Arquivo de Política - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/categoria/politica/ Seu portal de notícias de Goiás Thu, 23 Apr 2026 13:45:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://dia1brasil.com.br/wp-content/uploads/2024/03/cropped-D1-32x32.webp Arquivo de Política - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/categoria/politica/ 32 32 Tarcísio segura apoio em SP, e Marçal avança no espaço de Flávio https://dia1brasil.com.br/tarcisio-segura-apoio-em-sp-e-marcal-avanca-no-espaco-de-flavio/ https://dia1brasil.com.br/tarcisio-segura-apoio-em-sp-e-marcal-avanca-no-espaco-de-flavio/#respond Thu, 23 Apr 2026 13:45:29 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5600 A vitrine paulista da pré-campanha de Flávio Bolsonaro ainda não engrenou como o PL imaginava. Quase dois meses depois de Tarcísio de Freitas assumir publicamente a coordenação da campanha de Flávio em São Paulo, os dois têm aparecido pouco juntos no estado. Um evento planejado para marcar a largada mais visível da ofensiva paulista foi […]

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A vitrine paulista da pré-campanha de Flávio Bolsonaro ainda não engrenou como o PL imaginava.

Quase dois meses depois de Tarcísio de Freitas assumir publicamente a coordenação da campanha de Flávio em São Paulo, os dois têm aparecido pouco juntos no estado.

Um evento planejado para marcar a largada mais visível da ofensiva paulista foi adiado e segue sem nova data confirmada. Nos bastidores, aliados do governador repetem a mesma linha: o empenho virá “no momento certo”, mais perto da disputa de fato.

Nesse intervalo, Pablo Marçal passou a ocupar parte desse espaço político e digital.

O empresário já havia declarado apoio a Flávio no fim de 2025, em articulação conduzida por Filipe Sabará, e voltou a ser tratado como ativo de campanha em São Paulo, justamente onde Tarcísio tem evitado protagonismo mais explícito ao lado do senador.

Marçal hoje está no União Brasil e segue inelegível por oito anos, com decisões da Justiça Eleitoral que mantiveram punições relativas à campanha municipal de 2024.

O problema para Flávio é que São Paulo virou terreno de pressão simbólica e prática. Enquanto o palanque local segue travado, sobretudo pela disputa em torno da segunda vaga ao Senado, outros nomes da direita circulam pelo estado com mais frequência.

O PL trabalha com André do Prado para o Senado, e a indefinição amplia o atraso da montagem paulista. Ao mesmo tempo, a Agrishow, em Ribeirão Preto, entre 27 de abril e 1º de maio, tende a ser o próximo teste público dessa convivência, mas ainda sem confirmação de agenda conjunta entre Flávio e Tarcísio.

O efeito político é direto: Tarcísio preserva margem própria, evita se fundir cedo demais ao projeto presidencial de Flávio e deixa aberta uma vitrine que Marçal tenta ocupar. Em São Paulo, onde campanha também é demonstração de força, ausência prolongada costuma falar tão alto quanto presença.

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Caiado usa entrevista à CNN para marcar terreno na direita https://dia1brasil.com.br/caiado-usa-entrevista-a-cnn-para-marcar-terreno-na-direita/ https://dia1brasil.com.br/caiado-usa-entrevista-a-cnn-para-marcar-terreno-na-direita/#respond Thu, 23 Apr 2026 13:38:02 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5597 Na conversa com a CNN Brasil na quarta-feira (22), Ronaldo Caiado concentrou a mensagem em cinco frentes: economia, segurança pública, disputa por espaço na direita, crítica ao governo Lula e debate trabalhista. A entrevista teve tom de apresentação nacional de candidatura, mais do que de detalhamento de um programa fechado. Na economia, Caiado disse que […]

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Na conversa com a CNN Brasil na quarta-feira (22), Ronaldo Caiado concentrou a mensagem em cinco frentes: economia, segurança pública, disputa por espaço na direita, crítica ao governo Lula e debate trabalhista. A entrevista teve tom de apresentação nacional de candidatura, mais do que de detalhamento de um programa fechado.

