sexta-feira, maio 1, 2026

Gayer está atrás, mas ainda não saiu do jogo

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A Quaest colocou Gustavo Gayer abaixo de Vanderlan Cardoso, mas não fechou a disputa pela segunda vaga ao Senado em Goiás.

Gracinha Caiado aparece na frente, com 22%. Vanderlan vem em seguida, com 12%, mas está tecnicamente empatado com Zacharias Calil, com 11%, Gustavo Gayer, com 10%, e Delegado Humberto Teófilo, com 8%, dentro da margem de erro de três pontos. A pesquisa ouviu 1.104 eleitores entre 24 e 28 de abril, com registro GO-00211/2026 no TSE.

O resultado mostra duas forças diferentes. Vanderlan, senador pelo PSD, tem mandato, presença municipal e diálogo com prefeitos. Gayer, deputado federal do PL por Goiás, carrega um ativo mais concentrado: identificação direta com o eleitor bolsonarista, alta presença digital e capacidade de transformar pauta nacional em voto local.

O problema de Gayer não está apenas fora do PL. Está dentro. Wilder Morais, senador pelo mesmo partido e pré-candidato ao governo estadual, precisa organizar a campanha majoritária sem permitir que a disputa ao Senado vire uma competição paralela por comando político da direita goiana.

Para Gayer, distensionar com Wilder será tão importante quanto ultrapassar Vanderlan. Se conseguir manter o voto bolsonarista mobilizado sem parecer fator de ruído na chapa do próprio partido, segue como um dos nomes mais fortes pela segunda cadeira; se a direita entrar dividida, a vantagem fica para quem já tem estrutura municipal funcionando.

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