O Pacífico equatorial voltou a preocupar meteorologistas. O El Niño ainda não está oficialmente formado, mas a NOAA colocou o fenômeno em observação e estima 82% de chance de surgimento entre maio e julho de 2026.
O termo “Super El Niño” não é usado como classificação operacional pela Organização Meteorológica Mundial. Na prática, ele costuma aparecer quando o aquecimento do Pacífico atinge nível muito forte, capaz de alterar chuvas, temperaturas e safras em várias partes do planeta.
No Brasil, um El Niño forte tende a aumentar o risco de seca no norte e no leste da Amazônia e no norte do Nordeste. No Sul, o efeito mais observado é o aumento de chuvas, principalmente na primavera, com maior chance de temporais e ch#ElNiño
Sudeste e Centro-Oeste podem enfrentar inverno menos frio, ondas de calor e atraso na volta das chuvas.
Já houve condições parecidas.
Os episódios de 1982/83, 1997/98 e 2015/16 estão entre os mais fortes do registro moderno.
Em 2023/24, o El Niño também foi intenso e ajudou a elevar a temperatura global, mas cada evento reage de forma diferente conforme oceano, atmosfera e Atlântico Sul.
A intensidade de 2026 deve ficar mais clara a partir de junho, quando os modelos passam a ter maior confiabilidade.





