Arquivo de Últimas noticias - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/categoria/ultimas-noticias/ Seu portal de notícias de Goiás Thu, 23 Apr 2026 14:16:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://dia1brasil.com.br/wp-content/uploads/2024/03/cropped-D1-32x32.webp Arquivo de Últimas noticias - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/categoria/ultimas-noticias/ 32 32 Campeã do bbb26 faz pausa e equipe explica ausências https://dia1brasil.com.br/campea-do-bbb26-faz-pausa-e-equipe-explica-ausencias/ https://dia1brasil.com.br/campea-do-bbb26-faz-pausa-e-equipe-explica-ausencias/#respond Thu, 23 Apr 2026 14:16:29 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5612 Ana Paula Renault ficou fora de parte dos compromissos pós-final do BBB26 nesta quarta-feira (22), um dia depois da vitória no reality. A equipe informou que a campeã entrou em período de descanso após uma sequência intensa de agenda desde a saída da casa. A ex-BBB participou pela manhã do tradicional café da manhã com […]

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Ana Paula Renault ficou fora de parte dos compromissos pós-final do BBB26 nesta quarta-feira (22), um dia depois da vitória no reality. A equipe informou que a campeã entrou em período de descanso após uma sequência intensa de agenda desde a saída da casa.

A ex-BBB participou pela manhã do tradicional café da manhã com Ana Maria Braga, mas não apareceu em outros eventos previstos ao longo do dia. Em nota, a equipe disse que Ana Paula está exausta e que a pausa foi necessária para preservar o bem-estar e garantir o cumprimento dos próximos compromissos com mais qualidade.

A vitória veio com 75,94% da média dos votos, muito acima de Milena, que terminou em segundo, e Juliano, que ficou em terceiro. O descanso também acontece num momento delicado: dois dias antes da final, Ana Paula foi informada sobre a perda do pai, Gerardo Henrique Renault, aos 96 anos, e decidiu seguir na disputa.

A sinalização da equipe é de retorno nos próximos dias, depois dessa pausa para recuperação.

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Cochilos longos e frequentes acendem alerta em estudo sobre mortalidades https://dia1brasil.com.br/cochilos-longos-e-frequentes-acendem-alerta-em-estudo-sobre-mortalidades/ https://dia1brasil.com.br/cochilos-longos-e-frequentes-acendem-alerta-em-estudo-sobre-mortalidades/#respond Thu, 23 Apr 2026 14:10:47 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5609 Um estudo publicado em 20 de abril no JAMA Network Open encontrou associação entre cochilos mais longos, mais frequentes e concentrados pela manhã e maior risco de m0rt4lid4de por qualquer causa em adultos com 56 anos ou mais. O ponto central é este: a pesquisa não diz que a soneca “mata”, mas sugere que esse […]

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Um estudo publicado em 20 de abril no JAMA Network Open encontrou associação entre cochilos mais longos, mais frequentes e concentrados pela manhã e maior risco de m0rt4lid4de por qualquer causa em adultos com 56 anos ou mais.

O ponto central é este: a pesquisa não diz que a soneca “mata”, mas sugere que esse padrão pode funcionar como sinal de saúde em piora.

Os pesquisadores acompanharam 1.338 participantes por até 19 anos e mediram os cochilos com actigrafia, um monitor de atividade usado no pulso.

No modelo mais ajustado, cada hora extra de cochilo por dia foi associada a alta de 13% no risco, e cada cochilo adicional, a 7%. Quem concentrava os cochilos pela manhã teve risco 30% maior do que quem cochilava no início da tarde.

A explicação mais provável não é que dormir de dia seja o problema em si, mas que cochilar demais possa refletir doenças já em curso ou ainda não diagnosticadas, como distúrbios do sono, alterações cardiovasculares, diabetes, dor crônica e neurodegeneração.

Os próprios autores tratam o hábito como possível “marcador” de risco, não como causa isolada.

