Copa aumenta alerta para sarampo entre brasileiros no EUA

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A Copa do Mundo começa com preocupação fora dos estádios: especialistas em doenças infecciosas temem que o torneio facilite a circulação de sarampo, dengue, covid-19 e infecções sexualmente transmissíveis.

O alerta foi tratado pelo Washington Post após ouvir autoridades e médicos que acompanham eventos de massa.

A preocupação maior não está em vírus raros, mas em doenças que já circulam e podem se espalhar com mais facilidade em aeroportos, hotéis, transporte público, bares, festas e estádios.

O sarampo é o principal ponto de atenção. A doença é altamente contagiosa e pode ser transmitida pelo ar.

Os Estados Unidos já registram quase 2 mil casos em 2026, segundo o CDC, em um avanço ligado à queda da vacinação em algumas regiões. Para quem vai acompanhar jogos da Copa, a orientação é revisar a carteira vacinal antes da viagem.

O Ministério da Saúde também emitiu alerta para brasileiros que irão aos Estados Unidos, México ou Canadá.

A pasta vê risco de casos importados no retorno dos torcedores e recomenda vacinação prévia contra o sarampo, especialmente para quem não sabe se completou o esquema vacinal.

Nos EUA, pesquisadores vão monitorar esgoto, registros de saúde e redes sociais em busca de sinais precoces de surtos durante o Mundial.

A orientação para viajantes é procurar atendimento se tiver febre, manchas pelo corpo ou outros sintomas após a viagem e informar que esteve em áreas da Copa.

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