Arquivo de eleições 2023 - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/tag/eleicoes-2023/ Seu portal de notícias de Goiás Mon, 19 Oct 2026 12:08:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://dia1brasil.com.br/wp-content/uploads/2024/03/cropped-D1-32x32.webp Arquivo de eleições 2023 - Dia 1 https://dia1brasil.com.br/tag/eleicoes-2023/ 32 32 Pesquisa BTG/Nexus mostra Flávio Bolsonaro com 50,3% e Lula com 49,7% a seis dias do segundo turno https://dia1brasil.com.br/pesquisa-btg-nexus-mostra-flavio-bolsonaro-com-503-e-lula-com-497-a-seis-dias-do-segundo-turno/ https://dia1brasil.com.br/pesquisa-btg-nexus-mostra-flavio-bolsonaro-com-503-e-lula-com-497-a-seis-dias-do-segundo-turno/#respond Mon, 19 Oct 2026 12:08:01 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=9880 Uma nova pesquisa realizada pelo BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (19), revela um empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a seis dias do segundo turno das eleições presidenciais. Flávio Bolsonaro lidera com 50,3% dos votos válidos, enquanto Lula conta com 49,7%. O levantamento também […]

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Uma nova pesquisa realizada pelo BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (19), revela um empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a seis dias do segundo turno das eleições presidenciais.

Flávio Bolsonaro lidera com 50,3% dos votos válidos, enquanto Lula conta com 49,7%.

O levantamento também aponta uma diminuição no número de eleitores que afirmam ter certeza sobre sua escolha para o segundo turno. Na pesquisa anterior, realizada em 12 de outubro, 92,4% dos entrevistados garantiram que não mudariam de voto. Agora, esse índice caiu para 90,9%. Entre os que ainda podem reconsiderar sua decisão, 14,9% indicam Lula como uma opção, enquanto 7,1% mencionam Flávio Bolsonaro.

Rejeição e Aprovação de Lula

Em relação à rejeição, Lula apresenta uma leve melhora, mas continua sendo o candidato mais rejeitado pelos eleitores. O índice de eleitores que afirmam que não votariam de jeito nenhum em Lula caiu de 50,6% para 47,8%. Por outro lado, a taxa de rejeição a Flávio Bolsonaro também apresentou uma leve queda, passando de 47% para 46,8%.

A pesquisa mostra um aumento na aprovação ao governo de Lula, que subiu de 45% para 47,2%. Em contrapartida, 48,8% dos entrevistados não aprovam sua gestão, e 4,1% não souberam ou não responderam à pergunta.

No que diz respeito à avaliação do governo federal, 32,4% dos entrevistados consideram a administração de Lula como “ótima ou boa”, enquanto 42,9% a classificam como “ruim ou péssima”. A parcela que avalia a gestão como “regular” é de 23,6%.

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Flávio Bolsonaro intensifica campanha e busca mobilizar aliados antes do segundo turno https://dia1brasil.com.br/flavio-bolsonaro-intensifica-campanha-e-busca-mobilizar-aliados-antes-do-segundo-turno/ https://dia1brasil.com.br/flavio-bolsonaro-intensifica-campanha-e-busca-mobilizar-aliados-antes-do-segundo-turno/#respond Sat, 17 Oct 2026 15:15:43 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=9749 A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) visa intensificar sua presença nas ruas e adotar uma postura mais agressiva em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na semana que antecede o segundo turno, agendado para 25 de outubro. O plano inclui uma série de viagens pelo Norte e Nordeste do país, além […]

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A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) visa intensificar sua presença nas ruas e adotar uma postura mais agressiva em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na semana que antecede o segundo turno, agendado para 25 de outubro.

O plano inclui uma série de viagens pelo Norte e Nordeste do país, além de um maior envolvimento de seus aliados e uma preparação minuciosa para os debates.

Os membros da campanha ressaltam a importância de dar mais destaque às propostas do candidato e pressionar o adversário. Reconhecem que a reação do PT fez com que Flávio focasse em defender-se de acusações, enquanto os anúncios do governo e a mobilização dos apoiadores de Lula dominaram a agenda.

O domingo (18/10) será marcado por dois eventos significativos: um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, e o debate na Band. A manifestação contará com a presença do governador reeleito Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). A expectativa é demonstrar força no mesmo local onde os petistas se reuniram uma semana antes.