O estudo também tem limites: foi feito majoritariamente com idosos, em sua maioria brancos, e os resultados não podem ser simplesmente estendidos a jovens, outras populações ou trabalhadores em turnos.

O alerta prático é outro: quando os cochilos começam a ficar mais longos, repetidos e cada vez mais cedo, isso pode merecer avaliação médica.

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MCMV amplia renda, prazo e teto do imóvel para financiamento https://dia1brasil.com.br/mcmv-amplia-renda-prazo-e-teto-do-imovel-para-financiamento/ https://dia1brasil.com.br/mcmv-amplia-renda-prazo-e-teto-do-imovel-para-financiamento/#respond Thu, 23 Apr 2026 14:04:33 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5606 As novas regras do Minha Casa, Minha Vida começaram a valer nesta quarta-feira (22) e ampliaram o alcance do programa: agora, famílias com renda mensal de até R$ 13 mil podem financiar imóveis de até R$ 600 mil, dentro da faixa mais alta. Na prática, o reajuste mexe nas quatro faixas urbanas. A faixa 1 […]

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As novas regras do Minha Casa, Minha Vida começaram a valer nesta quarta-feira (22) e ampliaram o alcance do programa: agora, famílias com renda mensal de até R$ 13 mil podem financiar imóveis de até R$ 600 mil, dentro da faixa mais alta.

Na prática, o reajuste mexe nas quatro faixas urbanas. A faixa 1 foi para até R$ 3,2 mil; a faixa 2, até R$ 5 mil; a faixa 3, até R$ 9,6 mil; e a faixa 4, até R$ 13 mil. Também subiu o teto do imóvel nas faixas superiores: de R$ 350 mil para R$ 400 mil na faixa 3 e de R$ 500 mil para R$ 600 mil na faixa 4.

Outro ponto que pesa no bolso é o prazo: o financiamento pode chegar a 420 meses, o equivalente a 35 anos. Isso tende a aliviar a prestação mensal e pode permitir a entrada de famílias que antes ficavam fora da conta, embora a dívida fique mais longa. A linha da faixa 4 já existia desde 2025; o que houve agora foi a ampliação dos limites de renda e do valor do imóvel.

No meio rural, a portaria também elevou o teto de renda anual para até R$ 162,5 mil. As novas condições foram aprovadas no Conselho Curador do FGTS e formalizadas pelo Ministério das Cidades, que agora passa a operar o programa com parâmetros mais largos para 2026.

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Aspirina ganha novo papel contra o câncer, mas não para todo mundo https://dia1brasil.com.br/aspirina-ganha-novo-papel-contra-o-cancer-mas-nao-para-todo-mundo/ https://dia1brasil.com.br/aspirina-ganha-novo-papel-contra-o-cancer-mas-nao-para-todo-mundo/#respond Thu, 23 Apr 2026 13:51:47 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5603 Usada há milênios contra dor e febre, a aspirina voltou ao centro das pesquisas por um motivo maior: estudos recentes indicam que ela pode ajudar a frear a disseminação de alguns tumores e, em grupos específicos, reduzir o risco de câncer colorretal. O detalhe decisivo é que isso ainda não autoriza uso por conta própria […]

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Usada há milênios contra dor e febre, a aspirina voltou ao centro das pesquisas por um motivo maior: estudos recentes indicam que ela pode ajudar a frear a disseminação de alguns tumores e, em grupos específicos, reduzir o risco de câncer colorretal.

O detalhe decisivo é que isso ainda não autoriza uso por conta própria nem transformou o remédio em prevenção geral.

O avanço mais citado saiu em março de 2025, em estudo publicado na Nature.

Os pesquisadores descreveram um mecanismo pelo qual a aspirina bloqueia o tromboxano A2, uma substância das plaquetas, e com isso libera as células T — peças do sistema imune — para agir melhor contra metástases, quando o câncer se espalha pelo corpo.

O achado ajuda a explicar por que o remédio já aparecia associado, em alguns estudos, a menor disseminação de certos tumores.