Na economia, Caiado disse que o principal problema do país hoje é o endividamento das famílias e do Estado, citando a alta da dívida em relação ao PIB. No campo eleitoral, afirmou que seu maior desafio é ampliar conhecimento nacional, apostando na própria experiência política e na vitrine de seu governo em Goiás, onde está no segundo mandato.

Na segurança, endureceu o discurso. Disse que pretende usar as Forças Armadas no combate ao crime organizado e defendeu classificar facções como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, ponto que tende a gerar debate jurídico e político na campanha.

No ataque ao Planalto, afirmou que Lula passou “três anos” discutindo o 8 de Janeiro. Já no tema trabalhista, não aderiu de forma simples ao fim da escala 6×1 e propôs um modelo mais flexível, baseado em “hora trabalhada”, com maior liberdade de arranjo entre empregado e empregador.

No conjunto, Caiado tentou se vender como gestor experiente, linha dura na segurança e nome competitivo fora do eixo tradicional da polarização. O próximo teste será transformar esse discurso em presença nacional e intenção de voto.

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Tatiana Jucá defende revisão da anuidade e diz que custo “pesa e onera” engenheiros https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-defende-revisao-da-anuidade-e-diz-que-custo-pesa-e-onera-engenheiros/ https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-defende-revisao-da-anuidade-e-diz-que-custo-pesa-e-onera-engenheiros/#respond Wed, 22 Apr 2026 14:05:49 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5594 Candidata ao CREA descarta isenção total, propõe descontos e quer levar debate ao Confea A engenheira civil e candidata à presidência do CREA-GO, Tatiana Jucá, defendeu a revisão do modelo de cobrança da anuidade e afirmou que o custo atual “pesa e onera” os profissionais. Em entrevista ao Domingos Conversa, publicada nesta segunda-feira (20), ela […]

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Candidata ao CREA descarta isenção total, propõe descontos e quer levar debate ao Confea

A engenheira civil e candidata à presidência do CREA-GO, Tatiana Jucá, defendeu a revisão do modelo de cobrança da anuidade e afirmou que o custo atual “pesa e onera” os profissionais. Em entrevista ao Domingos Conversa, publicada nesta segunda-feira (20), ela descartou a possibilidade de isenção total, mas propôs ajustes com descontos e formas de compensação.

Ao tratar do tema, Tatiana foi direta ao afastar propostas mais radicais. “Anuidade zero não existe”, disse ao jornalista Domingos Ketelbey. De acordo com ela, o funcionamento do sistema depende de recursos para manter fiscalização, estrutura e presença institucional. “O conselho precisa de recurso para funcionar, para ter fiscal, para ir até uma obra, uma lavoura”, afirmou.

Apesar disso, a candidata reconhece que o modelo atual gera desgaste na base. “Hoje o profissional paga anuidade, paga ART a cada serviço, paga imposto. Isso pesa e onera”, declarou. Para ela, o acúmulo de custos compromete a percepção de valor do sistema e alimenta a crítica recorrente de que o CREA cobra muito e entrega pouco.

Tatiana afirma que a margem de atuação do conselho regional é limitada, já que a definição da anuidade e das taxas é atribuição do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). Ainda assim, defende que há espaço para ajustes. “A gente pode, sim, adotar medidas de descontos ou de retribuição daquilo para o profissional”, disse.

A proposta, segundo ela, passa por abrir diálogo com o Confea para revisar regras e calibrar a cobrança. “A gente precisa levar essa discussão para o conselho federal”, afirmou. “Precisa mostrar que o profissional está sendo onerado e que isso precisa ser reavaliado.”

Cobrança x retorno

A discussão sobre a anuidade, na avaliação da candidata, está diretamente ligada à percepção de retorno. “O profissional paga e não vê retorno”, disse, ao comentar críticas recorrentes dentro da categoria. Para ela, a cobrança só se sustenta se vier acompanhada de entrega.
Nesse ponto, Tatiana defende uma mudança na lógica de atuação do CREA. “O conselho tem que ser um prestador de serviço do profissional”, afirmou. “Não dá para ser só um órgão que cobra.”

