Sem mísseis Patriot, aliados dos EUA temem por segurança

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A procura por mísseis Patriot disparou mais rápido do que a indústria americana consegue produzi-los. A guerra contra o Irã e a defesa da Ucrânia consumiram uma parcela relevante dos interceptadores disponíveis nos Estados Unidos e entre aliados.

Estimativa do CSIS aponta que cerca de 65% dos interceptadores Patriot mantidos pelos EUA foram usados entre fevereiro e julho. O estoque teria caído de aproximadamente 2.330 para menos de 850 unidades. Os números oficiais são classificados.

A escassez já afeta a Ucrânia. Volodymyr Zelensky afirmou que as entregas de mísseis de defesa aérea recebidas dos aliados em 2026 caíram para cerca de um terço do volume de 2025. Alguns países europeus também evitam liberar mais interceptadores porque querem preservar reservas para a própria defesa.

Os EUA contrataram a Lockheed Martin para acelerar a fabricação do PAC-3 MSE. A capacidade deverá subir de cerca de 600 para 2 mil unidades por ano, mas a meta só está prevista para o fim de 2030.

Até lá, Washington terá de administrar uma disputa crescente por um armamento usado para derrubar mísseis balísticos e decidir como distribuir estoques ainda limitados entre suas próprias forças e aliados.

Siga o @dia1brasil para acompanhar os impactos das guerras sobre os arsenais militares dos EUA e da Europa.

GUERRAS NO IRÃ E NA UCRÂNIA REDUZEM ESTOQUES DE MÍSSEIS PATRIOT

A procura por mísseis Patriot disparou mais rápido do que a indústria americana consegue produzi-los. A guerra contra o Irã e a defesa da Ucrânia consumiram uma parcela relevante dos interceptadores disponíveis nos Estados Unidos e entre aliados.

Estimativa do CSIS aponta que cerca de 65% dos interceptadores Patriot mantidos pelos EUA foram usados entre fevereiro e julho. O estoque teria caído de aproximadamente 2.330 para menos de 850 unidades. Os números oficiais são classificados.

A escassez já afeta a Ucrânia. Volodymyr Zelensky afirmou que as entregas de mísseis de defesa aérea recebidas dos aliados em 2026 caíram para cerca de um terço do volume de 2025. Alguns países europeus também evitam liberar mais interceptadores porque querem preservar reservas para a própria defesa.

Os EUA contrataram a Lockheed Martin para acelerar a fabricação do PAC-3 MSE. A capacidade deverá subir de cerca de 600 para 2 mil unidades por ano, mas a meta só está prevista para o fim de 2030.

Até lá, Washington terá de administrar uma disputa crescente por um armamento usado para derrubar mísseis balísticos e decidir como distribuir estoques ainda limitados entre suas próprias forças e aliados.

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#Patriot#Defesa#dia1brasil

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