Na prática, a evidência mais forte hoje está em grupos de alto risco.

No Reino Unido, o NICE recomenda considerar aspirina diária por mais de dois anos para pessoas com síndrome de Lynch, condição genética ligada a maior risco de câncer colorretal.

Em 2025, o estudo CaPP3 informou que doses baixas, de 75 a 100 mg por dia, funcionaram tão bem quanto doses maiores para cortar o risco de câncer de intestino nesse grupo.

Ao mesmo tempo, a cautela continua. Nos Estados Unidos, a USPSTF afirma que a evidência ainda é incerta para dizer que a aspirina reduz câncer colorretal na população geral, e recomenda não iniciar o uso preventivo em adultos com 60 anos ou mais.

O NCI também destaca que, no estudo ASPREE, idosos saudáveis que começaram a tomar baixa dose tiveram piora no balanço entre benefício e risco, inclusive com sinal de mais câncer avançado e mais mortes por câncer.

O próximo passo agora é definir exatamente quem pode se beneficiar sem pagar a conta em sangramentos e outras complicações.

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Tarcísio segura apoio em SP, e Marçal avança no espaço de Flávio https://dia1brasil.com.br/tarcisio-segura-apoio-em-sp-e-marcal-avanca-no-espaco-de-flavio/ https://dia1brasil.com.br/tarcisio-segura-apoio-em-sp-e-marcal-avanca-no-espaco-de-flavio/#respond Thu, 23 Apr 2026 13:45:29 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5600 A vitrine paulista da pré-campanha de Flávio Bolsonaro ainda não engrenou como o PL imaginava. Quase dois meses depois de Tarcísio de Freitas assumir publicamente a coordenação da campanha de Flávio em São Paulo, os dois têm aparecido pouco juntos no estado. Um evento planejado para marcar a largada mais visível da ofensiva paulista foi […]

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A vitrine paulista da pré-campanha de Flávio Bolsonaro ainda não engrenou como o PL imaginava.

Quase dois meses depois de Tarcísio de Freitas assumir publicamente a coordenação da campanha de Flávio em São Paulo, os dois têm aparecido pouco juntos no estado.

Um evento planejado para marcar a largada mais visível da ofensiva paulista foi adiado e segue sem nova data confirmada. Nos bastidores, aliados do governador repetem a mesma linha: o empenho virá “no momento certo”, mais perto da disputa de fato.

Nesse intervalo, Pablo Marçal passou a ocupar parte desse espaço político e digital.

O empresário já havia declarado apoio a Flávio no fim de 2025, em articulação conduzida por Filipe Sabará, e voltou a ser tratado como ativo de campanha em São Paulo, justamente onde Tarcísio tem evitado protagonismo mais explícito ao lado do senador.

Marçal hoje está no União Brasil e segue inelegível por oito anos, com decisões da Justiça Eleitoral que mantiveram punições relativas à campanha municipal de 2024.

O problema para Flávio é que São Paulo virou terreno de pressão simbólica e prática. Enquanto o palanque local segue travado, sobretudo pela disputa em torno da segunda vaga ao Senado, outros nomes da direita circulam pelo estado com mais frequência.

O PL trabalha com André do Prado para o Senado, e a indefinição amplia o atraso da montagem paulista. Ao mesmo tempo, a Agrishow, em Ribeirão Preto, entre 27 de abril e 1º de maio, tende a ser o próximo teste público dessa convivência, mas ainda sem confirmação de agenda conjunta entre Flávio e Tarcísio.

O efeito político é direto: Tarcísio preserva margem própria, evita se fundir cedo demais ao projeto presidencial de Flávio e deixa aberta uma vitrine que Marçal tenta ocupar. Em São Paulo, onde campanha também é demonstração de força, ausência prolongada costuma falar tão alto quanto presença.