Na segunda-feira (19/10), Flávio deverá viajar para Manaus e Marabá, com um roteiro ainda em elaboração que pode incluir Aracaju, São Luís, Recife e Fortaleza, encerrando a maratona em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro no sábado (24/10). O objetivo das viagens é concentrar esforços em regiões onde a equipe busca reduzir a vantagem de Lula, que recebeu 48,23% dos votos válidos no Amazonas, enquanto Flávio obteve 45%, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A busca por eleitores no Nordeste contará com a participação do deputado federal Alfredo Gaspar (PL), candidato a vice, que fará campanha nos estados da região, reforçando o discurso de combate à violência. Além disso, outras lideranças estão sendo convocadas para mobilizar apoiadores em locais onde Flávio não estará presente. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) são algumas das figuras que devem ajudar a atrair multidões.

A estratégia vai além da presença em atos, com uma orientação para que deputados, senadores e governadores que já encerraram suas campanhas promovam as propostas do candidato, intensificando a divulgação de materiais e utilizando suas estruturas para pedir votos.

Desafios e a necessidade de foco

Esse movimento ocorre em meio a uma preocupação com a possível confiança excessiva após o primeiro turno, onde Flávio registrou 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. Recentes pesquisas, no entanto, indicam um empate técnico, com o Datafolha mostrando 47% para Flávio e 45% para Lula, enquanto a última pesquisa da Quaest registrou 46% e 44%, respectivamente, nos votos válidos.

Aliados de Flávio acreditam que ele deve evitar demonstrações de vitória antecipada e deixar discussões sobre ministros e a distribuição de pastas para pós-eleição. O foco deve ser a conquista de eleitores, afirmam.

Entre os parlamentares que apoiam o candidato, há críticas de que Flávio parece estar repetindo a pré-campanha, reagindo às acusações de Lula sem conseguir dar destaque às suas propostas. Eles apontam que o senador tem sido “refém” das alegações sobre cortes em programas sociais, demorando a enfrentá-las.

A intenção agora é não deixar a última semana se limitar a uma defensiva e a repetição de negativas, especialmente diante da capacidade do governo de colocar em pauta questões de apelo popular.

Preparação para os debates e contagem regressiva

A segurança será um dos tópicos abordados no debate da Band, onde Flávio pretende questionar os governos do PT sobre a maioridade penal, um assunto que ganhou força após a proposta de alteração na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. Essa iniciativa teve repercussões que dividiram a base governista e atrasaram a votação no Senado.

Flávio também se preparou para responder sobre as dificuldades financeiras enfrentadas pela população, buscando associar Lula à crise no Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente em relação aos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Recentemente, Flávio visitou seu pai, Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar, recebendo orientações sobre a reta final da disputa pelo Palácio do Planalto.

  • Comícios ocorrerão até quinta-feira (22/10).
  • Propagandas pagas na internet também se encerrarão na quinta.
  • O horário eleitoral gratuito e os debates na TV terminam na sexta (23/10).
  • Caminhadas, carreatas e distribuição de material de campanha serão permitidas até as 22h do sábado (24/10).
  • O segundo turno está marcado para domingo (25/10), com votação das 8h às 17h, no horário de Brasília.

Flávio confirmou sua participação no debate da Band após inicialmente anunciar que não compareceria, temendo deixar Lula falar sem contestação. Há ainda expectativas de sua presença no debate da Globo, agendado para 23 de outubro, dois dias antes da votação.

A ofensiva contra Lula se repetirá na propaganda eleitoral, com membros do PL criticando a equipe de comunicação de Flávio por adotar um tom de “eleição ganha” e por não ter atacado mais diretamente o adversário na televisão e no rádio. Espera-se que a campanha intensifique a veiculação de materiais lembrando investigações envolvendo Lula e destacando os aumentos nos preços de alimentos e índices de segurança durante os governos petistas.

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Cleitinho Azevedo reafirma apoio a Flávio Bolsonaro após declaração de Lula https://dia1brasil.com.br/cleitinho-azevedo-reafirma-apoio-a-flavio-bolsonaro-apos-declaracao-de-lula/ https://dia1brasil.com.br/cleitinho-azevedo-reafirma-apoio-a-flavio-bolsonaro-apos-declaracao-de-lula/#respond Sat, 17 Oct 2026 15:09:25 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=9743 O governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), utilizou suas redes sociais na última sexta-feira (16) para reiterar seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. A manifestação ocorreu após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sugerir que Cleitinho “ficasse quietinho” e não se envolvesse na campanha do […]

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O governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), utilizou suas redes sociais na última sexta-feira (16) para reiterar seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.