Entre as medidas defendidas, ela cita maior oferta de capacitação, presença mais efetiva no interior e atuação mais direta na orientação dos profissionais. A ideia é equilibrar a relação entre arrecadação e benefício percebido.

Fiscalização e arrecadação

Outro ponto levantado pela candidata é o impacto do modelo de fiscalização sobre a arrecadação. Segundo ela, a lógica atual contribui para o desgaste da relação com os profissionais. “Não existe chegar já multando”, afirmou. Para Tatiana, o correto seria orientar primeiro e dar prazo para regularização.

A engenheira admite que a pressão por recursos influencia o funcionamento do sistema. “Às vezes o conselho estava precisando de recurso financeiro e aí ele arrochou”, disse, ao comentar mudanças na prática de fiscalização ao longo do tempo.

Para ela, revisar esse modelo também é parte da discussão sobre anuidade. “Quando você dá oportunidade para o profissional regularizar, ele regulariza”, afirmou. “Você melhora a relação e mantém o funcionamento do sistema.”

Proposta de reequilíbrio

Ao defender a revisão da anuidade, Tatiana afirma que o objetivo não é reduzir a capacidade operacional do conselho, mas reequilibrar a relação com a base. “Não é acabar com a cobrança, é ajustar”, disse.

A candidata aposta em uma combinação de diálogo institucional, revisão de regras e ampliação de serviços. “Se o profissional perceber retorno, ele entende a cobrança”, afirmou. “O problema hoje é que essa conta não fecha.”

Para ela, a discussão sobre a anuidade tende a ser central na disputa pelo comando do CREA. “É um tema sensível, porque mexe diretamente com quem está na ponta”, disse. “E precisa ser tratado com responsabilidade, sem promessa fácil.”

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Daniel cresce em Goiás enquanto Caiado testa tamanho nacional https://dia1brasil.com.br/daniel-cresce-em-goias-enquanto-caiado-testa-tamanho-nacional/ https://dia1brasil.com.br/daniel-cresce-em-goias-enquanto-caiado-testa-tamanho-nacional/#respond Wed, 22 Apr 2026 14:00:23 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5591 A sucessão em Goiás começou com um desenho mais favorável para Daniel Vilela do que para a aventura nacional de Ronaldo Caiado. Empossado governador em 31 de março, após a renúncia de Caiado para disputar o Planalto, Daniel herdou não só a máquina estadual, mas também a bandeira da continuidade de uma gestão bem avaliada […]

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A sucessão em Goiás começou com um desenho mais favorável para Daniel Vilela do que para a aventura nacional de Ronaldo Caiado. Empossado governador em 31 de março, após a renúncia de Caiado para disputar o Planalto, Daniel herdou não só a máquina estadual, mas também a bandeira da continuidade de uma gestão bem avaliada no estado.

A primeira fotografia depois da troca no comando reforça isso. Pesquisa Gerp divulgada em 14 de abril mostra Daniel com 45% num cenário contra Marconi Perillo, Wilder Morais e Adriana Accorsi; com 43% sem Adriana; e novamente com 45% em outra composição. No mesmo levantamento, ele aparece como o menos rejeitado, com 5%, e abre larga vantagem nos cenários de segundo turno. É esse conjunto que alimenta a leitura, hoje vocalizada por Adriano da Rocha Lima, de que a base governista entrou na disputa em posição de favoritismo real, com chance até de liquidar a eleição no primeiro turno.

No plano nacional, o quadro é mais duro para Caiado. A Genial/Quaest de 15 de abril mostra Lula com 43% contra 35% do ex-governador goiano num eventual segundo turno. A distância caiu, o que ajuda Caiado a vender a tese de viabilidade, mas o ponto incômodo continua de pé: no primeiro turno, ele aparece com 6%, atrás de Lula, com 37%, e de Flávio Bolsonaro, com 32%. Em outras palavras, Caiado melhora como nome de comparação, mas ainda não rompeu a barreira que separa um presidenciável competitivo de um candidato regional tentando ganhar escala.

