Bigode feminino volta às redes e divide opiniões sobre beleza

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Mulheres que decidiram manter os pelos do buço aparentes voltaram a ganhar espaço em vídeos e publicações sobre moda, autoestima e padrões estéticos.

A nova onda reúne relatos de quem abandonou cera, lâmina, pinça ou laser e passou a exibir os pelos faciais sem constrangimento. Parte das participantes afirma que a escolha reduz uma cobrança permanente sobre a aparência. Nos comentários, porém, ainda aparecem críticas que associam o buço feminino a desleixo, falta de higiene ou perda de feminilidade.

Apresentada em algumas páginas como novidade, a tendência circula há anos. Em 2020, a criadora Kira Upin viralizou ao tingir o próprio bigode. Em 2021, a influenciadora britânica Joanna Kenny destacou os pelos com máscara de cílios para questionar a obrigação de removê-los. A modelo Harnaam Kaur também exibe barba e bigode publicamente há mais de uma década.

A discussão ganhou novo impulso em 2026, primeiro na Espanha e depois em perfis brasileiros. Ainda não existem dados confiáveis que comprovem adesão em massa ou uma mudança consolidada na indústria da moda. O que cresceu de forma verificável foi a circulação do tema e a disputa nos comentários.

Pelos finos no rosto são comuns. Quando o crescimento se torna repentino, intenso ou vem acompanhado de acne e alterações menstruais, pode haver uma causa hormonal que precisa ser avaliada por um profissional de saúde.

A escolha entre manter ou retirar o buço permanece individual. Siga @dia1brasil para acompanhar as tendências que movimentam moda e comportamento.

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