goiás soma 2.560 casos de SRAG em 2026 até esta quinta-feira (16). Desse total, 126 foram associados à influenza, 49 à covid-19, 987 a outros vírus respiratórios e 922 seguem sem especificação.

Em paralelo, o cenário nacional segue em alerta: o boletim InfoGripe aponta Goiás entre os estados com sinal de crescimento de SRAG e com avanço de casos ligados à influenza A.

A campanha de vacinação contra a gripe começou em 28 de março. Goiás recebeu 436 mil doses enviadas pelo Ministério da Saúde, e a mobilização segue até 30 de maio, com foco nos grupos prioritários e meta de ao menos 90% de cobertura.

Veículos locais informam que a cobertura atual está em 16,19%, número ainda baixo para o momento de maior circulação dos vírus respiratórios.

O próximo teste do decreto será rápido: ampliar atendimento e vacinação antes que a pressão sobre os leitos piore com a chegada das semanas mais frias.

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Troca de partidos em Goiás deixa cicatrizes e antecipa uma guerra dentro das chapas https://dia1brasil.com.br/troca-de-partidos-em-goias-deixa-cicatrizes-e-antecipa-uma-guerra-dentro-das-chapas/ https://dia1brasil.com.br/troca-de-partidos-em-goias-deixa-cicatrizes-e-antecipa-uma-guerra-dentro-das-chapas/#respond Thu, 16 Apr 2026 15:00:48 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5566 A janela partidária terminou, mas o desgaste ficou. Em Goiás, o troca-troca não reorganizou apenas siglas: ele mexeu no valor político de cada vaga, reduziu a fragmentação da Alego e transformou antigas desconfianças em atritos públicos. A própria Justiça Eleitoral fixou a janela entre 5 de março e 3 de abril, período que acelerou a […]

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A janela partidária terminou, mas o desgaste ficou. Em Goiás, o troca-troca não reorganizou apenas siglas: ele mexeu no valor político de cada vaga, reduziu a fragmentação da Alego e transformou antigas desconfianças em atritos públicos. A própria Justiça Eleitoral fixou a janela entre 5 de março e 3 de abril, período que acelerou a corrida por legendas viáveis para 2026.

O caso mais claro está no PL. A lista oficial da Alego já mostra Amauri Ribeiro e Major Araújo no mesmo partido, mas a convivência começou com ruído. Major disse publicamente que a chegada de Amauri “não agrega” ao grupo e questionou o fato de o colega ainda ser visto como sustentação do governo, embora o PL tente se afirmar como alternativa no Estado. Não é simples birra: é disputa por coerência de discurso, por espaço de chapa e por quem realmente veste a camisa da oposição.

Esse mal-estar tem uma base objetiva. O sistema proporcional, somado ao fim das coligações e à dificuldade de montar listas fortes, fez crescer o medo do canibalismo eleitoral. Em Goiás, partidos e federações ainda correm para fechar chapas competitivas, enquanto aliados de Daniel Vilela cobram definição e reclamam da insegurança provocada por nomes com mandato entrando de última hora. Quando um deputado chega, outro imediatamente faz a conta de quantos votos pode perder dentro da própria casa.

No PSB, a entrada tardia de Rubens Marques escancarou o mesmo problema: Karlos Cabral acusou atropelo interno, falou em “porta dos fundos” e admitiu, na prática, que a chapa pode implodir com a mudança. O recado da janela foi duro e claro: em 2026, muita mágoa em Goiás não virá do adversário de fora, mas do aliado que entrou por último e passou a valer mais no quociente eleitoral.

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Sandro Mabel ainda não conseguiu fazer o feed virar Rua https://dia1brasil.com.br/sandro-mabel-ainda-nao-conseguiu-fazer-o-feed-virar-rua/ https://dia1brasil.com.br/sandro-mabel-ainda-nao-conseguiu-fazer-o-feed-virar-rua/#respond Thu, 16 Apr 2026 14:52:24 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5560 Pouco mais de 15 meses depois da posse, em 1º de janeiro de 2025, Sandro Mabel ainda governa sob um problema central: a imagem de gestor rápido circula melhor nas redes do que na percepção cotidiana do goianiense. E isso pesa porque o próprio prefeito já admite incômodo com a lentidão de parte da máquina. […]

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Pouco mais de 15 meses depois da posse, em 1º de janeiro de 2025, Sandro Mabel ainda governa sob um problema central: a imagem de gestor rápido circula melhor nas redes do que na percepção cotidiana do goianiense. E isso pesa porque o próprio prefeito já admite incômodo com a lentidão de parte da máquina.

Mabel não chegou ao Paço como um novato absoluto: é empresário, foi deputado federal por quatro mandatos e venceu a eleição de 2024 com apoio decisivo de Ronaldo Caiado.

Justamente por isso, entrou cercado por uma expectativa alta de entrega, com promessa de gestão empresarial, zeladoria e reorganização de Goiânia. Quando a sensação de melhora não acompanha o discurso, a cobrança vem em dobro.