Politicamente, uma coisa começa a ficar clara: a candidatura presidencial de Caiado hoje parece produzir efeito mais concreto em Goiás do que no Brasil. Ao deixar o governo cedo, ele deu nitidez à sucessão estadual, transferiu centralidade a Daniel e empurrou a oposição goiana para uma corrida fragmentada entre Marconi, Wilder e nomes do campo petista. O teste de verdade virá quando Daniel deixar de ser apenas herdeiro de uma gestão forte e precisar provar densidade própria na rua, enquanto Caiado tenta converter prestígio local em voto nacional fora do seu quintal.

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O “efeito Zambelli” que assusta a campanha de Flávio https://dia1brasil.com.br/o-efeito-zambelli-que-assusta-a-campanha-de-flavio/ https://dia1brasil.com.br/o-efeito-zambelli-que-assusta-a-campanha-de-flavio/#respond Mon, 20 Apr 2026 14:15:11 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5585 Entre aliados de Flávio Bolsonaro, o receio não é só a força de Lula ou a dificuldade de ampliar alianças. O medo é outro: que Eduardo Bolsonaro, falando dos Estados Unidos como se ainda comandasse parte do jogo no Brasil, produza um fato político tóxico na reta eleitoral e entregue ao adversário um argumento pronto […]

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Entre aliados de Flávio Bolsonaro, o receio não é só a força de Lula ou a dificuldade de ampliar alianças.

O medo é outro: que Eduardo Bolsonaro, falando dos Estados Unidos como se ainda comandasse parte do jogo no Brasil, produza um fato político tóxico na reta eleitoral e entregue ao adversário um argumento pronto sobre radicalismo, tutela externa e desprezo pela soberania nacional.

No bolsonarismo, Carla Zambelli virou um nome-síntese desse risco. Foi o próprio Jair Bolsonaro quem disse, em 2025, que a cena da deputada armada na véspera do segundo turno de 2022 “tirou o mandato” da chapa.

É esse trauma que reaparece agora quando Eduardo fala em acionar autoridades dos EUA contra integrantes do TSE durante a eleição de 2026.

Ainda que seus defensores tentem vender isso como denúncia internacional, a leitura política é mais simples: parece pressão estrangeira sobre a disputa brasileira.

O próprio senador admitiu publicamente que tenta segurar os ataques do irmão contra aliados, como no embate com Nikolas Ferreira, e Valdemar Costa Neto foi aos EUA para tentar esfriar a crise.

Ao mesmo tempo, Eduardo declarou que pretende voltar ao Brasil em 2027 se Flávio vencer, reforçando a imagem de uma campanha presidencial cercada por um núcleo familiar que mistura sucessão política, ressentimento institucional e articulação externa.

Isso pesa ainda mais porque Flávio não disputa hoje apenas com a militância bolsonarista.

As pesquisas mais recentes o colocam em terreno competitivo contra Lula, inclusive com empate técnico ou vantagem numérica apertada no segundo turno.

Nessa faixa do eleitorado, qualquer fala que sugira sanção estrangeira, crise institucional permanente ou desprezo pelos limites nacionais pode funcionar como espantalho para a centro-direita e para o antipetista moderado.

Se Eduardo insistir nesse papel, Flávio pode descobrir tarde demais que herdou o sobrenome, mas também herdou o risco de perder votos decisivos por excesso de ruído nas narrativas eleitorais.

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Wilder testa a mística de 2022, mas a disputa de 2026 cobra mais do que fé no voto bolsonarista https://dia1brasil.com.br/wilder-testa-a-mistica-de-2022-mas-a-disputa-de-2026-cobra-mais-do-que-fe-no-voto-bolsonarista/ https://dia1brasil.com.br/wilder-testa-a-mistica-de-2022-mas-a-disputa-de-2026-cobra-mais-do-que-fe-no-voto-bolsonarista/#respond Mon, 20 Apr 2026 14:10:40 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5582 A aposta de Wilder Morais é clara: repetir no governo o que funcionou na corrida ao Senado, quando venceu em 2022 com 799.022 votos e 25,25% dos válidos, surfando a reta final do eleitorado bolsonarista. O problema é que eleição para governador não costuma perdoar campanha morna, pouca presença no interior e articulação frouxa com […]

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A aposta de Wilder Morais é clara: repetir no governo o que funcionou na corrida ao Senado, quando venceu em 2022 com 799.022 votos e 25,25% dos válidos, surfando a reta final do eleitorado bolsonarista. O problema é que eleição para governador não costuma perdoar campanha morna, pouca presença no interior e articulação frouxa com a base proporcional.