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Tatiana Jucá defende revisão da anuidade e diz que custo “pesa e onera” engenheiros https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-defende-revisao-da-anuidade-e-diz-que-custo-pesa-e-onera-engenheiros/ https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-defende-revisao-da-anuidade-e-diz-que-custo-pesa-e-onera-engenheiros/#respond Wed, 22 Apr 2026 14:05:49 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5594 Candidata ao CREA descarta isenção total, propõe descontos e quer levar debate ao Confea A engenheira civil e candidata à presidência do CREA-GO, Tatiana Jucá, defendeu a revisão do modelo de cobrança da anuidade e afirmou que o custo atual “pesa e onera” os profissionais. Em entrevista ao Domingos Conversa, publicada nesta segunda-feira (20), ela […]

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Candidata ao CREA descarta isenção total, propõe descontos e quer levar debate ao Confea

A engenheira civil e candidata à presidência do CREA-GO, Tatiana Jucá, defendeu a revisão do modelo de cobrança da anuidade e afirmou que o custo atual “pesa e onera” os profissionais. Em entrevista ao Domingos Conversa, publicada nesta segunda-feira (20), ela descartou a possibilidade de isenção total, mas propôs ajustes com descontos e formas de compensação.

Ao tratar do tema, Tatiana foi direta ao afastar propostas mais radicais. “Anuidade zero não existe”, disse ao jornalista Domingos Ketelbey. De acordo com ela, o funcionamento do sistema depende de recursos para manter fiscalização, estrutura e presença institucional. “O conselho precisa de recurso para funcionar, para ter fiscal, para ir até uma obra, uma lavoura”, afirmou.

Apesar disso, a candidata reconhece que o modelo atual gera desgaste na base. “Hoje o profissional paga anuidade, paga ART a cada serviço, paga imposto. Isso pesa e onera”, declarou. Para ela, o acúmulo de custos compromete a percepção de valor do sistema e alimenta a crítica recorrente de que o CREA cobra muito e entrega pouco.

Tatiana afirma que a margem de atuação do conselho regional é limitada, já que a definição da anuidade e das taxas é atribuição do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). Ainda assim, defende que há espaço para ajustes. “A gente pode, sim, adotar medidas de descontos ou de retribuição daquilo para o profissional”, disse.

A proposta, segundo ela, passa por abrir diálogo com o Confea para revisar regras e calibrar a cobrança. “A gente precisa levar essa discussão para o conselho federal”, afirmou. “Precisa mostrar que o profissional está sendo onerado e que isso precisa ser reavaliado.”

Cobrança x retorno

A discussão sobre a anuidade, na avaliação da candidata, está diretamente ligada à percepção de retorno. “O profissional paga e não vê retorno”, disse, ao comentar críticas recorrentes dentro da categoria. Para ela, a cobrança só se sustenta se vier acompanhada de entrega.
Nesse ponto, Tatiana defende uma mudança na lógica de atuação do CREA. “O conselho tem que ser um prestador de serviço do profissional”, afirmou. “Não dá para ser só um órgão que cobra.”

Entre as medidas defendidas, ela cita maior oferta de capacitação, presença mais efetiva no interior e atuação mais direta na orientação dos profissionais. A ideia é equilibrar a relação entre arrecadação e benefício percebido.

Fiscalização e arrecadação

Outro ponto levantado pela candidata é o impacto do modelo de fiscalização sobre a arrecadação. Segundo ela, a lógica atual contribui para o desgaste da relação com os profissionais. “Não existe chegar já multando”, afirmou. Para Tatiana, o correto seria orientar primeiro e dar prazo para regularização.

A engenheira admite que a pressão por recursos influencia o funcionamento do sistema. “Às vezes o conselho estava precisando de recurso financeiro e aí ele arrochou”, disse, ao comentar mudanças na prática de fiscalização ao longo do tempo.

Para ela, revisar esse modelo também é parte da discussão sobre anuidade. “Quando você dá oportunidade para o profissional regularizar, ele regulariza”, afirmou. “Você melhora a relação e mantém o funcionamento do sistema.”