Os números ajudam a explicar o descompasso. No ranking da AtlasIntel, Mabel apareceu com 38% de aprovação e 47% de desaprovação no fim de 2025; no Veritá, ficou com 34,5% e entre os piores colocados entre prefeitos de capitais.

Ao mesmo tempo, uma pesquisa do Instituto Opção mostrou 56% avaliando sua gestão como “boa”. O contraste não anula o desgaste: ele mostra que Mabel ainda não consolidou uma leitura estável sobre o próprio governo.

Em Goiânia, a discussão segue aberta porque a percepção sobre coleta, saúde, mobilidade e ritmo de resposta continua fragmentada.

A troca na comunicação confirma que o Paço percebeu o ruído. Mas comunicação corrige tom; não substitui entrega.

Quando Igor Franco e Clécio Alves ocupam o debate com vídeos, vistorias e ataques sobre Comurg, caminhões e patrimônio parado, o desgaste cresce porque a oposição consegue colar na gestão a ideia de desorganização urbana.

Mabel rebate, diz que herdou parte dos problemas e endurece o discurso, mas isso ainda não virou vantagem líquida.

Há risco político bastante evidente: se a prefeitura não conseguir mostrar melhora visível, e não apenas narrada, Goiânia deixa de funcionar como vitrine administrativa do grupo de Caiado e passa a operar como ponto de cobrança contra ele já na largada mais quente de 2026.

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Vereador Geverson Abel anuncia apoio à pré-candidatura de Romário Policarpo a deputado estadual https://dia1brasil.com.br/vereador-geverson-abel-anuncia-apoio-a-pre-candidatura-de-romario-policarpo-a-deputado-estadual/ https://dia1brasil.com.br/vereador-geverson-abel-anuncia-apoio-a-pre-candidatura-de-romario-policarpo-a-deputado-estadual/#respond Tue, 14 Apr 2026 13:48:25 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5544 Anúncio foi feito durante reunião realizada na noite desta segunda-feira, 13 O vereador Geverson Abel (Solidariedade) anunciou na noite desta segunda-feira (13/4) seu apoio à pré-candidatura do presidente da Câmara de Goiânia, Romário Policarpo (Cidadania), a deputado estadual. A aliança foi firmada durante reunião de Abel e sua equipe com o pré-candidato. Geverson Abel está […]

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Anúncio foi feito durante reunião realizada na noite desta segunda-feira, 13

O vereador Geverson Abel (Solidariedade) anunciou na noite desta segunda-feira (13/4) seu apoio à pré-candidatura do presidente da Câmara de Goiânia, Romário Policarpo (Cidadania), a deputado estadual. A aliança foi firmada durante reunião de Abel e sua equipe com o pré-candidato.

Geverson Abel está em seu segundo mandato consecutivo como vereador por Goiânia. Nas últimas eleições municipais, em 2024, obteve a sexta maior votação na corrida pelas 37 cadeiras do Poder Legislativo da capital, alcançando a quarta posição entre os parlamentares reeleitos.

Ao anunciar o apoio, Abel disse que Policarpo deixa seu legado como vereador pela capital e como presidente da Câmara de Goiânia, “e está preparado política e administrativamente para assumir uma das 41 cadeiras da Assembleia”. Policarpo agradeceu o reconhecimento e o apoio e afirmou que eles trabalharão juntos propostas para o Estado.

Na Câmara de Goiânia, Geverson Abel é presidente da Comissão de Fiscalização do Transporte Público Coletivo, com atuação destacada na defesa dos direitos dos cidadãos usuários do sistema e na organização e regulamentação do setor. É membro de outras comissões temáticas importantes da Casa, como a de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e de Educação, Ciência e Tecnologia (CECT).

A pré-campanha de Policarpo tem a coordenação geral do também vereador por Goiânia Leo José (Republicanos). A escolha do parlamentar foi confirmada durante reunião interna de pré-campanha na última sexta-feira, 10.

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Gayer entra no Senado com força digital, mas a disputa real é contra influência da base governista https://dia1brasil.com.br/gayer-entra-no-senado-com-forca-digital-mas-a-disputa-real-e-contra-influencia-da-base-governista/ https://dia1brasil.com.br/gayer-entra-no-senado-com-forca-digital-mas-a-disputa-real-e-contra-influencia-da-base-governista/#respond Mon, 13 Apr 2026 12:50:42 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5527 Da Redação As primeiras pesquisas após o fechamento das filiações acenderam um alerta para Gustavo Gayer: a força que o torna quase imbatível na eleição proporcional para a Câmara não se transfere automaticamente para a disputa majoritária ao Senado. Em Goiás, o problema deixou de ser apenas Gracinha Caiado. Agora inclui também Vanderlan Cardoso, que […]

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Da Redação

As primeiras pesquisas após o fechamento das filiações acenderam um alerta para Gustavo Gayer: a força que o torna quase imbatível na eleição proporcional para a Câmara não se transfere automaticamente para a disputa majoritária ao Senado.