A manifestação ocorreu após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sugerir que Cleitinho “ficasse quietinho” e não se envolvesse na campanha do segundo turno no estado.

Em um vídeo, Cleitinho explicou seu apoio a Flávio Bolsonaro, destacando sua afinidade ideológica com a direita e sua gratidão ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que, segundo ele, o auxiliou durante sua campanha ao Senado.

“Desde janeiro deste ano, já declarei meu apoio ao Flávio Bolsonaro. Isso está registrado na tribuna do Senado. Faço isso porque me identifico com a direita e por gratidão ao Jair Messias Bolsonaro, que me apoiou na minha eleição para o Senado”, afirmou o governador eleito.

Demandas de Cleitinho a Flávio Bolsonaro

Na mesma gravação, Cleitinho ressaltou que não solicitou cargos ou ministérios a Flávio, mas apresentou duas demandas relevantes para os trabalhadores e a situação fiscal de Minas Gerais. A primeira delas foi a solicitação de apoio ao fim da escala de trabalho 6×1, um modelo em que os trabalhadores atuam por seis dias seguidos e têm apenas um dia de descanso. Essa proposta é uma bandeira política do presidente Lula e foi aprovada no Congresso nesta semana.

A segunda demanda refere-se à dívida do estado de Minas Gerais com a União, que, conforme Cleitinho, alcança R$ 200 bilhões. “O que pedi ao Flávio? Que essas prestações pudessem ser revertidas para Minas Gerais em obras de infraestrutura, segurança pública e saúde, que são competências do governo federal. Ele fez esse compromisso comigo”, disse.

Apesar de reafirmar seu apoio ao candidato do PL, Cleitinho expressou a intenção de procurar o presidente eleito, independentemente do resultado das eleições, para discutir alternativas para as contas públicas do estado.

Comentários de Lula

A declaração de Lula ocorreu durante um ato de campanha em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, na mesma data. O presidente disse que Cleitinho não precisava apoiá-lo, mas deveria evitar se envolver ativamente na campanha de Flávio Bolsonaro. “Tenho certeza de que Cleitinho é esperto. Ele não precisa me apoiar, só tem que ficar quietinho, porque só tem a ganhar no final das eleições”, afirmou Lula. “Cleitinho tem que saber que a única chance que ele tem de recuperar o estado é se eu ganhar as eleições, para tratá-lo com respeito”, completou.

O presidente também alertou que, caso não vença a disputa presidencial, Minas Gerais poderá se tornar um “cemitério de obras paralisadas”. Lula busca ampliar seu apoio no estado, considerado estratégico na disputa, especialmente entre os mais de 3,7 milhões de eleitores mineiros que não compareceram às urnas no primeiro turno.

Flávio Bolsonaro também esteve em Minas Gerais na quinta-feira (15), onde participou de um compromisso de campanha em Capelinha, no norte do estado.

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Avaliação do governo Lula: 39,5% consideram negativa, 37,8% positiva https://dia1brasil.com.br/avaliacao-do-governo-lula-395-consideram-negativa-378-positiva/ https://dia1brasil.com.br/avaliacao-do-governo-lula-395-consideram-negativa-378-positiva/#respond Sat, 17 Oct 2026 14:56:05 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=9714 Pesquisa revela que 39,5% dos eleitores avaliam governo Lula negativamente, enquanto 37,8% têm uma visão positiva. A avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresenta resultados mistos, conforme pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Instituto MDA, divulgada nesta sexta-feira (16/10). De acordo com os dados, […]

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Pesquisa revela que 39,5% dos eleitores avaliam governo Lula negativamente, enquanto 37,8% têm uma visão positiva.

A avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresenta resultados mistos, conforme pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Instituto MDA, divulgada nesta sexta-feira (16/10). De acordo com os dados, 39,5% dos eleitores avaliam o governo como negativo, enquanto 37,8% têm uma avaliação positiva.

Detalhamento da Avaliação

Entre os respondentes, 10,0% consideram a administração do petista ruim e 29,5% a classificam como péssima. Por outro lado, a avaliação positiva é composta por 14,9% que a consideram ótima e 22,9% como boa. Além disso, 21,8% dos entrevistados definem o governo como regular. Ao todo, 10% apontaram a gestão como ruim e 1% não soube ou não respondeu.

Na pesquisa anterior, realizada em 3 de outubro, a avaliação negativa do governo Lula era de 41%, enquanto a positiva estava em 35%. Atualmente, 47,7% dos eleitores aprovam a gestão do presidente, mas 49,3% desaprovam, com 3% sem uma opinião definida.

