Erva chinesa mostra potencial contra calvície, mas ainda não é cura

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Os resultados são iniciais e não autorizam o uso por conta própria.

Pesquisadores estudam a Polygonum multiflorum, raiz usada há séculos na medicina tradicional chinesa, como possível base para novos tratamentos contra a alopecia androgenética, forma mais comum de queda de cabelo.

Uma revisão publicada no fim de 2025 reuniu pesquisas que apontam ação da planta sobre hormônios, circulação e mecanismos ligados ao crescimento dos fios. Em abril de 2026, cientistas sul-coreanos testaram nanovesículas extraídas da raiz em células e folículos humanos mantidos em laboratório.

O material aumentou a atividade de células responsáveis pelo crescimento capilar e alongou os fios nos folículos analisados. O estudo, porém, foi feito fora do organismo e não comprovou eficácia ou segurança em pessoas.

Também há risco. O consumo da planta, conhecida como Fo-Ti, já foi associado a casos de lesão aguda no fígado, inclusive episódios graves. Antes de qualquer tratamento chegar ao mercado, serão necessários testes clínicos controlados para definir dose, forma de aplicação e possíveis efeitos adversos.

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