Wilder não está parado por completo. O PL colocou o Rota 22 na rua, com agendas em regiões do estado, evento em Formosa e previsão de passagem por 51 municípios, além de ter recebido agora o apoio do Novo. Ainda assim, o retrato dominante na política goiana é de um pré-candidato que se move menos do que os aliados gostariam e que ainda convive com ruídos dentro do próprio campo, como mostrou sua ausência no ato da direita com Gustavo Gayer e Nikolas Ferreira, em Goiânia.

O contexto local também mudou de tamanho. Desde 31.mar.2026, Daniel Vilela virou governador com a saída de Ronaldo Caiado para a disputa presidencial e passou a carregar a máquina estadual com discurso de continuidade. Nas pesquisas de abril, Daniel segue na dianteira: o Paraná Pesquisas e o Gerp o mostram com vantagem ampla, enquanto o Veritá indica Wilder em segundo lugar e mais competitivo. Os números divergem sobre o tamanho do avanço de Wilder, mas convergem num ponto mais importante: hoje ele ainda corre atrás de quem ocupa o Palácio.

É aí que nasce a irritação de parte dos aliados. Senado admite arrancada tardia; governo exige rede, candidato visível, palanque regional, pré-candidatos a deputado mobilizados e sensação de projeto vivo antes da campanha esquentar. Wilder pode, sim, crescer com o voto em bloco bolsonarista no fim. Mas, se deixar a estrutura esfriar agora, corre o risco de chegar à reta decisiva com barulho digital e musculatura territorial insuficiente para transformar entusiasmo em maioria.

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Governo volta a discutir a taxa das blusinhas, mas ainda sem decisão https://dia1brasil.com.br/governo-volta-a-discutir-a-taxa-das-blusinhas-mas-ainda-sem-decisao/ https://dia1brasil.com.br/governo-volta-a-discutir-a-taxa-das-blusinhas-mas-ainda-sem-decisao/#respond Fri, 17 Apr 2026 14:24:10 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5575 A taxação sobre compras internacionais de até US$ 50 voltou ao centro da agenda política depois de o presidente Lula dizer que a medida foi “desnecessária” e reconhecer o desgaste que ela trouxe ao governo. A cobrança de 20% sobre essas remessas foi criada pela Lei 14.902, de 2024. O movimento ganhou força nesta semana […]

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A taxação sobre compras internacionais de até US$ 50 voltou ao centro da agenda política depois de o presidente Lula dizer que a medida foi “desnecessária” e reconhecer o desgaste que ela trouxe ao governo. A cobrança de 20% sobre essas remessas foi criada pela Lei 14.902, de 2024.

O movimento ganhou força nesta semana com a posse de José Guimarães na Secretaria de Relações Institucionais. Já no novo cargo, ele defendeu publicamente a revogação da chamada taxa das blusinhas e disse que o tema foi um dos pontos de maior desgaste político para o Planalto.

O problema para o governo é que não há consenso interno. O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou que não existe decisão tomada neste momento e voltou a defender a tributação como mecanismo de proteção da indústria e do emprego. Na mesma linha, a área econômica resiste a um recuo e sustenta a manutenção da medida.

Na prática, o Planalto até pode revisar a taxa, mas o assunto ainda está no terreno da disputa política e da calibragem eleitoral, não no da decisão fechada. O próximo teste será saber se Lula transforma o incômodo verbal em proposta formal ou se a resistência da Fazenda e de Alckmin segura a mudança.