Desempenho Pessoal do Presidente

Em relação ao desempenho pessoal de Lula, a pesquisa indica que 49,3% desaprovam sua atuação, enquanto 47,7% a aprovam, com 3% sem resposta. As entrevistas foram realizadas presencialmente entre os dias 13 e 15 de outubro, ouvindo um total de 2.002 eleitores com 16 anos ou mais, distribuídos pelas 27 unidades da Federação e cerca de 140 municípios.

A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela própria CNT e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00652/2026.

Empate Técnico nas Intenções de Voto

A pesquisa CNT/MDA também revela um empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula no segundo turno das eleições. Flávio registra 50,5% das intenções de voto, enquanto Lula tem 49,5%. A disputa ocorrerá nas urnas no dia 25 de outubro. Em levantamento anterior, Lula tinha 52,3% contra 47,7% de Bolsonaro.

Entre os eleitores que expressaram intenção de voto em Flávio Bolsonaro, 56% são homens e 46% são mulheres. Já entre os que apoiam Lula, 54% são mulheres e 44% são homens. Além disso, 92,9% afirmaram que sua escolha é definitiva, enquanto 71% admitiram que poderiam mudar o voto até a data da eleição.

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Pesquisa mostra Flávio Bolsonaro com 50,5% e Lula com 49,5% na corrida eleitoral https://dia1brasil.com.br/pesquisa-mostra-flavio-bolsonaro-com-505-e-lula-com-495-na-corrida-eleitoral/ https://dia1brasil.com.br/pesquisa-mostra-flavio-bolsonaro-com-505-e-lula-com-495-na-corrida-eleitoral/#respond Sat, 17 Oct 2026 14:55:01 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=9712 Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Instituto MDA, divulgada na última sexta-feira (16), revela que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados no segundo turno das eleições. O levantamento aponta Flávio com 50,5% das intenções de voto, enquanto […]

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Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Instituto MDA, divulgada na última sexta-feira (16), revela que o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados no segundo turno das eleições. O levantamento aponta Flávio com 50,5% das intenções de voto, enquanto Lula registra 49,5%.

Confronto nas urnas

Os candidatos se enfrentam nas urnas no dia 25 de outubro. A pesquisa foi realizada em um contexto em que as duas campanhas se intensificam, e a disputa se torna cada vez mais acirrada.

Perfil dos eleitores

De acordo com os dados coletados, entre os entrevistados que manifestaram intenção de voto em Flávio, 56% são homens, enquanto 46% são mulheres. No caso de Lula, 54% dos eleitores que declararam apoio ao petista são mulheres, ao passo que 44% são homens.

Embora a pesquisa tenha revelado um empate técnico, um dado interessante é que 92,9% dos entrevistados afirmaram que sua escolha é definitiva, mas 71% admitiram que ainda podem mudar de voto até o dia da eleição.

As entrevistas foram realizadas de forma presencial entre os dias 13 e 15 de outubro, abrangendo 2.002 eleitores com 16 anos ou mais, distribuídos nas 27 unidades da Federação e em cerca de 140 municípios. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O estudo foi encomendado pela CNT e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00652/2026.

A divulgação dos resultados ocorre em um momento crucial, à medida que a data da votação se aproxima, e as campanhas se esforçam para conquistar a confiança do eleitorado.

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Flávio Bolsonaro apoia fim da jornada 6×1, mas aliados buscam mudanças nas regras https://dia1brasil.com.br/flavio-bolsonaro-apoia-fim-da-jornada-6x1-mas-aliados-buscam-mudancas-nas-regras/ https://dia1brasil.com.br/flavio-bolsonaro-apoia-fim-da-jornada-6x1-mas-aliados-buscam-mudancas-nas-regras/#respond Wed, 14 Oct 2026 12:02:40 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=9578 O senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou seu apoio ao fim da jornada de trabalho 6×1, uma decisão que marca uma mudança em sua postura anterior. Integrantes de sua campanha, no entanto, já admitem que poderão discutir alterações nas regras, caso ele vença a disputa pela presidência, que ocorre em 25 de outubro. A proposta que […]

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O senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou seu apoio ao fim da jornada de trabalho 6×1, uma decisão que marca uma mudança em sua postura anterior.

Integrantes de sua campanha, no entanto, já admitem que poderão discutir alterações nas regras, caso ele vença a disputa pela presidência, que ocorre em 25 de outubro.