Proposta de reequilíbrio

Ao defender a revisão da anuidade, Tatiana afirma que o objetivo não é reduzir a capacidade operacional do conselho, mas reequilibrar a relação com a base. “Não é acabar com a cobrança, é ajustar”, disse.

A candidata aposta em uma combinação de diálogo institucional, revisão de regras e ampliação de serviços. “Se o profissional perceber retorno, ele entende a cobrança”, afirmou. “O problema hoje é que essa conta não fecha.”

Para ela, a discussão sobre a anuidade tende a ser central na disputa pelo comando do CREA. “É um tema sensível, porque mexe diretamente com quem está na ponta”, disse. “E precisa ser tratado com responsabilidade, sem promessa fácil.”

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Judiciário reage ao corte de penduricalhos, mas fala sobre “escravidão” decola dos números https://dia1brasil.com.br/judiciario-reage-ao-corte-de-penduricalhos-mas-fala-sobre-escravidao-decola-dos-numeros/ https://dia1brasil.com.br/judiciario-reage-ao-corte-de-penduricalhos-mas-fala-sobre-escravidao-decola-dos-numeros/#respond Wed, 22 Apr 2026 13:47:40 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5588 A fala da desembargadora Eva do Amaral Coelho, do TJPA, viralizou porque transformou uma disputa remuneratória em drama social. Ao dizer, em sessão de 9 de abril, que juízes poderiam deixar de pagar consultas, remédios e contas e caminhar para um “regime de escravidão”, a magistrada elevou o tom num debate que já vinha sensível […]

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A fala da desembargadora Eva do Amaral Coelho, do TJPA, viralizou porque transformou uma disputa remuneratória em drama social. Ao dizer, em sessão de 9 de abril, que juízes poderiam deixar de pagar consultas, remédios e contas e caminhar para um “regime de escravidão”, a magistrada elevou o tom num debate que já vinha sensível após o STF apertar o cerco sobre auxílios e verbas extras.

O pano de fundo é real: o Supremo reafirmou o teto constitucional de R$ 46.366,19 para a magistratura e vedou a criação de novas parcelas e auxílios sem base em lei federal. A decisão também mirou licenças compensatórias e outras rubricas usadas para empurrar a remuneração acima do teto, embora tenha mantido exceções como 13º, terço de férias, abono de permanência e indenizações previstas em lei. Ou seja: houve contenção, mas não uma ruptura com toda a engenharia de vantagens que marcou esse debate nos últimos anos.

O exagero aparece quando a retórica encontra os próprios dados públicos. Segundo a Itatiaia, com base no Portal da Transparência, Eva do Amaral Coelho recebeu em março remuneração bruta de R$ 117.863,72 e líquida de R$ 91.211,82. No mesmo tribunal, o edital do concurso para juiz substituto fixa subsídio inicial de R$ 35.877,26. Não se trata, portanto, de carreira com vencimento baixo ou incompatível com despesas básicas. A discussão concreta é outra: quanto da renda da magistratura continuará vindo de parcelas adicionais fora do subsídio principal.

A reação nas redes veio justamente desse contraste. Quando uma integrante do alto escalão do Judiciário compara perda de penduricalhos a “escravidão”, a frase deixa de funcionar como defesa corporativa e passa a reforçar a percepção pública de privilégio. Num momento em que STF e CNJ tentam reorganizar a folha e conter supersalários, esse tipo de declaração pesa mais contra a imagem da magistratura do que a favor dela.

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O “efeito Zambelli” que assusta a campanha de Flávio https://dia1brasil.com.br/o-efeito-zambelli-que-assusta-a-campanha-de-flavio/ https://dia1brasil.com.br/o-efeito-zambelli-que-assusta-a-campanha-de-flavio/#respond Mon, 20 Apr 2026 14:15:11 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5585 Entre aliados de Flávio Bolsonaro, o receio não é só a força de Lula ou a dificuldade de ampliar alianças. O medo é outro: que Eduardo Bolsonaro, falando dos Estados Unidos como se ainda comandasse parte do jogo no Brasil, produza um fato político tóxico na reta eleitoral e entregue ao adversário um argumento pronto […]

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Entre aliados de Flávio Bolsonaro, o receio não é só a força de Lula ou a dificuldade de ampliar alianças.