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Gayer começa a sentir o custo de ficar fora do guarda-chuva caiadista https://dia1brasil.com.br/gayer-comeca-a-sentir-o-custo-de-ficar-fora-do-guarda-chuva-caiadista/ https://dia1brasil.com.br/gayer-comeca-a-sentir-o-custo-de-ficar-fora-do-guarda-chuva-caiadista/#respond Fri, 17 Apr 2026 14:07:11 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5572 As primeiras pesquisas da pré-campanha em Goiás acenderam um alerta para Gustavo Gayer: o deputado do PL segue competitivo, mas já não chega sozinho com a mesma força à disputa pelo segundo voto ao Senado. Em uma corrida de duas vagas, isso pesa mais do que a militância barulhenta das redes. A leitura mais incômoda […]

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As primeiras pesquisas da pré-campanha em Goiás acenderam um alerta para Gustavo Gayer: o deputado do PL segue competitivo, mas já não chega sozinho com a mesma força à disputa pelo segundo voto ao Senado. Em uma corrida de duas vagas, isso pesa mais do que a militância barulhenta das redes.

A leitura mais incômoda para o entorno de Gayer está nos detalhes. Na Paraná Pesquisas, Gracinha Caiado aparece com 39,1%, Vanderlan Cardoso com 28,5% e Gayer com 27,5%. Na Gerp, Gayer ainda fica à frente de Vanderlan no recorte do primeiro voto, por 20% a 15%, mas perde para o senador no cenário de segundo voto, por 8% a 12%. Traduzindo o movimento: ele mantém nicho, mas começa a ter dificuldade para capturar o voto complementar que decide a segunda cadeira.

O problema é político, não só numérico. A articulação que colocaria Gayer na composição com o grupo de Ronaldo Caiado fracassou quando o PL manteve Wilder Morais no projeto próprio, e Flávio Bolsonaro admitiu a Caiado que não conseguiu sustentar o acordo. Isso tirou Gayer de uma engrenagem que lhe daria palanque municipal, capilaridade e proximidade com um campo que saiu do governo com 84,7% de aprovação. Para piorar, a ausência de Wilder no evento de pré-campanha de Gayer em Goiânia deixou à vista que o PL goiano continua dividido.

Vanderlan não cresce porque virou fenômeno; cresce porque ocupa melhor o espaço do voto útil, moderado e territorializado. Como senador em exercício, ele disputa a segunda vaga com menos ruído ideológico e mais aderência a uma lógica que o interior de Goiás conhece bem: quem já está integrado ao tabuleiro leva vantagem quando a eleição deixa de ser grito e vira composição. Se Gayer não reconstruir pontes fora da bolha e seguir preso ao impasse do PL, pode entrar em 2026 falando forte para os seus e vendo o segundo voto escorrer para o centro do jogo.

O teste real agora não é de discurso, mas de arranjo: ou Gayer amplia base antes da chapa ganhar forma definitiva, ou vai disputar o Senado com muita plateia, pouca estrutura e um adversário ocupando exatamente o espaço que mais decide essa eleição.

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Troca de partidos em Goiás deixa cicatrizes e antecipa uma guerra dentro das chapas https://dia1brasil.com.br/troca-de-partidos-em-goias-deixa-cicatrizes-e-antecipa-uma-guerra-dentro-das-chapas/ https://dia1brasil.com.br/troca-de-partidos-em-goias-deixa-cicatrizes-e-antecipa-uma-guerra-dentro-das-chapas/#respond Thu, 16 Apr 2026 15:00:48 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5566 A janela partidária terminou, mas o desgaste ficou. Em Goiás, o troca-troca não reorganizou apenas siglas: ele mexeu no valor político de cada vaga, reduziu a fragmentação da Alego e transformou antigas desconfianças em atritos públicos. A própria Justiça Eleitoral fixou a janela entre 5 de março e 3 de abril, período que acelerou a […]

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A janela partidária terminou, mas o desgaste ficou. Em Goiás, o troca-troca não reorganizou apenas siglas: ele mexeu no valor político de cada vaga, reduziu a fragmentação da Alego e transformou antigas desconfianças em atritos públicos. A própria Justiça Eleitoral fixou a janela entre 5 de março e 3 de abril, período que acelerou a corrida por legendas viáveis para 2026.