A proposta que visa extinguir a jornada 6×1 deve ser votada pelo Senado em primeiro turno nesta quarta-feira, 14 de outubro, a apenas 11 dias do segundo turno entre Flávio e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo aliados do senador, a ideia é “modular e adequar” a redução da jornada de trabalho às diretrizes econômicas de um possível governo de Flávio, mesmo que a proposta seja aprovada nos moldes atuais.

Flávio, que anteriormente se opôs à mudança, decidiu apoiar a proposta após avaliar que um voto contra poderia prejudicá-lo na reta final da campanha. A reversão da posição foi discutida na semana passada durante reuniões com o senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado e coordenador da campanha do PL. A preocupação gira em torno do fato de que rejeitar uma proposta com amplo apoio popular poderia ser utilizado pelos petistas para apresentar Flávio como contrário aos interesses dos trabalhadores.

O candidato terminou o primeiro turno à frente de Lula e busca manter essa vantagem na votação do próximo mês.

A campanha de Flávio continua a criticar os possíveis impactos econômicos da redução da jornada, especialmente o aumento dos custos para as empresas. Contudo, seus assessores acreditam que o desgaste de votar contra a proposta seria mais prejudicial, mesmo com a intenção de modificar o texto após a eleição.

Votação da PEC no Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), agendou a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada 6×1. A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados em maio e sugere uma redução gradual da jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, garantindo dois dias de descanso por semana e impedindo a diminuição dos salários. Para ser aprovada, a PEC precisa do apoio de pelo menos 49 senadores em dois turnos de votação.

Mesmo apoiando a proposta, Flávio não estará presente na discussão no Senado. O candidato estará em Porto Alegre, onde tem compromissos de campanha, mas poderá registrar seu voto remotamente, já que a sessão é semipresencial.

Mudança de posição e críticas

A decisão de Flávio contrasta com o discurso que ele e seus aliados mantiveram nos últimos meses. Durante o início das discussões sobre a proposta, o candidato do PL criticou Lula, acusando-o de tentar angariar votos com a medida e de apressar sua aprovação antes do segundo turno.

“O Lula, em 4 anos de governo, não faz. Agora, no meio do 2º turno, ele vem de uma forma oportunista querer fazer um movimento achando que isso vai dar voto para ele”, afirmou Flávio na ocasião.

As críticas à proposta começaram meses antes, em maio, quando Flávio a considerou “inoportuna e eleitoreira”, e chegou a afirmar que tinha uma “proposta infinitamente melhor”. Essa alternativa, apresentada por Rogério Marinho e assinada por Flávio, permitiria a contratação por hora trabalhada.

Comparativo entre propostas

  • A PEC em votação reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem cortes salariais.
  • A redução será gradual: 42 horas após dois meses da promulgação e 40 horas um ano depois.
  • Garante dois dias de descanso remunerado por semana, sendo um preferencialmente aos domingos.
  • A proposta de Rogério Marinho não altera a jornada máxima de 44 horas nem garante dois dias de folga.
  • Permite que o trabalhador escolha entre as regras tradicionais da CLT e um contrato com pagamento por hora trabalhada.
  • As regras acordadas diretamente com a empresa terão prioridade sobre as negociadas pelos sindicatos.

Flávio anunciou sua mudança de posição na terça-feira, 13 de outubro, após uma visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília, argumentando que a maioria dos trabalhadores deseja o fim da jornada 6×1. Ele também defendeu que o governo compense as empresas pelos custos adicionais decorrentes da redução da jornada.

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TSE sob pressão com canal de WhatsApp de Lula e falha no programa de Flávio Bolsonaro https://dia1brasil.com.br/tse-sob-pressao-com-canal-de-whatsapp-de-lula-e-falha-no-programa-de-flavio-bolsonaro/ https://dia1brasil.com.br/tse-sob-pressao-com-canal-de-whatsapp-de-lula-e-falha-no-programa-de-flavio-bolsonaro/#respond Tue, 13 Oct 2026 10:41:36 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=9497 TSE investiga canal de WhatsApp de Lula e falha em programa eleitoral de Flávio Bolsonaro a poucos dias do segundo turno. A menos de duas semanas do segundo turno, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se tornou novamente um campo de disputa entre as campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). […]

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TSE investiga canal de WhatsApp de Lula e falha em programa eleitoral de Flávio Bolsonaro a poucos dias do segundo turno.