O medo é outro: que Eduardo Bolsonaro, falando dos Estados Unidos como se ainda comandasse parte do jogo no Brasil, produza um fato político tóxico na reta eleitoral e entregue ao adversário um argumento pronto sobre radicalismo, tutela externa e desprezo pela soberania nacional.

No bolsonarismo, Carla Zambelli virou um nome-síntese desse risco. Foi o próprio Jair Bolsonaro quem disse, em 2025, que a cena da deputada armada na véspera do segundo turno de 2022 “tirou o mandato” da chapa.

É esse trauma que reaparece agora quando Eduardo fala em acionar autoridades dos EUA contra integrantes do TSE durante a eleição de 2026.

Ainda que seus defensores tentem vender isso como denúncia internacional, a leitura política é mais simples: parece pressão estrangeira sobre a disputa brasileira.

O próprio senador admitiu publicamente que tenta segurar os ataques do irmão contra aliados, como no embate com Nikolas Ferreira, e Valdemar Costa Neto foi aos EUA para tentar esfriar a crise.

Ao mesmo tempo, Eduardo declarou que pretende voltar ao Brasil em 2027 se Flávio vencer, reforçando a imagem de uma campanha presidencial cercada por um núcleo familiar que mistura sucessão política, ressentimento institucional e articulação externa.

Isso pesa ainda mais porque Flávio não disputa hoje apenas com a militância bolsonarista.

As pesquisas mais recentes o colocam em terreno competitivo contra Lula, inclusive com empate técnico ou vantagem numérica apertada no segundo turno.

Nessa faixa do eleitorado, qualquer fala que sugira sanção estrangeira, crise institucional permanente ou desprezo pelos limites nacionais pode funcionar como espantalho para a centro-direita e para o antipetista moderado.

Se Eduardo insistir nesse papel, Flávio pode descobrir tarde demais que herdou o sobrenome, mas também herdou o risco de perder votos decisivos por excesso de ruído nas narrativas eleitorais.

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Tatiana Jucá lança candidatura ao CREA-GO com crítica ao modelo atual e defesa de atuação técnica https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-lanca-candidatura-ao-crea-go-com-critica-ao-modelo-atual-e-defesa-de-atuacao-tecnica/ https://dia1brasil.com.br/tatiana-juca-lanca-candidatura-ao-crea-go-com-critica-ao-modelo-atual-e-defesa-de-atuacao-tecnica/#respond Mon, 20 Apr 2026 14:03:11 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5579 Engenheira propõe gestão por desempenho, cobra protagonismo do Conselho em obras públicas e aponta falhas em debates urbanos como drenagem e mobilidade A engenheira civil Tatiana Jucá oficializou neste sábado (18) sua candidatura à presidência do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO) com um diagnóstico direto sobre o sistema: o órgão se […]

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Engenheira propõe gestão por desempenho, cobra protagonismo do Conselho em obras públicas e aponta falhas em debates urbanos como drenagem e mobilidade

A engenheira civil Tatiana Jucá oficializou neste sábado (18) sua candidatura à presidência do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO) com um diagnóstico direto sobre o sistema: o órgão se afastou dos profissionais e perdeu relevância no debate público. A proposta da candidata combina mudança de modelo de gestão, revisão da fiscalização e atuação mais ativa do Conselho em temas estruturais da cidade, como drenagem urbana e planejamento.

Pela primeira vez, uma mulher entra na disputa pelo comando do Crea-GO com um plano estruturado em metas, indicadores de desempenho e entregas mensuráveis. A candidatura parte de uma crítica recorrente entre profissionais da área: a percepção de que o Conselho atua mais como órgão arrecadador do que como entidade de apoio ao exercício técnico.

