sexta-feira, maio 8, 2026

Mãe questiona atendimento após filha ter alta em Iporá

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A morte de Heloísa Souza Rodrigues, de 9 anos, levou a família a cobrar explicações sobre o atendimento recebido antes do óbito, em Iporá, no Oeste Goiano.

Segundo a mãe, Samara Souza, a menina estava com febre, dificuldade para andar e dois furúnculos, um na perna e outro no braço. A família relatou ao g1 que procurou atendimento na UPA, recebeu prescrição de medicamentos e voltou para casa. Ainda conforme o relato, nenhum exame teria sido solicitado. A causa oficial da morte ainda não foi divulgada.

Samara disse que a filha já reclamava de dores nas pernas havia alguns dias. Na madrugada de terça-feira (5), Heloísa teria ido ao banheiro por volta das 4h. Por volta das 6h, a mãe afirmou que encontrou a criança sem vida. O caso gerou forte comoção na cidade, onde Heloísa era conhecida por participar das atividades da Paróquia São Paulo VI e cantar salmos.

O ponto central agora é esclarecer o que ocorreu entre a alta, o retorno para casa e o óbito. A família aguarda respostas sobre a conduta adotada no atendimento e sobre a causa da morte. A Secretaria Municipal de Saúde de Iporá foi procurada pelo g1, mas não havia respondido até a última atualização da reportagem.

Sem laudo oficial, não é possível afirmar erro médico. A cobrança pública, porém, recai sobre a ausência de exames relatada pela família diante de febre persistente, dor nas pernas e dificuldade para andar. O caso depende agora de documentação médica, prontuário, eventual apuração administrativa e resultado pericial.

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