A menos de duas semanas do segundo turno, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se tornou novamente um campo de disputa entre as campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nos próximos dias, a Corte deverá decidir sobre o futuro do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, enquanto investiga um incidente em que o programa eleitoral de Flávio foi transmitido sem áudio na última segunda-feira (12/10).

Após a veiculação do programa “mudo”, Flávio Bolsonaro levantou a possibilidade de que a falha não tenha sido acidental, contrastando o episódio com a transmissão regular da propaganda de Lula. Contudo, o TSE esclareceu que a ausência de som se deveu a um “problema técnico no Pool de Mídias” responsável pela veiculação dos programas eleitorais.

Lula, por sua vez, criticou a decisão do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, que havia determinado a suspensão do canal criado pelo deputado André Janones (Rede-MG). O ex-presidente questionou a legalidade da medida e ressaltou que a imparcialidade do TSE deve prevalecer. “O que não pode é o presidente da Suprema Corte eleitoral ter lado na política”, declarou Lula após uma missa em homenagem a Nossa Senhora Aparecida.

Retirada de postagens do ar

  • Na mesma segunda-feira, o ministro Marco Aurélio Bellizze, do TSE, ordenou que Flávio e seus aliados removesse um vídeo que associava uma manifestante aparentemente sob efeito de drogas a um ato pró-Lula na Avenida Paulista. O vídeo, na verdade, foi gravado em um protesto no Chile no sábado (10/10).
  • Segundo o ministro, houve uma “grave manipulação por descontextualização”, utilizando uma imagem anterior para criar uma falsa evidência de um fato que não ocorreu no evento. O PT apresentou uma representação contra Flávio e outros aliados pela disseminação de desinformação e propaganda eleitoral irregular.

Canal de Janones

O canal “Exército do Lula”, que está sob a coordenação de André Janones, também foi alvo de um pedido de suspensão da campanha de Flávio. Na noite de domingo (11/10), Nunes Marques determinou a remoção do canal do ar, mas o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu sua operação algumas horas depois, levando a questão ao plenário do TSE.

A divergência surgiu porque o pedido de suspensão já estava sendo analisado por Cueva em uma ação de investigação judicial eleitoral. Às 15h43 de sábado (10/10), o corregedor solicitou a complementação das provas, e pouco depois, a campanha de Flávio apresentou um novo pedido para a retirada do canal do ar.

Uma análise técnica do TSE não encontrou as fake news específicas mencionadas pela campanha de Flávio entre os dias 2 e 11 de outubro. No entanto, o relatório indicou “evidências de atuação coordenada e centralizada para inflar conteúdos digitais”. Mensagens anteriores haviam sido excluídas, o que dificultou a conclusão sobre o histórico do canal.

Além disso, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) criou a “Tropa do Flávio”, um canal de WhatsApp que atingiu cerca de 1,4 milhão de seguidores.

Programa “mudo”

Além das questões sobre o canal de Janones, a campanha de Flávio foi novamente ao TSE após seu programa ser veiculado sem áudio. O episódio ocorreu por volta das 13h, quando a propaganda do candidato foi exibida com imagem, mas sem som. A transmissão de Lula, realizada logo em seguida, não apresentou problemas.

Flávio utilizou as redes sociais para questionar se a falha teria sido acidental, afirmando: “Você acredita em coincidência? Cara, não. Não acredito, não existe coincidência”, e adicionou que “eles acham que vão calar minha voz”. Contudo, não foram apresentadas provas de interferência política na transmissão. O TSE confirmou que houve uma falha na finalização, resultando na ausência de áudio.

O erro foi corrigido antes da exibição do programa de Lula, e o TSE anunciou que o programa de Flávio será reexibido. A Abert e a Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (Astral) também informaram que o arquivo enviado pela campanha de Flávio estava em “perfeitas condições” e que a falha ocorreu durante o processamento da mídia, o que foi comunicado ao TSE, que continua investigando o caso.

EBC não provocou a falha

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC), vinculada ao Ministério das Comunicações, esclareceu que não teve participação na falha que resultou na transmissão do programa de Flávio sem áudio. Em nota, a estatal destacou que “toda a operação de exibição da propaganda presidencial é de responsabilidade do pool de emissoras”, organizadas pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), conforme a Resolução TSE nº 23.610/2019. A EBC também enfatizou que não tem acesso antecipado aos arquivos das campanhas, impossibilitando qualquer interferência.

