O modelo Presley Gerber, filho da renomada supermodelo Cindy Crawford e do empresário Rande Gerber, faleceu no último domingo (20), aos 27 anos. O jovem foi encontrado sem vida em uma clínica de reabilitação, e a causa de sua morte ainda não foi divulgada, pois a autópsia está em andamento.
A confirmação do falecimento veio através de registros do Instituto Médico Legal do Condado de Los Angeles, sendo noticiada inicialmente pelo portal TMZ.
Histórico Pessoal e Batalhas Pessoais
Nascido em Beverly Hills, Califórnia, em 1999, Presley Gerber seguiu os passos da mãe e da irmã, a modelo e atriz Kaia Gerber, no mundo da moda. Sua trajetória, no entanto, foi marcada por desafios significativos, incluindo uma luta contínua contra a dependência química e problemas de saúde mental.
Em 2019, ele foi detido por dirigir sob a influência de álcool. No ano seguinte, gerou polêmica ao tatuar a palavra “misunderstood” (mal compreendido) no rosto, decisão que acabou revertendo cerca de um ano depois.
Conscientização e Compartilhamento de Experiências
Nos últimos anos, Presley transformou suas experiências pessoais em uma plataforma de conscientização, utilizando suas redes sociais para dialogar abertamente sobre depressão, ansiedade e o processo de recuperação. Por meio de uma série de vídeos chamada “Segundas-feiras de Saúde Mental” no Instagram, ele compartilhava seu cotidiano em grupos de apoio e promovia a importância de hábitos saudáveis, mencionando sua infância ativa, que incluía surfe, polo aquático e natação.
Em participações no podcast Studio 22, Presley destacou que lidar com a saúde mental era um esforço constante: “um trabalho 24 horas por dia, 7 dias por semana.” Ele expressou que seu maior desejo era evitar que outros passassem por dores semelhantes às que ele enfrentou: “Já vi muita coisa e aprendi muita coisa. O que eu espero é ter cometido os erros para que outras pessoas não precisem cometê-los,” declarou em uma de suas entrevistas.
Em uma de suas últimas postagens, feita no final de 2025, Presley desabafou sobre perdas recentes e seu uso de medicamentos controlados para controlar crises severas de pânico, enfatizando que dividia sua rotina para que ninguém se sentisse sozinho em suas próprias lutas.