O caso mais claro está no PL. A lista oficial da Alego já mostra Amauri Ribeiro e Major Araújo no mesmo partido, mas a convivência começou com ruído. Major disse publicamente que a chegada de Amauri “não agrega” ao grupo e questionou o fato de o colega ainda ser visto como sustentação do governo, embora o PL tente se afirmar como alternativa no Estado. Não é simples birra: é disputa por coerência de discurso, por espaço de chapa e por quem realmente veste a camisa da oposição.

Esse mal-estar tem uma base objetiva. O sistema proporcional, somado ao fim das coligações e à dificuldade de montar listas fortes, fez crescer o medo do canibalismo eleitoral. Em Goiás, partidos e federações ainda correm para fechar chapas competitivas, enquanto aliados de Daniel Vilela cobram definição e reclamam da insegurança provocada por nomes com mandato entrando de última hora. Quando um deputado chega, outro imediatamente faz a conta de quantos votos pode perder dentro da própria casa.

No PSB, a entrada tardia de Rubens Marques escancarou o mesmo problema: Karlos Cabral acusou atropelo interno, falou em “porta dos fundos” e admitiu, na prática, que a chapa pode implodir com a mudança. O recado da janela foi duro e claro: em 2026, muita mágoa em Goiás não virá do adversário de fora, mas do aliado que entrou por último e passou a valer mais no quociente eleitoral.

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Flávio entre o quente da base e o morno do centro https://dia1brasil.com.br/flavio-entre-o-quente-da-base-e-o-morno-do-centro/ https://dia1brasil.com.br/flavio-entre-o-quente-da-base-e-o-morno-do-centro/#respond Thu, 16 Apr 2026 14:55:51 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5563 Flávio Bolsonaro entrou no trecho mais sensível da pré-campanha: precisa continuar reconhecível para o bolsonarismo raiz sem parecer eleitoralmente estreito para a centro-direita antipetista. A Genial/Quaest divulgada em 15 de abril mostrou que ele já encostou em Lula e apareceu numericamente à frente num cenário de segundo turno, 42% a 40%, embora em empate técnico. […]

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Flávio Bolsonaro entrou no trecho mais sensível da pré-campanha: precisa continuar reconhecível para o bolsonarismo raiz sem parecer eleitoralmente estreito para a centro-direita antipetista.

A Genial/Quaest divulgada em 15 de abril mostrou que ele já encostou em Lula e apareceu numericamente à frente num cenário de segundo turno, 42% a 40%, embora em empate técnico.

Ao mesmo tempo, a mesma sondagem mostrou rejeição alta ao senador, de 52%, o que acende o alerta contra qualquer endurecimento excessivo do discurso.

O bolsonarismo mais radical quer fidelidade total ao espírito de 2018 e 2022: confronto, linguagem de guerra política e pouca concessão ao centro. Só que Flávio começa a crescer justamente quando deixa de parecer apenas uma repetição automática do bolsonarismo mais áspero.

A centro-direita, por sua vez, não procura um candidato neutro; procura um candidato viável. Esse eleitor aceita firmeza contra Lula, mas tende a rejeitar campanha movida só a ressentimento, crise permanente e importação de agenda cultural americana.

Por isso, o comportamento mais inteligente para Flávio não parece ser nem a combustão total nem o banho-maria.

Ele terá de manter a simbologia que tranquiliza a base — defesa do legado do pai, vocabulário conservador, oposição dura ao PT —, mas com mais disciplina verbal, menos ruído e mais aparência de comando.

O radicalismo puro mobiliza militância; dificilmente amplia maioria. A moderação total pode até melhorar a conversa com o centro, mas corrói a confiança de quem o vê como herdeiro legítimo do bolsonarismo.

No fundo, a campanha de Flávio deve girar em torno de uma equação simples e difícil: preservar identidade sem ampliar rejeição. Se falar apenas para a base, consolida um campo e trava no teto.

Se tentar parecer apenas palatável ao centro, abre dúvida sobre autenticidade. O teste real será mostrar que consegue ser o candidato do pós-Bolsonaro sem soar nem como cópia pálida, nem como eco descontrolado de 2018.

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