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Polêmica em torno de crítica à esquerda gera reações negativas para editora de bell hooks https://dia1brasil.com.br/polemica-em-torno-de-critica-a-esquerda-gera-reacoes-negativas-para-editora-de-bell-hooks/ https://dia1brasil.com.br/polemica-em-torno-de-critica-a-esquerda-gera-reacoes-negativas-para-editora-de-bell-hooks/#respond Mon, 12 Oct 2026 15:18:00 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=9440 A Editora Elefante, responsável pela publicação e tradução das obras da renomada autora bell hooks no Brasil, gerou uma onda de críticas nas redes sociais ao divulgar um post afirmando que “a esquerda brasileira não tem projeto de mudança”. A publicação, que apresentava também o catálogo da editora, suscitou descontentamento, especialmente em um contexto eleitoral […]

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A Editora Elefante, responsável pela publicação e tradução das obras da renomada autora bell hooks no Brasil, gerou uma onda de críticas nas redes sociais ao divulgar um post afirmando que “a esquerda brasileira não tem projeto de mudança”.

A publicação, que apresentava também o catálogo da editora, suscitou descontentamento, especialmente em um contexto eleitoral conturbado, onde Flávio Bolsonaro (PL) saiu do primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Repercussão nas redes sociais

A crítica provocou uma série de reações negativas, com internautas e figuras públicas expressando sua indignação. A deputada federal eleita Anielle Franco (PT-RJ) foi uma das vozes que se manifestaram, afirmando que existem, sim, projetos de mudança dentro da esquerda. “Tem sim! Tem muitos inclusive! Não façam isso com esse país e com quem faz política democraticamente”, escreveu.

O influenciador digital Spartakus também se mostrou desapontado: “Meu Deus. Que desserviço”, comentou em resposta à postagem. A jornalista Jéssica Balbino levantou questionamentos sobre as repercussões da publicação, indagando sobre o que a editora pretende fazer com o engajamento obtido se Flávio Bolsonaro for eleito. “Olha… sinceramente”, finalizou.

Críticas à estratégia da editora

Roger Cipó, apresentador e comentarista, destacou a presença de bell hooks no catálogo da editora, enfatizando a contradição entre a obra da autora, que aborda temas como feminismo, raça e classe, e a mensagem publicada. “Se vocês publicarem o Cury eu até entenderia o post, mas vocês publicam bell hooks, sabe?”, disse, fazendo referência ao escritor Augusto Cury.

A artista e curadora Andreza Delgado também criticou a estratégia da Editora Elefante, considerando-a como uma tática de engajamento. “O que vocês estão fazendo é a pura tática do backlash. Só que quem propôs isso esqueceu que like e engajamento momentâneo não limpam reputação manchada depois. Além do unfollow, como pesquisadora de bell hooks, me incomoda demais ver a obra dela circulando numa página que decidiu rifar o próprio conteúdo em nome de engajamento”, declarou.

A controvérsia levantou questões sobre o papel das editoras e a responsabilidade em meio a um cenário político polarizado, refletindo a tensão existente nas redes sociais e entre os grupos políticos.

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Corregedor eleitoral reverte suspensão do canal “Exército do Lula” no WhatsApp https://dia1brasil.com.br/corregedor-eleitoral-reverte-suspensao-do-canal-exercito-do-lula-no-whatsapp/ https://dia1brasil.com.br/corregedor-eleitoral-reverte-suspensao-do-canal-exercito-do-lula-no-whatsapp/#respond Mon, 12 Oct 2026 15:04:53 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=9422 O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Vilas Bôas Cuêva, anulou neste domingo (11) a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que havia suspendido o canal “Exército do Lula”, criado no WhatsApp para apoiar a candidatura à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No sábado (10), Vilas Bôas Cuêva já […]

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O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Vilas Bôas Cuêva, anulou neste domingo (11) a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que havia suspendido o canal “Exército do Lula”, criado no WhatsApp para apoiar a candidatura à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No sábado (10), Vilas Bôas Cuêva já havia solicitado que Lula apresentasse informações adicionais, mas não determinou a suspensão do canal. A legalidade do canal estava sendo contestada no TSE, após uma ação da campanha do candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL), que pedia a cassação do mandato do deputado André Janones e a suspensão do canal.

Decisão de suspensão e suas justificativas

Antes da reversão, Kassio Nunes Marques havia determinado a suspensão do canal, que possui mais de 3,4 milhões de integrantes. O pedido de suspensão foi protocolado pela campanha de Bolsonaro, que alegou que o canal propagava desinformação sobre questões como o Programa Bolsa Família e a redução do valor das aposentadorias.