A proposta central é reposicionar o CREA como agente ativo, tanto na relação com os profissionais quanto na interlocução com o poder público. Para Tatiana, o Conselho deixou de exercer um papel estratégico na cidade. “A gente não vê o nosso conselho representando realmente a engenharia frente aos órgãos públicos”, afirmou.

O diagnóstico se estende a problemas urbanos recorrentes. Ao comentar as falhas na Marginal Botafogo, em Goiânia, a engenheira defendeu que a ausência de planejamento de longo prazo agrava situações que se repetem há anos. Segundo ela, intervenções pontuais não resolvem a questão. “A cancela está sendo uma ação paliativa, uma solução até midiática”, disse, ao criticar medidas emergenciais adotadas na via.

A candidata sustenta que há solução técnica para problemas como alagamentos, mas que isso exige diagnóstico estruturado e decisões de maior impacto, como obras de retenção e readequação do sistema de drenagem. A avaliação é de que a cidade cresceu sem atualização proporcional da infraestrutura, o que pressiona o sistema existente.

Nesse contexto, Tatiana defende que o CREA assuma papel mais propositivo, atuando de forma preventiva e participando da formulação de soluções junto a prefeituras e governo estadual. “Ele precisa ser um conselho mais proativo, que dialogue com os entes públicos para garantir a melhor técnica”, afirmou.

A reformulação da fiscalização é outro eixo da candidatura. O modelo proposto prevê diferenciação entre profissionais regulares e exercício ilegal da profissão, com orientação inicial e prazo para adequação antes da aplicação de penalidades. A ideia é reduzir o caráter punitivo e ampliar o papel educativo do Conselho. A disputa pelo comando do Conselho reúne outros nomes além de Tatiana. Também registraram chapas Petersonn Caparrosa, engenheiro eletricista; Paulo Martins, engenheiro agrônomo; Ulysses Sena, engenheiro civil; Idalino Hortêncio, engenheiro civil; e Roberto Viana, engenheiro civil.

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Governo volta a discutir a taxa das blusinhas, mas ainda sem decisão https://dia1brasil.com.br/governo-volta-a-discutir-a-taxa-das-blusinhas-mas-ainda-sem-decisao/ https://dia1brasil.com.br/governo-volta-a-discutir-a-taxa-das-blusinhas-mas-ainda-sem-decisao/#respond Fri, 17 Apr 2026 14:24:10 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=5575 A taxação sobre compras internacionais de até US$ 50 voltou ao centro da agenda política depois de o presidente Lula dizer que a medida foi “desnecessária” e reconhecer o desgaste que ela trouxe ao governo. A cobrança de 20% sobre essas remessas foi criada pela Lei 14.902, de 2024. O movimento ganhou força nesta semana […]

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A taxação sobre compras internacionais de até US$ 50 voltou ao centro da agenda política depois de o presidente Lula dizer que a medida foi “desnecessária” e reconhecer o desgaste que ela trouxe ao governo. A cobrança de 20% sobre essas remessas foi criada pela Lei 14.902, de 2024.

O movimento ganhou força nesta semana com a posse de José Guimarães na Secretaria de Relações Institucionais. Já no novo cargo, ele defendeu publicamente a revogação da chamada taxa das blusinhas e disse que o tema foi um dos pontos de maior desgaste político para o Planalto.

O problema para o governo é que não há consenso interno. O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou que não existe decisão tomada neste momento e voltou a defender a tributação como mecanismo de proteção da indústria e do emprego. Na mesma linha, a área econômica resiste a um recuo e sustenta a manutenção da medida.

Na prática, o Planalto até pode revisar a taxa, mas o assunto ainda está no terreno da disputa política e da calibragem eleitoral, não no da decisão fechada. O próximo teste será saber se Lula transforma o incômodo verbal em proposta formal ou se a resistência da Fazenda e de Alckmin segura a mudança.

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