Em Goiás, o problema deixou de ser apenas Gracinha Caiado. Agora inclui também Vanderlan Cardoso, que entrou de vez na engrenagem da base governista e aparece colado em Gayer na briga pela segunda vaga.

No levantamento da Paraná Pesquisas divulgado em 7 de abril, Gracinha lidera com 39,1%, Vanderlan tem 28,5% e Gayer marca 27,5%.

O dado mais relevante não é só a liderança de Gracinha, mas o empate técnico entre Vanderlan e Gayer num modelo de eleição em que o eleitor escolhe nomes, não chapas proporcionais.

Aí muda tudo: recall digital, militância engajada e voto de fã ajudam muito, mas palanque unificado, rede de prefeitos, capilaridade regional e apoio institucional pesam mais do que numa disputa para deputado federal.
Vanderlan chega a essa fase com uma vantagem política objetiva: aderiu ao grupo de Ronaldo Caiado e Daniel Vilela, recebeu apoio público da base e passou a disputar como peça de uma coalizão, não como candidatura isolada.

Isso lhe dá acesso à estrutura política, agenda conjunta e transferência de força regional num momento em que o caiadismo ainda mantém alta capacidade de organização em Goiás.

Gayer, ao contrário, segue mais vinculado ao campo oposicionista do PL e vê aumentar a distância em relação a Wilder Morais, o nome do partido para o governo.

Essa falta de convergência dificulta a montagem de um palanque robusto e deixa sua candidatura mais dependente do próprio capital pessoal.
Gayer continua competitivo e ainda tem uma base fiel que poucos adversários possuem. Mas a eleição para o Senado cobra amplitude, coordenação territorial e capacidade de conversar além da bolha de seguidores.

Se Vanderlan consolidar a condição de senador da base e Gracinha mantiver a dianteira, o desafio de Gayer deixa de ser crescer sozinho e passa a ser romper um cerco político que hoje parece mais organizado do que barulhento.

Para apoiadores de Gayer, essa era a intenção de grupos ligados a Wilder: enfraquecê-lo a ponto de forçá-lo a aceitar um apoio incondicional ao projeto do senador, que venceu a queda de braço contra a adesão do PL ao projeto de Daniel Vilela.

No entanto, até o momento, mesmo pressionado por pesquisas de opinião, o deputado do PL deve manter uma candidatura mais independente de Wilder.

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Bruno Peixoto pode chegar forte a Brasília e sair menor do que entrou na disputa https://dia1brasil.com.br/bruno-peixoto-pode-chegar-forte-a-brasilia-e-sair-menor-do-que-entrou-na-disputa/ https://dia1brasil.com.br/bruno-peixoto-pode-chegar-forte-a-brasilia-e-sair-menor-do-que-entrou-na-disputa/#respond Mon, 13 Apr 2026 12:44:35 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5524 Da Redação Bruno Peixoto virou um dos casos mais interessantes da política goiana porque sua força atual parece grande, mas o teste real talvez comece depois da eleição. A ida para a Câmara dos Deputados é tratada nos bastidores como altamente provável, mas a dúvida séria não é sobre vitória eleitoral. É sobre sobrevivência de […]

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Da Redação

Bruno Peixoto virou um dos casos mais interessantes da política goiana porque sua força atual parece grande, mas o teste real talvez comece depois da eleição. A ida para a Câmara dos Deputados é tratada nos bastidores como altamente provável, mas a dúvida séria não é sobre vitória eleitoral. É sobre sobrevivência de poder.

Nos últimos dias, o presidente da Alego recuou da articulação com PRD-Solidariedade, permaneceu no União Brasil e assumiu o comando da sigla em Goiás, num movimento costurado com a direção nacional e com aval de nomes centrais da base governista. A troca de rota desmontou arranjos já em curso, tensionou aliados e obrigou partidos próximos a refazer chapas e planos de filiação na reta final. Isso mostra força de intervenção no curto prazo, mas também expõe um estilo de construção muito dependente da caneta e da centralização.

Hoje, Bruno opera com um ativo que poucos têm no Estado: o comando da Assembleia. Esse posto concentra visibilidade, agenda, distribuição de espaços e uma máquina política robusta. Sob sua gestão, a Alego ampliou estrutura, cargos de direção e número de comissionados, o que ajuda a explicar parte da capilaridade que ele construiu. O problema é que esse poder não viaja automaticamente para Brasília. Mandato de deputado federal dá projeção nacional, mas não entrega, por si só, o mesmo controle sobre prefeitos, bases e aliados que a presidência do Legislativo estadual oferece.

Se ele se eleger sem deixar uma engrenagem política própria funcionando no Estado, pode viver o paradoxo de muitos caciques regionais: vencer bem e perder densidade. Bruno ainda é valioso para a base de Daniel Vilela e para o União Brasil em Goiás, mas o tamanho do seu futuro dependerá menos da urna e mais da capacidade de converter poder de máquina em liderança durável. O dia seguinte à eleição pode ser menos uma posse em Brasília e mais uma auditoria brutal sobre o que, de fato, era capital político e o que era apenas estrutura emprestada.

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