De acordo com Nunes, o canal era responsável por disseminar conteúdos já considerados “inverídicos” pelo tribunal, como alegações de que Flávio Bolsonaro seria a favor da retirada do título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil e que ele planejava reduzir aposentadorias se fosse eleito.

André Janones, criador do canal e deputado federal reeleito, criticou a decisão do TSE, afirmando que a “censura já começou”. Ele destacou que o “Exército do Lula” foi criado para mobilizar e orientar eleitores no segundo turno das eleições, marcado para o dia 25 deste mês, entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Durante um ato de campanha na Avenida Paulista, em São Paulo, Lula questionou a imparcialidade das decisões que afetam sua candidatura e anunciou que o PT entrará na Justiça contra a suspensão do canal. “Vamos hoje entrar na Justiça com um pedido do nosso partido para que a gente equilibre esse jogo. Não vamos aceitar intromissão indevida da Justiça Eleitoral na eleição”, declarou Lula.

Desdobramentos e próxima fase do processo

Na decisão de reverter a suspensão, o corregedor Vilas Bôas Cuêva informou que o pedido para derrubar o canal foi protocolado apenas 41 minutos após sua própria decisão que requisitava informações complementares sobre a suposta atividade ilegal do canal. Ele também mencionou que a campanha de Flávio apresentou documentos que não haviam sido anexados ao processo que estava sob sua relatoria.

O corregedor ressaltou que a atuação da presidência do TSE deve ser harmônica com a competência jurisdicional do tribunal, enfatizando que a prudência institucional recomenda que ações administrativas não antecipem a resolução de controvérsias já submetidas à apreciação jurisdicional.

Para resolver a controvérsia, Vilas Bôas Cuêva decidiu remeter o caso ao plenário do TSE, cuja data de julgamento ainda será definida. Ele afirmou que a deliberação colegiada é necessária para solucionar a sobreposição de providências adotadas em procedimentos distintos e para estabelecer orientações sobre os deveres de boa-fé e lealdade processual.

Matéria ampliada às 17h07

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Candidatos do segundo turno das eleições não podem ser presos até 27 de outubro https://dia1brasil.com.br/candidatos-do-segundo-turno-das-eleicoes-nao-podem-ser-presos-ate-27-de-outubro/ https://dia1brasil.com.br/candidatos-do-segundo-turno-das-eleicoes-nao-podem-ser-presos-ate-27-de-outubro/#respond Mon, 12 Oct 2026 14:41:51 +0000 https://dia1brasil.com.br/?p=9379 A duas semanas do segundo turno das eleições, entra em vigor uma importante restrição no Código Eleitoral que impede a detenção de candidatos, exceto em casos de flagrante delito. Essa regra, que começou a ser aplicada no último sábado, 10 de outubro, permanecerá válida até o dia 27 de outubro, dois dias após a realização […]

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A duas semanas do segundo turno das eleições, entra em vigor uma importante restrição no Código Eleitoral que impede a detenção de candidatos, exceto em casos de flagrante delito.

Essa regra, que começou a ser aplicada no último sábado, 10 de outubro, permanecerá válida até o dia 27 de outubro, dois dias após a realização da votação, agendada para domingo, 25 de outubro.

Essa medida se aplica a candidatos que disputam a Presidência da República e os governos estaduais, além do Distrito Federal, onde ocorrerão segundo turnos. Na corrida presidencial, os principais candidatos são Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), e Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL).

Disputas estaduais no segundo turno

Além da eleição presidencial, a disputa pelo governo de seis estados também terá continuidade. Os candidatos são:

  • Acre: Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos);
  • Amazonas: Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL);
  • Distrito Federal: Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT);
  • Espírito Santo: Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB);
  • Rio Grande do Norte: Allyson Bezerra (União) e Cadu de Lula (PT);
  • Tocantins: Professora Dorinha (União) e Vicentinho Júnior (PSDB).

Alterações na Justiça Eleitoral

Além da proibição de prisões, outras mudanças no funcionamento da Justiça Eleitoral também começaram a valer desde o último sábado. Nos locais onde não haverá segundo turno, os tribunais deixam de publicar decisões sobre representações relacionadas à propaganda eleitoral e ao direito de resposta. Além disso, o funcionamento das secretarias eleitorais em feriados, sábados e domingos seguirá a regulamentação de cada Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que deve assegurar ampla publicidade das regras.

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